Resultados da pesquisa

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Detran-DF realiza Operação Sossego em São Sebastião

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Encontro reforça base científica para manejo de capivaras no DF

O 1º Workshop sobre Febre Maculosa no Contexto de Saúde Única, nesta sexta-feira (27), na Universidade Católica de Brasília (UCB), marcou um avanço importante na integração entre ciência, gestão ambiental e saúde pública no Distrito Federal. O encontro reuniu especialistas, pesquisadores e representantes do poder público para discutir estratégias de prevenção e vigilância da febre maculosa sob a perspectiva da Saúde Única. O evento integra o projeto estruturante de monitoramento, identificação e manejo de capivaras e carrapatos no DF, conhecido como Capivaras DF, que é uma parceria entre o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), a Secretaria de Saúde (Ses-DF) e a Universidade Católica de Brasília. A finalidade do trabalho conjunto é entender melhor as dinâmicas de capivaras e carrapatos no DF, de forma a trazer informações sólidas à população, bem como estratégias de ação. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da atuação conjunta entre diferentes áreas do governo: “Quando trabalhamos sob a perspectiva da Saúde Única, fortalecemos a prevenção, protegemos a população e cuidamos do nosso meio ambiente de forma responsável e estratégica”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou o papel da ciência no apoio à tomada de decisões: “O projeto é fundamental para orientar decisões técnicas e garantir o manejo adequado da fauna, sempre com responsabilidade ambiental e foco na saúde pública”. O evento integra o projeto estruturante de monitoramento, identificação e manejo de capivaras e carrapatos no DF | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O auditor fiscal da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Fernando Medeiros, que integra a Comissão de Gestão da Parceria, ressaltou o fomento à pesquisa proporcionado pela iniciativa. “O workshop faz parte desse termo de colaboração que o Brasília Ambiental lançou justamente para fomentar essa pesquisa. Então, o Instituto lançou o edital, e a Universidade Católica de Brasília venceu. O estudo busca entender se há superpopulação de capivaras, qual o risco de disseminação da doença e as soluções de manejo mais adequadas. Ao final, teremos subsídios técnicos para avaliar medidas como barreiras físicas, esterilização ou outras estratégias de manejo”, explicou. Estrutura do projeto De acordo com a coordenadora geral do projeto pela UCB, Morgana Bruna, a iniciativa conta com uma estrutura multidisciplinar que integra pesquisa acadêmica e gestão pública. “O projeto reúne coordenação geral e coordenadores de eixo, bolsistas do projeto tanto os de apoio técnico quanto os de iniciação científica e voluntários. Também contamos com representantes dos órgãos que fazem a gestão desse projeto, como o Brasília Ambiental, a Secretaria de Saúde e a Secretaria do Meio Ambiente, que participam do conselho responsável pelo acompanhamento governamental do projeto”, esclareceu. Contribuição científica O professor e pesquisador da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Escola de Veterinária e Zootecnia (EVZ), Felipe Krawczack — que atua como pesquisador de suporte desde a concepção do projeto —, destacou o papel do workshop no fortalecimento do conhecimento técnico. “O objetivo do workshop foi falar sobre a febre maculosa brasileira no contexto de Saúde Única, contribuir com o projeto e esclarecer dúvidas de pesquisadores, professores, alunos e profissionais da Secretaria de Saúde do DF, da Secretaria do Meio Ambiente e do Brasília Ambiental. Discutimos o que é a febre maculosa, como ela é transmitida, como é feito o diagnóstico e quando devemos nos preocupar, para levar informação correta à sociedade. Também debatemos a interpretação dos diagnósticos como ferramenta para fortalecer a prevenção e a vigilância dessa doença que envolve o carrapato, a capivara e uma bactéria com potencial de transmissão para a saúde humana”, concluiu.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Workshop reforça base científica para manejo de capivaras no DF

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Ceilândia intensifica manutenção de vias em período chuvoso

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Novacap, segue intensificando a manutenção de vias na cidade. Somente nesta sexta-feira (27), as equipes aplicaram aproximadamente oito toneladas de massa asfáltica em pontos estratégicos, reforçando a mobilidade urbana e a segurança de motoristas e pedestres. Ao longo da semana, as frentes de trabalho contemplaram a via marginal da BR-070, que dá acesso ao Condomínio Privê Ceilândia; as quadras EQNN 1/3, 22 e 24, em Ceilândia Norte; EQNM 5/7 e 8/10, em Ceilândia Sul; vias 05 a 09 do Setor O; via da QNQ 4/5; e vias do P1 ao P4, no P Sul. Para garantir maior durabilidade do serviço, foi utilizada massa asfáltica apropriada para condições climáticas adversas, além de equipamentos como rolo compressor e caminhão térmico, que asseguram a aplicação adequada do material. Ao longo de cinco dias, aproximadamente 20 toneladas de massa asfáltica foram usadas para recuperar vias de Ceilândia | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Prioridade Com o aumento das chuvas nos últimos dias, a demanda por reparos emergenciais cresceu significativamente. Segundo a Administração Regional de Ceilândia, a prioridade tem sido atender as vias principais de grande circulação, seguidas pelas vias secundárias e internas dos conjuntos habitacionais, conforme a disponibilidade de material e equipamentos fornecidos pela Novacap. [LEIA_TAMBEM]O administrador regional da cidade, Dilson Resende, destacou a importância da força-tarefa. “Com o período chuvoso, as demandas aumentam e nossa prioridade é atender situações emergenciais para assegurar mais segurança e melhor mobilidade nas vias da cidade. Estamos trabalhando diariamente, conforme a disponibilidade de material e equipamentos, para garantir respostas rápidas à população”, afirmou. Melhorias Além da recuperação asfáltica, outros serviços foram executados na cidade. Na QNO 17, na expansão do Setor O, foi realizada a desobstrução de passagem de águas pluviais, medida essencial para evitar alagamentos. Já na EQNP 28/32, no Setor P Sul, houve roçagem mecanizada, e, na Praça Pública da QNO 20, também na expansão do Setor O, foram feitos serviços de limpeza, capina e roçagem. A administração regional reforça que as equipes seguem nas ruas, monitorando pontos críticos e atuando de forma contínua para minimizar os impactos causados pelas chuvas e melhorar as condições de tráfego em toda Ceilândia. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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DF terá 50 pontos de vacinação neste sábado (28)

Neste sábado (28), 50 locais no Distrito Federal irão atuar como pontos de vacinação. Quem estiver com a vacinação atrasada pode aproveitar para garantir proteção. Entre as ofertas de imunizantes, estão os contra covid-19, dengue, febre amarela, pólio e coqueluche. Todas as vacinas são aplicadas conforme o recomendado para cada faixa etária. Para todos os públicos, a orientação é levar documento de identidade com CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Não haverá imunização no domingo, 1º de março. Já na segunda-feira (2), mais de 100 salas de vacina reabrem para atendimento à população. Ações extramuros Dos 50 locais de atendimento neste fim de semana, 47 são unidades básicas de saúde (UBSs) e três fazem parte da estratégia da Secretaria de Saúde (SES-DF) de levar vacinação para locais de grande circulação de pessoas. Um desses espaços será o evento GDF Mais Perto do Cidadão, que será realizado em Arapoanga. Também haverá vacinação em uma ação social no Sol Nascente. Já o Carro da Vacina vai passar pelo Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. Ações desse tipo têm ajudado a levar vacinas até a população. Somente em 2025, a SES-DF aplicou quase 155 mil doses em 1,1 mil "ações extramuros", como são chamadas. Dentre o total de ações, 365 ocorreram em escolas, 550 em locais de grande circulação de pessoas e 170 com o Carro da Vacina. *Com informações da Secretaria de Saúde   

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Motociclistas do Detran-DF escoltam gestante em trabalho de parto

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Conselheiros tutelares são capacitados para fortalecer combate ao abuso e à exploração sexual online no DF

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) promoveu, na tarde desta quinta-feira (26), o evento ECA Digital em Vigor: Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Online, no auditório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília. A iniciativa reuniu cerca de 200 participantes e marcou mais um passo decisivo na construção de uma política distrital de proteção digital para crianças e adolescentes. A atividade integra o 4º Encontro do primeiro ciclo de formação "Letramento digital para o combate ao abuso e à exploração sexual online", desenvolvido em parceria com a ChildFund Brasil. Ao todo, 220 conselheiros tutelares do Distrito Federal e profissionais da rede de proteção e salvaguarda infantil participam da capacitação, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos e alinhando o DF ao movimento internacional por uma internet mais segura. A cooperação técnica firmada entre a Sejus-DF e a ChildFund Brasil prevê a oferta de cursos online entre agosto deste ano e agosto de 2027, além da construção de uma política distrital de proteção digital e da disseminação de informações qualificadas para prevenção da violência contra crianças e adolescentes. Durante a abertura, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a urgência do tema: “Hoje, muitos pais já não se sentem seguros em deixar os filhos nem dentro de casa, porque o perigo pode estar dentro do próprio quarto, pela internet. Precisamos enfrentar essa realidade com informação, capacitação e ação integrada. Essa iniciativa é fundamental para proteger nossas crianças também no ambiente digital”. Durante a abertura, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a urgência do tema | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF O presidente-executivo da ChildFund Brasil, Maurício José Silva Cunha, ressaltou o caráter pioneiro da parceria com o Distrito Federal: “Essa cooperação com o DF é estratégica e inovadora. Estamos unindo esforços para estruturar uma política sólida de proteção digital e fortalecer a atuação dos conselheiros tutelares. O lançamento do aplicativo Navegando Seguros é mais uma ferramenta concreta de apoio às famílias e aos profissionais”. O evento também contou com a participação de representantes da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e especialistas em advocacy e proteção online. Um dos destaques foi o lançamento do aplicativo Navegando Seguros, voltado ao letramento digital e à orientação de famílias, educadores e profissionais da rede de proteção. Proteção de dados Outro eixo do debate foi a proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes. Especialistas reforçaram que a garantia desses direitos é desdobramento do princípio da proteção integral previsto na Convenção sobre os Direitos da Criança e que, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras específicas para o tratamento de dados desse público, sempre com base no princípio do melhor interesse. Foram destacados três pilares fundamentais: o consentimento qualificado dos responsáveis; a prevenção de riscos e a responsabilização de plataformas e instituições; e a promoção da educação digital como instrumento essencial para consolidar uma cultura de proteção. O encontro reafirmou o compromisso ético e institucional com a dignidade, o desenvolvimento saudável e a construção de um ambiente digital seguro, inclusivo e responsável para crianças e adolescentes do DF. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Prevenir, monitorar e atender são as estratégias do DF contra as viroses infantis

Vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2, responsável pela covid-19: estes são alguns dos causadores do histórico aumento do número de casos de infecções respiratórias em crianças, todos os anos no Distrito Federal, entre março e julho. O período de sazonalidade é causado por fatores como condições climáticas no período de transição de verão para outono e inverno. Para enfrentar esse desafio, a Secretaria de Saúde (SES-DF) vai colocar em ação um plano elaborado para prevenir casos, monitorar a circulação de cada vírus e oferecer tratamento rápido.  Crianças com quadros graves de doenças respiratórias contam com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Os últimos anos reforçaram a importância do planejamento antecipado e da atuação integrada da rede de saúde”, aponta a médica Juliana Macêdo, coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da secretaria. “O objetivo é reduzir casos graves, evitar desassistência e garantir maior segurança às crianças e suas famílias.” O plano contempla as fases de preparação, mobilização, alerta, emergência e crise, conforme o número de casos registrados e  de pacientes atendidos. “O foco está na antecipação das medidas, no reforço da capacidade de resposta e na integração do atendimento, além da intensificação das ações de prevenção e comunicação com a população”, explica a gestora.  Prevenção A vacinação é uma das principais medidas preventivas no combate às síndromes respiratórias agudas graves | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  Na primeira fase, destacam-se as medidas preventivas. Além de orientações gerais à população, como evitar a circulação em caso de doenças respiratórias, é indicada a vacinação contra os vírus influenza e covid-19, atividades que já fazem parte do dia a dia da SES-DF.  “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis” Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, já foram aplicadas mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. De acordo com os levantamentos populacionais, porém, apenas 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos foram vacinadas, percentual abaixo da meta de 90%.   A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis”, orienta. “Todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de seis a 12 meses”. Neste mês também foi iniciada a aplicação do nirsevimabe e do palivizumabe, medicamentos que protegem contra o vírus sincicial respiratório, indicados para bebês que nasceram prematuros. “O nirsevimabe e o palivizumabe representam avanços relevantes na prevenção das formas graves de infecção pelo VSR [Vírus Sincicial Respiratório], principal causa de bronquiolite e importante motivo de hospitalização em lactentes”, detalha Julliana Macêdo.  Monitoramento Para o monitoramento do número de casos, o DF conta, hoje, com dez unidades-sentinela. Nesses locais, distribuídos conforme as concentrações demográficas, há a coleta de amostras de pacientes com sintomas gripais a fim de detectar quais vírus estão em circulação. Os exames são enviados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Isso ajuda tanto a definir condutas de atendimento quanto a detectar eventuais cepas novas. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente” Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF mantém o monitoramento constante dos casos, incluindo o acompanhamento da situação em outras partes do Brasil e até em outros países. O registro de casos no próprio Distrito Federal também permite compreender o cenário local. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da secretaria. Entre 2023 e 2025, o número de casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus Sars-CoV-2, da covid-19, caiu de 965 para 472. Já os casos provocados pelo vírus Influenza subiram de 373 para 1.421. O trabalho no laboratório também tem sido mais preciso: em 2023, 61% dos casos foram classificados como de vírus “não especificado” — índice que, em 2025, ficou em 27%. Atendimento Conforme o plano de enfrentamento ao período de sazonalidade das infecções respiratórias virais na pediatria, a rede pública do Distrito Federal conta atualmente com 182 unidades básicas de saúde (UBSs). De 2019 até agora, 13 unidades foram entregues novas ou reformadas. Outras duas estão próximas da conclusão. As UBSs são a principal porta de acesso aos serviços de saúde e atendem pacientes com sintomas leves, sem necessidade de ir até hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs).  [LEIA_TAMBEM]Além disso, as UPAs de Ceilândia I, São Sebastião, Recanto das Emas e Sobradinho ofertam atendimento especializado em pediatria. Há pronto-socorro infantil, ainda, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em oito hospitais regionais, localizados em Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Taguatinga e Santa Maria.  Para casos mais complexos, há 128 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (Utip), sendo 16 no Hmib, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), 20 no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), 58 no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) e dez no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) — este último de administração federal —, além de 19 já disponíveis nos hospitais Santa Marta e Anchieta Ceilândia, a partir do credenciamento para prestação de serviços. Há ainda 39 leitos de isolamento respiratório.  Juliana Macêdo lembra que, além da ampliação do número de leitos, há capacitação constante de servidores, reforço de equipes e novos métodos de trabalho: “Seguem em curso estratégias de reorganização de fluxos, qualificação da rede e otimização da capacidade instalada”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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