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Secretaria do Entorno realiza Feira Raízes do Entorno nos dias 4 e 5 de março

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Residentes aprovados em processo seletivo são recepcionados em evento de acolhimento integrado

Nesta sexta-feira (27), novos residentes da rede pública de saúde foram homenageados. Com o tema “Acolher para cuidar”, o auditório Planalto, no Ulysses Centro de Convenções, recebeu cerca de mil aprovados no processo seletivo promovido pela Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), instituição formadora no campo das especializações. Entre médicos e outras 15 categorias profissionais, o desejo era o mesmo: comemorar a conquista e começar a nova trajetória de trabalho. Distribuídos pelas unidades de saúde da rede pública do DF, os novos residentes vão atuar acompanhados por preceptores e tutores e vivenciar o dia a dia de quem trata, acolhe, salva e cura pessoas. Terão a oportunidade de se especializar com a certeza de fazer parte de uma das residências mais concorridas do país, que é considerada padrão ouro, tamanha a referência dos programas oferecidos. Novos residentes se especializam para atuar junto ao SUS, reforçando a qualidade da saúde pública do DF | Fotos: Divulgação/Fepecs  “Vocês, que vão cuidar da população, tenham um olhar sempre atento e cuidem das pessoas que mais precisam” Celina Leão, vice-governadora Durante a solenidade de abertura, gestores e autoridades destacaram a importância de os residentes atuarem no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que propicia o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores necessários à profissão. O evento simboliza uma nova etapa na formação profissional e tem como objetivo promover a integração entre as diferentes áreas da saúde, o alinhamento institucional e o fortalecimento da saúde pública. A vice-governadora Celina Leão lembrou que se trata da “maior contratação de residentes do DF”, e citou sua mãe, Maria Célia Leão, que estava na plateia, como exemplo de dedicação ao estudo: “Aos 83 anos, é mestranda na área da saúde”. Celina também falou sobre a importância dos novos residentes para a rede pública e fez um pedido: “Vocês, que vão cuidar da população, tenham um olhar sempre atento e cuidem das pessoas que mais precisam”. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, também saudou os novos residentes e seus familiares: “Lembrem-se do juramento que fizeram e não desanimem diante do cansaço de 60 horas semanais de trabalho. Valorizem o cuidado centrado no paciente”. Presente à solenidade, a diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Inocência Rocha, ressaltou: “Os novos residentes representam uma melhora no atendimento à população do DF, com cuidado, eficiência e qualidade, reforçando o papel formador do SUS”. Também participaram da mesa de abertura representantes do Ministério da Saúde (MS), da Comissão de Residência Médica (Coreme) e da Comissão de Residência Multiprofissional (Coremu). A diretora da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), Fernanda Monteiro, relembrou a própria trajetória na residência “há 24 anos”. Natural do Rio Grande do Sul, a gestora se especializou em saúde pública e disse ter se “apaixonado”, pois “vivenciei verdadeiramente o SUS”. De acordo com ela, “a residência é uma oportunidade de ter ideias inovadoras e questionar as políticas públicas para aprimorá-las”. Após sua residência, Fernanda traçou seu caminho até chegar ao Ministério da Saúde (MS), onde atuou durante 11 anos na área da saúde da criança. Hoje, servidora da Secretaria de Saúde (SES), continua uma "defensora do SUS e acreditando na formação e capacitação de profissionais como um dos pilares mais importantes". Coordenadora da pós-graduação lato sensu e extensão, Vanessa Guimarães Campos parabenizou os aprovados no processo seletivo para as residências. “Vocês são os melhores dentre dez mil candidatos”, exaltou. Ela agradeceu o investimento do governo local, de R$ 164 milhões por ano em bolsas para residências, e lembrou aos residentes: “Qualifiquem os campos educacionais disponibilizados pela Secretaria de Saúde”. Homenagens Entre os homenageados especiais, estavam novos residentes, um representante do Ministério da Saúde e a vice-coordenadora da Comissão de Residência Médica (Coreme) Durante a solenidade, a equipe da ESP-DF promoveu homenagens. O primeiro a ser chamado foi o residente Lucas Moura de Oliveira, pela conquista da nota mais alta na residência médica para o programa de anestesiologia. Em seguida, subiu ao palco Layane dos Santos Silva, que obteve a nota mais alta na residência multiprofissional para o programa de vigilância em saúde e epidemiologia. Representando o Ministério da Saúde, Felipe Proenço foi homenageado pela liderança de um programa de especialistas que tem como principal objetivo reduzir o tempo de espera por atendimento no SUS. Além dele, a vice-coordenadora da Coremu, Dalila Matilde Rezende, recebeu homenagem por sua liderança e apoio às demandas da entidade distrital. Histórico [LEIA_TAMBEM]Iniciada em 1964, a residência médica foi estabelecida no Hospital de Base, com a antiga Comissão de Internos, Residentes e Estagiários (Cinre). Em 2001, passou a ser vinculada à Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) que, hoje, é mantenedora da ESP-DF. No início dos anos 1980, eram ofertadas cerca de 110 vagas anuais de residência médica pela Fundação Hospitalar do Distrito Federal. Já na década de 1990, o número de vagas teve um aumento significativo e passou para 302 anuais. Em 2017, foram ofertadas 444 vagas, por meio de edital público, e, em 2024, o número passou para 554. Atualmente, são oferecidos 120 programas de residência médica, com destaque para três inéditos: neurologia em rede, cardiologia em rede e ecocardiografia. No âmbito das residências em áreas profissionais, o marco inicial foi em 1992, com oferta de menos de 30 vagas. Em 2015, foi instituída a residência multiprofissional, que hoje abrange 21 programas e 15 categorias diferentes. Com oferta de 434 vagas anuais, a novidade deste ano é a residência em análises clínicas. O ano de 2026 será lembrado como uma referência positiva, pois está recebendo o maior número de residentes desde a década de 1960.    *Com informações da Fepecs

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Após 48 anos, Restaurante Palhoça tem ocupação regularizada e GDF chega à marca de 1.500 contratos concedidos

Depois de quase cinco décadas de espera, a ocupação histórica do tradicional Restaurante Palhoça, no Guará, foi regularizada nesta sexta-feira (27). O documento foi entregue pelas mãos do governador Ibaneis Rocha diretamente aos proprietários do estabelecimento. A assinatura do contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) marca também a entrega de número 1.500 formalizada na gestão Ibaneis Rocha. O governador Ibaneis Rocha destacou que o programa de regularização de terra do governo respeita "quem emprega de verdade" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O contrato foi celebrado por meio do Instituto da Convalidação de Incentivo Econômico, previsto nas leis distritais nº 6.251/2018 e nº 6.468/2019. A medida reconhece a trajetória do estabelecimento, que ao longo dos anos acumulou autorizações emitidas pelo Executivo e agora passa a contar com segurança jurídica definitiva. Para o governador, a regularização reflete o respeito ao trabalho desenvolvido pelo restaurante, além de fortalecer a atividade econômica na região. “Estamos tratando de 1.500 empresas que geram milhares de empregos no Distrito Federal. Essa é a importância de um programa de regularização responsável, com transparência e respeito a quem emprega de verdade”, afirmou. "Nesta gestão, todo dia uma empresa foi salva, empregos foram mantidos e famílias protegidas aqui no DF com a entrega do documento de regularização" Leonardo Mundim, diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap “A lei que impulsionou a regularização é de 27 de dezembro de 2019. Então, nós temos seis anos até agora, ou seja, 1.500 dias úteis. Isso significa que nesta gestão, todo dia uma empresa foi salva, empregos foram mantidos e famílias protegidas aqui no DF com a entrega do documento de regularização”, esclareceu o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim.  Segurança jurídica e desenvolvimento Atualmente comandado por Jorge Eustáquio de Oliveira, ao lado dos sócios Gilvanaldo da Cunha e Maria Lourdes Salvino, o Restaurante Palhoça consolida quase meio século de atuação no DF. A formalização do contrato garante estabilidade para continuidade das atividades e possibilita novos investimentos. Fundado em 1978, o restaurante começou em um pequeno quiosque coberto de palha, voltado principalmente para atender trabalhadores da região dos postos de combustíveis do Guará, na altura da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Ao longo dos anos, o espaço cresceu e se tornou referência gastronômica, especialmente pela tradição da carne de sol trazida do Rio Grande do Norte. Jorge Eustáquio de Oliveira e os sócios estão à frente do Palhoça há 48 anos: "Agora temos segurança para investir, melhorar a estrutura, trocar telhado, piso e fazer as benfeitorias que antes não podíamos fazer" “Tem 48 anos que o restaurante existe. Começou pequeno, num quiosque de palha, e foi crescendo com muito trabalho. Estamos aqui todos os dias, sem parar. Hoje, atendemos cerca de 2.500 clientes por semana”, contou Jorge Eustáquio.   Segundo ele, a regularização representa a realização de uma longa espera. “É um sonho realizado. São quase 40 anos de luta pela regularização. Agora temos segurança para investir, melhorar a estrutura, trocar telhado, piso e fazer as benfeitorias que antes não podíamos fazer”, afirmou. Para Gilvanaldo da Cunha, a conquista tem significado especial. “O Palhoça existe há 48 anos e lutamos por essa regularização há décadas, mantendo empregos e trabalhando todos os dias. Hoje é um sentimento de garantia, de poder continuar aqui com segurança. É uma bênção”, compartilhou. "Esse instrumento significa que essa família pode investir com segurança jurídica, sabendo que ninguém vai chegar aqui para tomar o terreno" Governador Ibaneis Rocha Segundo o governador, a política de regularização fundiária voltada ao setor produtivo tem sido uma das prioridades da gestão. “Esse instrumento significa que essa família pode investir com segurança jurídica, sabendo que ninguém vai chegar aqui para tomar o terreno”, concluiu Ibaneis Rocha.  A Concessão de Direito Real de Uso permite que empreendimentos consolidados, que cumpram os requisitos legais, tenham seu direito de permanência reconhecido, assegurando previsibilidade jurídica e fortalecendo o ambiente de negócios no Distrito Federal. Marco O contrato de número 1.500 é fruto de um trabalho de oito anos em que a legislação foi revista e aperfeiçoada para solucionar os problemas históricos do Pró-DF.  [LEIA_TAMBEM]Para Leonardo Mundim, o número alcançado simboliza a consolidação da política de segurança jurídica no Distrito Federal. “Essa entrega que hoje completa 1.500 instrumentos de escrituras e contratos em programas de desenvolvimento econômico é um marco histórico que reflete o pilar da segurança jurídica. Empresas que esperavam há 20, 30 ou até 40 anos agora podem manter seus empregos, ampliar suas metas e continuar gerando desenvolvimento para o Distrito Federal”, ressaltou. Dentro da política pública, foi criado o sistema de concessão de uso do Desenvolve-DF, pelo qual a empresa ocupa com segurança jurídica um imóvel da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), pagando um preço público pela concessão de uso, após prazo de carência determinado, e assumindo o compromisso de cumprir meta de geração de empregos no local. Com os documentos em mãos, os empresários conquistam o sonho da regularização e contam com maior transparência e segurança às atividades produtivas.  

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Terceira licitação de imóveis de 2026 disponibiliza oportunidades para moradia e investimento em diversas regiões do DF

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) promove, em 6 de março, a terceira licitação pública de imóveis do ano, reunindo oportunidades para diferentes perfis de compradores — desde quem busca construir a casa própria até investidores interessados em áreas comerciais e mistas em regiões estratégicas do Distrito Federal. O Edital nº 03/2026 já está disponível para download no portal da empresa, neste link.  Desta vez, a Terracap disponibiliza terrenos em localidades como Jardim Botânico (Residencial das Sucupiras), Recanto das Emas, Samambaia, Riacho Fundo II, além de outras regiões administrativas. Pessoas físicas e jurídicas podem participar da concorrência, que ocorrerá em formato presencial e com envio de propostas também pela plataforma online da empresa. A licitação é transmitida ao vivo pelo YouTube.  Os interessados podem participar de forma online ou presencialmente no auditório do edifício-sede da Terracap, a partir das 9h, no dia da licitação. A caução deve ser depositada até o dia 5 de março, em qualquer agência do BRB. As condições facilitadas de pagamento seguem como um dos principais atrativos das licitações da Terracap, com entrada mínima de 5% do valor do imóvel e financiamento em até 180 meses, além de taxas de juros reduzidas — diferenciais que tornam a aquisição mais acessível e segura, com imóveis devidamente escriturados e processo licitatório transparente. Residencial das Sucupiras  Pessoas físicas e jurídicas podem participar da concorrência, que ocorrerá em formato presencial e com envio de propostas também pela plataforma online da empresa | Foto: Divulgação/Terracap Principal vitrine desta licitação, o Residencial das Sucupiras, localizado no Jardim Botânico e que integra o complexo urbanístico Aldeias do Cerrado, reúne lotes residenciais voltados à moradia unifamiliar em um projeto planejado e com infraestrutura executada pela própria Terracap. Os imóveis do empreendimento integram os itens 8 a 22 do edital. São 15 unidades, com metragens a partir de 420 m² e valores iniciais de R$ 317 mil. A entrada mínima é de R$ 15,8 mil, com possibilidade de parcelamento do saldo em até 240 meses. O Residencial das Sucupiras oferece uma estrutura completa de lazer, com campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, salão de festas, espaço gourmet, espaço fitness, quiosques com churrasqueira e estacionamento para visitantes, itens que reforçam o bem-estar dos moradores e o potencial de valorização da região. Outro diferencial é a taxa de financiamento reduzida para imóveis residenciais unifamiliares, fixada em 0,2% ao mês, o que amplia a atratividade para quem busca planejamento financeiro de longo prazo. Inserido em uma das áreas com maior potencial de valorização do DF, o Aldeias do Cerrado combina contato com a natureza, planejamento urbano e proximidade com importantes eixos de ligação ao Plano Piloto e ao Lago Sul — fatores que consolidam o Sucupiras como oportunidade tanto para moradia quanto para investimento patrimonial. Terrenos mistos e comerciais em eixos estratégicos O edital também apresenta oportunidades relevantes no Recanto das Emas, com terrenos localizados ao longo de importantes avenidas da região, como a Avenida Vargem da Bênção. Os lotes possuem metragens que variam de aproximadamente 150 m² a mais de 1,8 mil m², com entradas a partir de R$ 6,6 mil.  A destinação permite usos comerciais, institucionais e industriais, favorecendo a implantação de empreendimentos e serviços em uma região em expansão urbana e com forte demanda local, característica que amplia o potencial de retorno para investidores. Já em Samambaia, a licitação inclui imóveis destinados a empreendimentos residenciais multifamiliares e usos mistos, possibilitando a construção de apartamentos. Neste caso, há terreno com até 900 m² de área, potencial construtivo ampliado e valores mínimos próximos de R$ 933 mil, com entrada a partir de aproximadamente R$ 46,6 mil. A região possui infraestrutura urbana consolidada, comércio ativo e excelente mobilidade, características que colocam Samambaia entre as regiões administrativas mais atrativas para novos empreendimentos imobiliários. O edital contempla ainda diversos terrenos no Riacho Fundo II, com perfil predominantemente comercial e de prestação de serviços. Os lotes apresentam áreas a partir de 91 m², valores mínimos a partir de R$ 150 mil e opções maiores, de 3,1 mil m², avaliadas em cerca de R$ 2,6 mi — todos com entrada mínima de 5% e parcelamento em até 180 meses. Localizados em quadras com vocação comercial consolidada, os imóveis permitem usos combinados — comercial, institucional, industrial e residencial —, ampliando as possibilidades de exploração econômica dos empreendimentos. Alguns cuidados são necessários para participar da licitação. Veja o passo a passo:  1. Leia atentamente o edital disponível no site da Terracap;  2. Escolha o imóvel;  3. Preencha a proposta de compra – disponível no site da Terracap;  4. Recolha a caução, correspondente a 5% do valor do lote, que funciona como exigência para habilitação na licitação;  Atenção: O valor deve ser recolhido em uma agência do BRB, mediante depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap, necessariamente em nome do próprio licitante ou pelo seu legítimo procurador até o dia 5 de março. A não apresentação da procuração implica em desclassificação automática do licitante. A licitação ocorrerá no dia subsequente; 5. Entregue a proposta. Há duas opções de fazer isto: dirigir-se à Terracap e depositar o documento devidamente preenchido, assim como o comprovante de pagamento de caução, na urna da Comissão de Licitação, no dia 6 de março, entre 9 e 10h, ou optar pela proposta online. Neste caso, a proposta e o comprovante de caução também devem ser enviados eletronicamente no mesmo dia e horário.  É dever do licitante atentar para todas as cláusulas do edital, em especial a que se refere à possível incidência do pagamento de taxa de Outorga Onerosa de Alteração de Uso (Onalt) ou do Direito de Construir (Odir).  Para os licitantes preliminarmente classificados, a documentação exigida no edital deve ser entregue por meio da plataforma online, acessando-se o site www.terracap.df.gov.br, no menu Serviços, opção Requerimento Online; por meio do endereço eletrônico da Comissão de Licitação: copli@terracap.df.gov.br; assim como no atendimento da Terracap, das 7h às 19h. *Com informações da Terracap

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Serviços de Comunicação, Informação e Transparência - Abas 1

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Curso gratuito de síndico no Itapoã Parque busca fortalecer protagonismo dos moradores

Depois de passar sete anos morando de aluguel em São Sebastião, Cristiano Rodrigues conquistou a casa própria no Itapoã Parque. A mudança veio em meio à pandemia, quando surgiu a oportunidade de adquirir o imóvel por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF). Há dois anos, ele vive no Condomínio 49 com a esposa. “No meu condomínio são oito prédios”, descreve ele. “Cada apartamento tem três quartos. Ao todo, são 128 famílias. Mas aqui tem condomínio para todos os lados. O Itapoã Parque está crescendo muito.” Curso Básico de Síndico, promovido pela Administração Regional do Itapoã com parcerias, ajuda na atualização dos profissionais administrativos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O ritmo acelerado de entregas habitacionais no Itapoã Parque trouxe não só novos moradores, mas também desafios para a administração dos condomínios. Até dezembro do ano passado, foram entregues 7.488 unidades habitacionais.  Quando o projeto estiver concluído, serão 12.112 apartamentos, distribuídos em 71 condomínios. Desses, 45 já estão ocupados, reunindo cerca de 30 mil pessoas. “Com o curso, esperamos melhorar a harmonia e a convivência dentro dos condomínios” Dilson Bulhões, administrador regional do Itapoã À medida que cada prédio abre suas portas, cresce a necessidade de síndicos preparados para garantir a gestão dos empreendimentos. Para lidar com essa demanda crescente, a Administração Regional do Itapoã lançou o Curso Básico de Síndico, em parceria com o Instituto Nacional dos Condomínios e Cidades Inteligentes e a Assosíndicos-DF. “A administração está presente na resolução de problemas entre síndicos e condôminos; e, com o curso, esperamos melhorar a harmonia e a convivência dentro dos condomínios”, explica o administrador do Itapoã, Dilson Bulhões. Segundo ele, o curso aborda gestão financeira e resolução de conflitos, além das atividades cotidianas do síndico. “Também inclui a interação com a administração regional e órgãos do Governo do Distrito Federal, principalmente o Serviço de Limpeza Urbana”, enumera. Gestão condominial Paulo Melo, coordenador do Curso Básico de Síndico: “O síndico, muitas vezes, faz tudo com boa vontade, mas sem preparo” O curso é gratuito — mediante a doação de dois quilos de alimento não perecível — , tem certificado com carga horária de 10 horas e contou com 70 inscritos nesta edição. Segundo o coordenador das atividades, Paulo Melo, o Distrito Federal tem passado por uma explosão de condomínios, o que aumenta a demanda por profissionais preparados. “O síndico, muitas vezes, faz tudo com boa vontade, mas sem preparo”, observa. “Em algum momento, ele pode se perder e acabar respondendo por isso. Por isso, o nosso objetivo é ajudar o síndico a se capacitar e adquirir conhecimento.” Aprimoramento Rebeca Matos já participou de outra capacitação sindical: “A área de condomínios muda com frequência, principalmente por causa das leis, por isso a gente precisa buscar sempre mais conhecimento para se atualizar e atender às novas demandas” Rebeca Matos, síndica do Condomínio 67 há dois anos, foi uma das participantes da formação. “Vim aprender um pouco mais”, conta. “Já fiz curso de formação de síndicos em 2024, mas a área de condomínios muda com frequência, principalmente por causa das leis. Por isso, a gente precisa buscar sempre mais conhecimento para se atualizar e atender às novas demandas”. [LEIA_TAMBEM]O primeiro dia de capacitação foi esta quarta-feira (25), no auditório da Escola Classe 502 do Itapoã Parque. Durante a aula inicial, os participantes receberam orientações sobre normas técnicas, convivência e organização do condomínio. As aulas abordam aspectos como legislação, administração, contabilidade, relações humanas e interpessoais, liderança e noções de engenharia, além das regras técnicas, como a ABNT 16.280. “O condomínio precisa prestar contas em assembleia e organizar balancetes”, esclarece Paulo Melo. O curso já percorreu outras regiões do Distrito Federal. No mês passado, no Guará, 223 participantes receberam certificados.  “A gente tem feito a formação de síndicos em várias regiões administrativas”, relata o presidente da Assosíndicos-DF, Emerson Tormann. “Esse curso já foi muito elogiado por muita gente em todo o Brasil, porque a gente faz esse trabalho de forma gratuita e sempre visando principalmente às legislações e às normas que estão em vigor e aquelas que estão por vir.”     

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Escola de Governo tem vagas abertas em cursos gratuitos para servidores

A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) está com inscrições abertas para 52 turmas de cursos presenciais agendados para março. As formações são exclusivas para servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e têm como objetivo promover a qualificação estratégica desse público. O prazo para matrícula, o número de vagas, a duração e a data de início das aulas variam conforme o curso escolhido. As inscrições devem ser feitas pela internet. A programação inclui formações em áreas como políticas públicas, inteligência artificial e técnicas especializadas — além de temas ligados ao mês da mulher. Entre as opções, estão os cursos de Gestão e Fiscalização de Contratos, Ética e Integridade, e Saúde Mental e Realização Pessoal. As formações são exclusivas para servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e têm como objetivo promover a qualificação estratégica desse público | Foto: Vinicius de Melo/Seec-DF “A nossa missão é melhorar o serviço prestado para a população, a qualidade de vida da população do Distrito Federal. Mas é um investimento também na qualificação pessoal do servidor, o que acaba sendo uma forma de reconhecimento. Quando trata de temas transversais, a gente traz qualidade de vida para ele no dia a dia, porque facilita o trabalho, otimiza, dá mais segurança no que está fazendo. É uma forma de poder investir tanto no desenvolvimento pessoal quanto na qualificação do serviço”, destacou a diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino. Além das turmas presenciais, ainda serão ofertados, em março, 28 cursos na modalidade à distância (EAD), sem limite de vagas. As inscrições também devem ser feitas por meio do sistema da Egov.

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