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INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 12/2026

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Pesquisa internacional avalia ferramenta para rastrear neuropatia periférica diabética

A Unidade de Endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (Uendo/HRT) tem recepcionado um estudo internacional sobre diabetes. Iniciada no fim de janeiro deste ano, a pesquisa busca detectar precocemente complicações da doença e, assim, evitar consequências graves em pés e pernas, como dor neuropática, úlceras e amputações. Estudo inclui testes clínicos aplicados após o paciente responder a um questionário que apura a existência de sintomas neuropáticos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Meta é incorporar a nova ferramenta à saúde pública, após a validação científica do sistema O estudo integra uma iniciativa da Federação Internacional de Diabetes (IDF, no inglês), com a coordenação científica da Universidade de Cornell de Doha, no Catar. No processo, os pesquisadores avaliam a ferramenta A New Simple sCreening Tool (ACT), desenvolvida para tornar mais rápido o rastreamento da neuropatia periférica do diabetes (NPD), condição que pode, ou não, apresentar sintomas. Após validação científica, a expectativa é incorporar o instrumento à rede pública, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS).  “Com a utilização da ACT, equipes da APS poderão verificar, de forma simples e rápida, pessoas que convivem com diabetes e, se for o caso, encaminhá-las a uma avaliação com especialistas na Uendo/HRT, integrando os serviços da rede pública", explica a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa, vice-presidente da IDF, coordenadora do Polo de Pesquisa do HRT e investigadora principal do estudo. Como funciona a ACT O uso da ferramenta ACT ocorre em duas etapas. Primeiramente, o participante responde ao Questionário da Pessoa com Diabetes, que tem cinco perguntas sobre sintomas neuropáticos (formigamento, queimação e dormência), indicando a pontuação do desconforto e a localização. Em seguida, são feitos testes clínicos simples, aplicáveis por médico ou profissional de enfermagem. A participação envolve uma única visita presencial, com auxílio financeiro para transporte do voluntário. Público elegível O estudo também é feito no Catar, na Tailândia e na Índia. No Brasil, o trabalho conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes Regional (SBD-DF), comparando a nova ferramenta com métodos de rastreamento já consolidados nos Estados Unidos (Rastreamento de Michigan) e na França (DN4). “Na prática, muitas pessoas com diabetes já apresentam NDP e desconhecem a sua presença.O rastreamento possibilita o diagnóstico precoce e, em alguns casos, pode reverter o quadro ou retardar a progressão da complicação”  Flaviene Romani, endocrinologista coordenadora da pesquisa no HRT A meta da investigação brasileira é incluir 300 participantes. Os critérios de inclusão no estudo são indivíduos entre 18 e 70 anos que convivem com diabetes tipo 1 ou 2. “São excluídas pessoas com condições que possam interferir na neuropatia, como hipotireoidismo descompensado, deficiência de vitamina B12 ou hanseníase e hemoglobina glicada 11%”, detalha a endocrinologista da Secretaria de Saúde (SES-DF) Flaviene Romani, integrante da equipe responsável pela pesquisa na Uendo HRT.  Usuários do SUS interessados em integrar a pesquisa ACT e que estejam dentro dos requisitos podem entrar em contato com a Uendo/HRT pelo e-mail endocrinologia.hrt@gmail.com. Complicação silenciosa A NPD é uma alteração nos nervos periféricos que começa nas pernas e nos dedos dos pés, podendo causar sintomas, dor ou ainda perda de sensibilidade, favorecendo úlceras. Na metade dos casos, no entanto, evolui silenciosamente.  “Na prática, muitas pessoas com diabetes já apresentam NDP e desconhecem a sua presença”, aponta Flaviene Romani. “O rastreamento possibilita o diagnóstico precoce e, em alguns casos, pode reverter o quadro ou retardar a progressão da complicação.” Qualidade de vida [LEIA_TAMBEM]Além dos benefícios aos participantes, a iniciativa pode reduzir impactos assistenciais no Sistema Único de Saúde (SUS). A chefe da Uendo/HRT, Patrícia Carvalho, ressalta que complicações avançadas do diabetes exigem cuidado multidisciplinar. "O tratamento de uma úlcera, por exemplo, envolve diferentes profissionais e procedimentos específicos”, explica. “Essa abordagem gera custos para o SUS, afetando a qualidade de vida do paciente e de sua família.” Participante do estudo, Wendel Araújo, de 48 anos, entende que contribuir com pesquisas desse tipo é essencial para avanços nos tratamentos. “Considero o estudo muito importante”, afirma. “Diabetes é uma condição complexa, e qualquer progresso que melhore a qualidade de vida é bem-vindo”. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 14 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (7). A iniciativa é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. No decorrer da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido | Foto: Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas utilizadas pelas pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. Ao longo de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. [LEIA_TAMBEM]Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (7) e domingo (8): · 601 Norte; · L2, na altura da 602 Norte, abaixo do Serpro; · Estacionamento do Ministério da Defesa; · Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; · Ao lado do Clube da Aeronáutica; · Ao lado do posto Melhor; · Via L4 Norte, próximo à via N1 Leste; · Setor Comercial Sul; · SHCS CLS 102, bloco A, ao lado da Drogasil; · SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil e próximo ao Pão de Açúcar; · Centro POP; · Área verde entre o Colégio Seriös e o Aeroclube; · SGAS 902, nas proximidades da Faculdade Mackenzie; · Via W5 e W4, extensão da 903 à 905 e da 702 à 705. *Com informações da DF Legal

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2º Prêmio Candango de Literatura promove encontro virtual com vencedores da categoria 'Incentivo à Leitura'

A segunda edição do Prêmio Candango de Literatura, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), segue rendendo bons capítulos, e um deles será apresentado em 12 de março. Trata-se da live "Conversas sobre leituras encruzilhadas", com Sabrina Sanfelice e Rafa Carvalho, representantes do Sarau da Dalva e da Estreloteca — Biblioteca Comunitária, vencedores da categoria Projeto de Incentivo à Leitura. Marcada para as 19h30 e aberta a quem se interessar, a live poderá ser acompanhada por meio do instagram do Prêmio Candango de Literatura. Mediada pela escritora Márcia Lages, o encontro virtual contará com a participação de Iris Borges, presidente da Casa de Autores — o instituto cultural responsável pela organização da premiação — e do curador do prêmio, o escritor João Anzanello Carrascoza. O objetivo é ampliar o debate sobre leitura, território e transformação social, além de atualizar o público sobre os próximos passos do projeto. A live do dia 12 será também um momento de atualização sobre as novidades do projeto Sarau da Dalva e Estreloteca — Biblioteca Comunitária, incluindo perspectivas de ampliação das ações, agora impulsionadas pelo reconhecimento nacional do prêmio. Mais do que premiar obras e iniciativas, o Prêmio Candango de Literatura reafirma seu compromisso com políticas de leitura que criam redes, fortalecem territórios e transformam bibliotecas comunitárias em verdadeiras constelações culturais. Realizada em 31 de outubro de 2025, a segunda edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes | Foto: Divulgação/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a iniciativa dialoga com uma política pública que compreende a leitura como instrumento de cidadania. “O Prêmio Candango de Literatura integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento do livro, da leitura e das bibliotecas no Distrito Federal. Ao reconhecer projetos como o Sarau da Dalva e a Estreloteca, reafirmamos que investir em leitura é investir em formação crítica, pertencimento e transformação social, valores que orientam a atuação da Secretaria e do Governo do Distrito Federal”, destaca. Sobre o 2º Prêmio Candango de Literatura Realizada em 31 de outubro de 2025, a 2ª edição do Prêmio Candango de Literatura recebeu quase 3 mil inscrições de autores do Brasil e de outros 17 países de quatro continentes. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios em sete categorias. Em cerimônia oferecida em 31 de outubro de 2025, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, foram conhecidos os vencedores. A premiação foi estruturada em três eixos principais: pedagógico, literário e editorial. No pedagógico, a categoria Projeto de Incentivo à Leitura concedeu R$ 15 mil a Sabrina Sanfelice, pelo Sarau da Dalva e Estreloteca. No eixo literário, cada uma das categorias recebeu o valor de R$ 35 mil. Foram premiados Giovanna Ramundo, em Melhor Romance, por Sorriso Sorvete de Cereja (Editora Cambucá); Luís Pimentel, em Melhor Livro de Contos, por A Viagem e Outros Contos (Editora Patuá); Ricardo Gil Soeiro, de Portugal, em Melhor Livro de Poesia, por Lições da Miragem (Assírio & Alvim); e Juliana Monteiro, vencedora do Prêmio Brasília, por Nada Lá Fora e Aqui Dentro (Editora Patuá). Já no segmento editorial, com premiação de R$ 20 mil por categoria, foram reconhecidos Leonardo Iaccarino, em Melhor Capa, pelo trabalho em Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), e Jeferson Barbosa, em Melhor Projeto Gráfico, por Verso Horizonte, de Axé Silva e Fábio Teixeira (Editora Mondru). Como contrapartida, os vencedores dos eixos Literário e Editorial enviaram 10 exemplares de suas obras para a Biblioteca Nacional de Brasília, enquanto a vencedora do eixo Pedagógico contribuirá com a realização desta live. Sobre o Sarau da Dalva e Estreloteca: leitura como constelação comunitária O projeto vencedor do Prêmio Candango de Incentivo à Leitura é idealizado pelo Coletivo Cultural Comunitário Encruzilhada Estrela Dalva, que atua há 15 anos na periferia da zona leste de Campinas (SP). Composto majoritariamente por mulheres e pessoas negras, o coletivo promove ações culturais, pedagógicas e artísticas que fortalecem a identidade e ampliam o acesso à cultura em sua comunidade. Reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o grupo mantém uma biblioteca comunitária ativa, realiza saraus, encontros literários e formações, articulando arte, educação e cidadania. Seu conceito de “poesia expandida” traduz uma prática que ultrapassa o livro e se instala na vida cotidiana, na convivência e na construção coletiva. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 10/2026

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Carta de compromisso pela igualdade de gênero na educação é assinada em evento

A I Reunião Ordinária do Consed 2026, na última terça-feira (3) foi marcada pela assinatura da Carta de Compromisso da Educação – Pelo Empoderamento Feminino, Igualdade de Gênero e Educação Empreendedora. O ato fez parte da programação do evento Movimente, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do DF (Sebrae-DF), que reuniu palestras, painéis e ações culturais voltadas ao estímulo do empreendedorismo feminino e à consolidação de trajetórias de liderança. A carta apresenta cinco principais artigos para orientar a implementação de políticas públicas em prol do empoderamento feminino e da promoção da equidade de gênero. O primeiro deles estabelece ações para garantir igualdade de acesso, permanência e êxito escolar, além da prevenção à violência contra a mulher e da promoção de uma cultura institucional de respeito e convivência democrática. Hélvia Paranaguá: "A violência contra a mulher não nasce no ato extremo. Ela constrói-se na cultura, no silêncio, na ausência de formação para o respeito" | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF A secretária de Educação do DF e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Hélvia Paranaguá, alertou para a escalada da violência contra a mulher no Brasil e no cenário internacional, ressaltando que o enfrentamento do problema exige atuação estruturante do sistema educacional. “A violência contra a mulher não nasce no ato extremo. Ela constrói-se na cultura, no silêncio, na ausência de formação para o respeito. E é justamente nesse ponto que a educação se posiciona como política pública estruturante. Se queremos alterar indicadores, precisamos transformar mentalidades. E mentalidades formam-se na infância e na adolescência”, afirmou. A carta de compromisso O segundo artigo do documento trata da incorporação da educação empreendedora aos currículos, com foco no desenvolvimento de competências em inovação, estímulo à participação feminina nas áreas STEAM e fortalecimento da mentalidade empreendedora desde a educação básica. Já o terceiro prevê a formação continuada de professores e gestores em temas como igualdade de gênero, prevenção da violência e protagonismo feminino. O quarto artigo prioriza as estratégias de permanência escolar para meninas em situação de vulnerabilidade e a articulação intersetorial para promover autonomia econômica. E o quinto artigo institui mecanismos de monitoramento e avaliação, com produção de indicadores e cooperação técnica entre os sistemas de ensino, observando a legislação de proteção de dados. *Com informações da Secretaria de Educação

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Vigilância Ambiental analisa animais que representam risco à saúde no DF

O Laboratório de Entomologia Médica (LEM) tem como objetivo estudar animais que representam risco à saúde humana. A missão é clara: contribuir para a identificação, a prevenção e o controle dos fatores de risco relacionados ao meio ambiente. O trabalho é extenso. Na Secretaria de Saúde (SES-DF), é feita, por exemplo, a identificação de barbeiros — vetores do parasita Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas. O laboratório faz parte da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) e conta com equipe composta por biólogos e técnicos em laboratório que, diariamente, debruçam-se sobre amostras de insetos e animais peçonhentos. “Aqui, participamos da coleta de amostras; fazemos análises laboratoriais e dos dados; prescrevemos recomendações e, muitas vezes, nós mesmos realizamos as intervenções necessárias”, detalha a bióloga do LEM, Kenia Cristina. Esses profissionais apontam, ainda, o uso de ferramentas como ovitrampas e geoprocessamento para identificar focos do Aedes aegypti. São eles também que indicam a implementação de ações como larvicidas, inseticidas e outras tecnologias para o monitoramento e o combate ao mosquito causador da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. Identificação de barbeiros (vetores do parasita 'Trypanosoma cruzi', causador da doença de Chagas) é feita na unidade | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Aliados fundamentais Os Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) são aliados fundamentais do trabalho feito em laboratório. A atividade em campo, para coleta do material biológico, é a primeira etapa desse processo. Além do passo técnico, o monitoramento também conta com a participação da população, que comumente entrega espécimes encontrados à sede da Dival, localizada no Noroeste. Os animais também podem ser entregues em um dos 15 Núcleos de Vigilância Ambiental distribuídos pelo DF. “Tudo o que chega aqui, consideramos importante. É um sinal de que as pessoas estão mobilizadas, atentas e cuidando de suas casas, de suas famílias”, aponta a também bióloga do LEM Vilma Feitosa.  Vigilância em Saúde A Vigilância em Saúde trabalha na prevenção, promoção, redução, eliminação dos riscos e agravos à saúde da sociedade do DF. As atividades realizadas pela Dival cumprem o objetivo de conhecer e detectar as mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com finalidade de recomendar e antecipar medidas ou apontar ações de controle. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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