Eape abre inscrições para mais de 70 percursos formativos no 1º semestre de 2026
Começou o ano letivo, e a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) está com inscrições abertas para os percursos formativos do primeiro semestre de 2026. Ao todo, são mais de 70 cursos gratuitos voltados a servidores da Secretaria de Educação (SEEDF), entre efetivos, temporários e profissionais de instituições parceiras. O período de inscrição segue até este domingo (8), exclusivamente pelo site da Eape. Entre as opções disponíveis estão cursos como Inteligência Artificial na Educação, Canva Maker: Inovando a Prática Docente, Libras – Básico I, A Arte de Contar Histórias e Gestão Escolar Pública Democrática, além de formações em Educação Midiática, Educação Ambiental, Metodologias Ativas, Recomposição das Aprendizagens e Política Nacional do Ensino Médio. Arte: SEEDF A iniciativa integra a política de formação continuada da SEEDF e tem como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas e valorizar os profissionais da educação. Os percursos são organizados em diferentes temáticas, como Competências Digitais, Educação e Sustentabilidade, Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, Direitos Humanos, Gestão Educacional, Ludicidade, Práticas Inovadoras e Recomposição da Aprendizagem. Os cursos têm ofertas semestrais e anuais, nos formatos presencial e online. Além dos percursos formativos, os cursistas matriculados também podem participar de oficinas, seminários, webinários, videoconferências, lives, podcasts, palestras e congressos promovidos pela Eape. [LEIA_TAMBEM]Como se inscrever Para participar, o servidor deve acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (Moodle) da Eape, escolher o curso e a turma do seu interesse e preencher o formulário de cadastro no momento da inscrição. As informações fornecidas poderão ser utilizadas pelos formadores para contato, se necessário. Todas as informações detalhadas, incluindo a lista completa de percursos e orientações para inscrição, serão divulgadas nos canais oficiais da Eape e da SEEDF. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Hemocentro promove, nesta quinta (5), coleta externa na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia
A Fundação Hemocentro de Brasília promove, nesta quinta-feira (5), uma coleta externa de sangue na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia. A ação ocorrerá das 9h às 16h e integra a programação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8). Fruto de parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), a iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à doação de sangue e sensibilizar a população sobre a importância do gesto solidário. Doações devem ser feitas por agendamento, mas quem não estiver cadastrado pode se dirigir ao Hemocentro e procurar encaixe | Foto: Divulgação/FHB “A doação é um gesto simples, mas essencial para manter os estoques e salvar pacientes que dependem diariamente desse ato voluntário” Kelly Barbi, gerente de Captação de Doadores do Hemocentro “Levar a coleta para um espaço de acolhimento e proteção às mulheres é uma forma de unir solidariedade e cuidado com a vida”, afirma a gerente de Captação de Doadores do Hemocentro, Kelly Barbi. “A doação é um gesto simples, mas essencial para manter os estoques e salvar pacientes que dependem diariamente desse ato voluntário.” No Hemocentro de Brasília, o estoque de sangue está atualmente em nível regular. No entanto, os tipos O positivo e O negativo encontram-se em baixa, o que reforça a importância da doação, especialmente por pessoas desses grupos sanguíneos, para manter o atendimento seguro aos pacientes. Doações [LEIA_TAMBEM]As vagas já estão disponíveis para agendamento neste site. O Hemocentro também atenderá doadores não agendados por encaixe, conforme a capacidade de atendimento e a disponibilidade de horários no local. A expectativa é receber doadores da região e facilitar o acesso de quem deseja contribuir, mas tem dificuldade de se deslocar até a sede do Hemocentro. Além de apresentar documento original com foto, os requisitos para doar sangue são ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos precisam de autorização), estar com boa saúde, pesar 51 kg ou mais e estar bem-alimentado e hidratado. Algumas situações exigem adiamento temporário, como tatuagem recente, cirurgias, gravidez, vacinação ou uso de certos medicamentos. Consulte as informações sobre impedimentos para doação no site do Hemocentro de Brasília. Coleta externa de sangue — Dia da Mulher Local: Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia — CNM 1, Bloco I, Lote 3, Ceilândia Data: quinta-feira (5), das 9h às 16h. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Concurso Melhores Práticas em Ouvidoria do DF
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Atenção domiciliar alcança 70 mil atendimentos, humaniza assistência e desocupa leitos
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atua em múltiplos locais, seja nas unidades próprias, seja nas ruas e até na casa do cidadão. Prova disso é o serviço de atenção domiciliar, uma maneira de oferecer assistência humanizada e substituir a internação hospitalar de pessoas com doenças crônicas. Em 2025, foram realizados 70,5 mil atendimentos domiciliares em toda a capital. O trabalho de visitação inclui ações de prevenção de agravos e promoção da saúde, assim como medidas de reabilitação, tratamento e até cuidados paliativos em ambiente doméstico. São elegíveis para receber atenção domiciliar os pacientes totalmente acamados e que façam uso de dispositivos de ostomia, ou que possuam úlcera por pressão, as chamadas escaras. O atendimento domiciliar integra bem-estar de pacientes, familiares e cuidadores | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “A atenção domiciliar existe em todas as regionais do DF e é ligada ao programa Melhor em Casa, do Ministério da Saúde. Com essas ações, o paciente volta a seu lar e continua recebendo todo o suporte do hospital, só que em casa”, explica a chefe do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar da Região de Saúde Centro-Sul, Andréia Brasil. O atendimento domiciliar, segundo a especialista, humaniza o cuidado destinado tanto a pacientes quanto a familiares e cuidadores, evitando reinternações e potencializando a aplicação de recursos da SES-DF. A equipe do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar (Nrad) é formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. “Todos são aliados no plano terapêutico para melhorar o quadro de pacientes crônicos, que de outra forma ficariam longos períodos internados num leito ou mesmo em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)”, assegura a gestora. Atualmente, o Núcleo Regional de Atenção Domiciliar acompanha 118 pacientes em dez regiões administrativas do DF O superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Ronan Garcia, destaca o trabalho da equipe do Nrad, que atualmente acompanha 118 pacientes da Candangolândia, Estrutural, Guará I, Guará II, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA). “O serviço prestado por essa equipe é essencial para a população. Nós percebemos que o acolhimento de excelência gera efeitos positivos na recuperação dos pacientes, na menor duração das internações e no tempo de giro dos leitos”, avalia Garcia. Atendimento e orientações Para Regina Cunha, 54 anos, a vida é toda dedicada a cuidar da filha Nicole, 23. Quando tinha nove meses de idade, Nicole passou a sofrer com crises de epilepsia que acarretariam sequelas neurológicas irreversíveis. A situação da filha se agravou há cerca de um ano, quando ela precisou fazer uma gastrostomia — colocação de uma sonda alimentar diretamente no estômago — e passou a receber atendimento domiciliar. Regina Cunha conta que fica aliviada quando os médicos chegam para cuidar da filha dela “A equipe do Nrad sempre foi muito importante para mim. Os profissionais vieram e me ensinaram a proceder no dia a dia da Nicole. Eu só tenho a agradecer. Quando eles chegam para examinar a minha filha, fico aliviada”, conta Regina. [LEIA_TAMBEM]Acesso ao serviço O acesso a esse tipo de atendimento pode ocorrer de duas formas: durante a internação hospitalar ou em acompanhamento na atenção primária. No primeiro caso, a equipe assistencial da unidade de saúde preenche os formulários específicos e direciona o paciente ao Nrad correspondente, para avaliação dos critérios do programa. Já no acompanhamento da atenção primária, a pessoa fica em casa sob responsabilidade da equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS). Nessa situação, o encaminhamento também é realizado mediante formulários padronizados. Após o recebimento da documentação, o núcleo faz a avaliação técnica e, havendo critérios para a admissão, realiza a inclusão do paciente no serviço, com a elaboração de um plano terapêutico. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais de 22 mil brasilienses podem perder a Tarifa Social de Energia Elétrica se não atualizarem o cadastro
No Distrito Federal, 22.410 clientes atualmente cadastrados na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) podem perder o benefício da gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos caso não atualizem seus dados. Isso significa 20% no número de inscritos no programa em toda a capital federal. O alerta é da Neoenergia Brasília, diante das novas regras que passaram a valer em janeiro de 2026 e que impactam diretamente o acesso ao benefício do governo federal. A nova regulamentação estabelece que a titularidade da conta de energia elétrica deve pertencer ao responsável familiar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) ou ao beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou a um dos integrantes do mesmo grupo familiar cadastrado no CadÚnico. Além disso, o endereço da unidade consumidora precisa ser idêntico ao registrado no CadÚnico ou no INSS (caso seja beneficiário do BPC/Loas), sem divergências. A Neoenergia Brasília reforça que a atualização é simples, mas essencial para garantir a continuidade da gratuidade dos primeiros 80kWh consumidos | Foto: Divulgação/Neoenergia [LEIA_TAMBEM]O impacto pode ser direto no bolso das famílias. Atualmente, consumidores com gasto de até 80 kWh por mês têm direito à gratuidade total. Caso não regularizem a situação, essas famílias podem passar a pagar cerca de R$ 80 por mês na conta de energia (ainda é preciso incluir o valor da contribuição de iluminação pública, a depender das regras tributárias municipais). A mudança busca evitar fraudes e garantir que o benefício chegue a quem realmente tem direito, mas exige atenção imediata dos clientes. Com as novas exigências, qualquer inconsistência entre titularidade da conta e cadastro social pode levar à perda automática do benefício. Para manter o direito à tarifa, os clientes devem atualizar seus dados no Cadastro Único, especialmente em casos de mudança de endereço ou composição familiar, o que pode ser feito junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município. Para o público BPC/Loas, a atualização do endereço deve ser realizada em uma das agências do INSS. Também é necessário solicitar a troca de titularidade da conta de energia, caso ela não esteja no nome de um dos beneficiários. O procedimento pode ser realizado pelos canais digitais da Neoenergia Brasília, como site e aplicativo, ou nas lojas de atendimento presencial, mediante apresentação de documento de identificação e número da unidade consumidora. A Neoenergia Brasília reforça que a atualização é simples, mas essencial para garantir a continuidade da gratuidade dos primeiros 80 kWh consumidos e evitar impactos financeiros nas famílias de baixa renda. *Com informações da Neoenergia
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Residência em clínica médica do HRT fortalece cuidado na rede pública
Qualificar médicos recém-formados e oferecer um cuidado mais resolutivo à população. Esse é o propósito do Programa de Residência em Clínica Médica (PRM-CM) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), que alia formação técnica rigorosa à prática assistencial, ampliando a presença de profissionais qualificados na rede pública do Distrito Federal. Os resultados se refletem na ampliação da resolutividade clínica, na organização do cuidado e no fortalecimento da atenção hospitalar à população. “Trata-se de um investimento direto na formação de especialistas comprometidos com a excelência e com o SUS [Sistema Único de Saúde]”, afirma a supervisora do programa, Larissa de Freitas Oliveira. Atualmente, 30 residentes atuam em todos os setores clínicos da unidade; eles reforçam as equipes e garantem acompanhamento mais próximo dos pacientes | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Formação sólida Com duração de dois anos, a residência é pré-requisito para especialidades como cardiologia, endocrinologia e nefrologia. Os médicos em formação passam por enfermarias, emergência, Unidade de Cuidados Intermediários e ambulatórios de diversas áreas, além de realizarem rodízios em outras unidades, como o Instituto do Coração e o setor de pneumologia do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Atualmente, 30 residentes — 15 do primeiro ano e 15 do segundo — atuam em todos os setores clínicos da unidade. Eles reforçam as equipes e garantem acompanhamento mais próximo dos pacientes, levando atualização científica constante ao hospital. “A graduação nem sempre proporciona a vivência prática necessária para lidar com a complexidade dos pacientes. A residência oferece treinamento em serviço, sob supervisão constante de preceptores, o que é fundamental para o amadurecimento clínico”, afirma a preceptora Leila Villas Boas. Com duração de dois anos, a residência é pré-requisito para especialidades como cardiologia, endocrinologia e nefrologia Aprendizado contínuo Além da assistência, os residentes participam de aulas regulares, cursos como infectologia e parada cardiorrespiratória e desenvolvem um trabalho de conclusão, com possibilidade de publicação científica. No dia a dia, a imersão é intensa. Médico residente, Yan Porto destaca a diversidade de experiências vivenciadas no hospital. [LEIA_TAMBEM]“Compartilhamos experiências e conhecimento, e essa formação no HRT se reflete em nosso crescimento profissional e pessoal, fortalecendo a união do grupo e nos preparando para enfrentar os desafios de dois anos intensos, com alta demanda, mas de grande aprendizado. A amizade construída e o suporte mútuo tornam este programa essencial e gratificante”, diz. Para a residente Ana Carolina Carvas, que inicia o segundo ano, a formação também contribui para o desenvolvimento humano, ampliando competências que vão além da técnica. “A residência promove o desenvolvimento de habilidades interpessoais, como o trabalho em equipe, o respeito à hierarquia, a comunicação de ideias e a empatia”, afirma. Prestes a concluir o programa, Pedro Girotto destaca o impacto da experiência em sua trajetória: “Obtive a segunda maior nota do país para cardiologia no Exame Nacional de Residência e reconheço que o HRT foi decisivo nesse resultado. Aqui, aprendi que cuidar não é apenas prescrever. É orientar, explicar o tratamento, ajudar o paciente a acessar o medicamento e acompanhar cada etapa do processo”. Pioneiro da residência em clínica médica do HRT, o médico Jairo Zapata ajudou a estruturar o programa e formou gerações de especialistas Uma história que virou referência Primeiro programa de residência do HRT, criado na década de 1970, o curso de clínica médica consolidou-se como eixo estruturante da formação médica na unidade. Ao longo dos anos, foi ampliado, estruturado e passou a atrair profissionais de diferentes regiões do país, tornando-se referência na formação clínica na rede pública. Um dos pioneiros foi o médico Jairo Zapata, que ajudou a estruturar a residência e formou gerações de especialistas. Em reconhecimento ao seu trabalho, a enfermaria da clínica médica passou a se chamar Enfermaria Professor Dr. Jairo Martinez Zapata. “Deveria ser uma oportunidade acessível a todos os médicos recém-formados, com expansão das vagas no setor público. O residente está em aprendizado, sob orientação qualificada, e isso resulta em uma qualidade de atendimento ao paciente do SUS extraordinária”, destaca Zapata. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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