Resultados da pesquisa

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Encontro reforça enfrentamento ao feminicídio como política de Estado 

Autoridades, especialistas e lideranças femininas participaram, nesta quinta-feira (26), do evento “O Brasil pelas Mulheres — Proteção a Todo Tempo”, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com a TV Brasília para ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. O encontro contou com a presença da vice-governadora Celina Leão, e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e do secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.   Durante o encontro, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou: “Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil” | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento integra uma série de iniciativas do jornal voltadas à ampliação do diálogo sobre violência contra a mulher e à construção de soluções coletivas. Celina Leão reforçou: “O enfrentamento à violência contra a mulher no DF é uma política de Estado sólida. Estruturamos uma rede de proteção que é referência nacional por integrar prevenção, capacitação e acolhimento. Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade”. Luta de todos Para a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), espaços como esse promovido pelo jornal fortalecem a articulação entre poder público, imprensa e sociedade civil, consolidando uma rede de proteção que deve atuar o tempo todo — na prevenção, na denúncia, na investigação e na responsabilização. “Quando o assunto é feminicídio, não há o que comemorar enquanto houver uma única mulher assassinada por razão de gênero”, declarou Sandro Avelar. “Todos os estados estão buscando formas de enfrentar essa realidade, e aqui no DF trabalhamos de forma integrada, com protocolo específico que determina que toda morte violenta de mulher seja inicialmente investigada como feminicídio. Isso evita a subnotificação, fortalece a investigação e demonstra que essa é uma política de Estado, não uma pauta que possa ser politizada. É uma luta de todos nós.” “Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade” Celina Leão, vice-governadora O secretário também enfatizou o papel da sociedade no enfrentamento à violência: “É triste saber que, muitas vezes, vizinhos e familiares tinham ciência de que aquela mulher sofria violência e ninguém denunciou. Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil”.  Giselle Ferreira falou sobre o programa Acolher Eles e Elas, destinado aos órfãos do feminicídio: “É um benefício de um salário mínimo. Hoje cuidamos de mais de 207 órfãos. Além do apoio financeiro, os órfãos e as famílias são acompanhados pelos especialistas da SMDF para amenizar os impactos psicológicos das crianças e jovens. É mais uma política pública de assistência às vítimas realizada pelo Governo do Distrito Federal”. Denuncie [LEIA_TAMBEM]Além do registro presencial de ocorrências em delegacias, a Polícia Civil (PCDF) disponibiliza o registro de ocorrência por meio da plataforma Maria da Penha Online. A comunicante pode enviar provas com fotos, vídeos e requerer acolhimento. Outros canais de denúncia são o e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; o telefone 197, opção zero; e o WhatsApp (61) 98626-1197, além do 190, da Polícia Militar (PMDF), disponível para atendimento emergencial.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Professores da rede pública já podem se inscrever no curso Mobilidade e Trânsito

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o 17º ciclo de formação em Mobilidade e Trânsito, do Programa Detran nas Escolas, destinado a todos os profissionais da carreira magistério da rede pública de ensino do DF, da educação infantil ao ensino médio, Educação de Jovens e Adultos — EJA e Educação Profissional. A formação, oferecida pelo Detran-DF, tem carga horária de 120h/a e é certificada pela Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Os interessados devem se inscrever no site da instituição até o dia 22 de março.  “Nosso objetivo é discutir com os professores das diversas fases de ensino como trabalhar com seus alunos o tema Mobilidade e Trânsito de forma integrada ao Currículo em Movimento. Os professores recebem material pedagógico apropriado a cada fase escolar e todo o percurso formativo é acompanhado por nossos tutores que facilitam o aprendizado e a aplicação prática das atividades propostas”, destaca o diretor-geral, Marcu Bellini. O curso Mobilidade e Trânsito poderá ser feito concomitantemente com qualquer outro curso da Eape e terá início no dia 26 de março. O 17º ciclo de formação em Mobilidade será desenvolvido no Ambiente Virtual de Aprendizagem — AVA, da plataforma de Educação a Distância do Detran-DF, com quatro encontros virtuais síncronos e um encontro presencial.  Os interessados podem se inscrever até o dia 22 de março | Foto: Divulgação/Detran-DF Material de apoio  Além dos materiais digitais disponibilizados via plataforma EaD, os cursistas terão acesso a materiais didáticos com a temática Mobilidade e Trânsito, distribuídos presencialmente para os presentes na aula inaugural: Educação Infantil — Kit de jogos; Anos Iniciais, Finais, Ensino Médio, EJA e Educação Profissional — Kit de materiais pedagógicos.  Metaverso  Para proporcionar maior interação entre os cursistas, será apresentada a novidade deste ciclo: o Metaverso do Detran. Trata-se de um novo ambiente digital integrado à plataforma EaD já utilizada em edições anteriores.   *Com informações do Detran-DF

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👮👩‍🚒Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF

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Pesquisa da UnB apoiada pela FAPDF torna produção de hidrogênio verde mais próxima à realidade

Transformar água em combustível limpo pode parecer algo distante do cotidiano, mas é exatamente isso que um projeto desenvolvido no Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB) está tornando cada vez mais viável. Coordenada pelo professor Jorlandio F. Felix, doutor em física, bolsista de produtividade do CNPq e docente associado da UnB, a pesquisa produz e caracteriza filmes finos (camadas extremamente finas) baseados em materiais de Van der Waals (forças fracas) para aplicação como catalisadores na geração de hidrogênio e também em dispositivos eletrônicos. O projeto foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea (2022), da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), com investimento de R$ 179 mil. Esse edital faz parte do Programa de Pesquisa Básica da FAPDF, direcionado a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que buscam validar hipóteses, desenvolver conceitos e consolidar bases experimentais, posicionando-se, assim, na esteira de níveis iniciais de maturidade tecnológica. Versão aprimorada do sistema AME, equipada com módulo de controle remoto | Fotos: Divulgação/FAPDF O apoio da FAPDF foi decisivo para estruturar toda a cadeia de pesquisa, desde a adaptação de equipamentos até a aquisição de materiais de alta pureza e a implementação de instrumentação especializada. Além dos resultados científicos, o projeto gera impactos estruturantes: formação de estudantes de iniciação científica, mestrado e doutorado; fortalecimento da infraestrutura científica da UnB; consolidação do DF como polo em nanotecnologia e hidrogênio verde; e potencial criação de um novo setor industrial voltado à produção de dispositivos energéticos de alto desempenho. Para o professor Jorlandio, “essa tecnologia não representa apenas um avanço científico; ela demonstra que é possível produzir energia limpa com menor custo e menor impacto ambiental, criando oportunidades econômicas e formando profissionais altamente qualificados no Distrito Federal”. O diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, destaca: “Apoiar projetos como esse significa investir em soberania tecnológica e em soluções concretas para os desafios da transição energética. Quando fomentamos pesquisas que unem ciência de ponta, sustentabilidade e potencial de aplicação industrial, estamos preparando o Distrito Federal para liderar a nova economia da energia limpa”. Do laboratório ao hidrogênio verde Raios gama atingindo o material bidimensional e criando vacâncias de enxofre O hidrogênio é considerado um dos pilares da transição energética porque pode substituir combustíveis fósseis em setores onde a eletrificação direta é mais difícil, como na indústria pesada e no transporte de cargas. Ele pode ser utilizado como combustível para ônibus, caminhões e trens, gerando apenas vapor d’água como resíduo; em processos industriais que exigem altas temperaturas, como a produção de aço; e como forma de armazenar energia solar e eólica, funcionando como uma espécie de “bateria química” de grande escala. Quando produzido a partir da eletrólise da água usando energia renovável — como solar ou eólica —, ele é chamado de hidrogênio verde, pois não gera emissões de carbono no processo. Sistema de deposição de filmes finos AME (do inglês, Automatic Mechanic Exfoliation), versão original protegida pela patente BR1020240157060 Para produzir esse hidrogênio, é necessário quebrar a molécula da água (H₂O) usando eletricidade. Essa reação, chamada eletrólise, só ocorre com eficiência quando há um catalisador — material que acelera a reação e reduz o gasto energético. Hoje, o catalisador mais eficiente é a platina, um metal raro e caro. É nesse cenário que a pesquisa da UnB apresenta uma alternativa promissora. O grupo trabalha com filmes finos produzidos a partir de materiais bidimensionais (2D). Filmes finos são camadas extremamente finas de material aplicadas sobre uma superfície. Elas podem ser milhares de vezes mais finas que um fio de cabelo e, mesmo quase invisíveis, conseguem conduzir eletricidade ou acelerar reações químicas. Filmes semelhantes já estão presentes no cotidiano — por exemplo, nas telas de celulares sensíveis ao toque, em espelhos e até em alguns tipos de painéis solares. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia” Jorlandio F. Felix, professor e doutor em física Entre os materiais utilizados estão os chamados dicalcogenetos de metais de transição (TMDCs), como o dissulfeto de molibdênio (MoS₂) e o dissulfeto de tungstênio (WS₂). O MoS₂ já é utilizado há décadas como lubrificante industrial, reduzindo o atrito entre peças metálicas graças à estrutura em camadas. Na pesquisa da UnB, porém, esses mesmos materiais são aplicados em escala nanométrica — quase atômica — para acelerar reações químicas e produzir hidrogênio verde. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia”, explica o professor Jorlandio. Automação e inovação Um dos grandes diferenciais do projeto é o desenvolvimento da técnica chamada Esfoliação Mecânica Automática (AME). De forma simplificada, trata-se de um sistema automatizado que deposita materiais bidimensionais, como MoS₂ e WS₂, sobre uma superfície com controle preciso de pressão e movimento. Esses materiais começam como um pó escuro comum, mas têm uma estrutura formada por camadas muito finas, unidas por forças fracas chamadas forças de van der Waals. Quando pressionadas contra uma superfície, essas camadas se desprendem e formam o filme fino. O sistema funciona como uma “caneta” de alta precisão, guiada por motores que controlam o movimento em diferentes direções e a força aplicada, garantindo uniformidade e padronização. [LEIA_TAMBEM]Essa automação resolve um dos principais desafios da nanotecnologia: a reprodutibilidade, ou seja, assegurar que o material seja produzido sempre com a mesma qualidade. “Na ciência, de nada adianta descobrir um material incrível se não conseguimos fabricá-lo sempre com a mesma qualidade. O sistema AME garante padronização e abre caminho para levar a tecnologia da bancada para a indústria”, afirma o coordenador. O mecanismo foi patenteado sob o número BR1020240157060, consolidando o avanço tecnológico desenvolvido no Distrito Federal. *Com informações da FAPDF  

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Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs

Cerca de R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal de 2019 até o ano passado. Esses equipamentos públicos são estratégicos para o desenvolvimento social e econômico do Quadradinho, com fortalecimento de tradições culturais, geração de emprego e renda, além de incentivo ao empreendedorismo. Atualmente, existem 35 feiras permanentes e três shoppings populares — localizados em Ceilândia, Taguatinga e Gama —, que totalizam 12 mil bancas cadastradas, das quais cerca de 9 mil estão ocupadas, o equivalente a 75% do total. Nos últimos sete anos, aproximadamente R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A modernização e a ampliação das estruturas, juntamente com a regularização dos feirantes e a ocupação dos boxes, são prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF) e compõem o programa Feira Legal, instituído em 2019. A iniciativa une esforços da Secretaria de Governo (Segov) e de outras pastas do Executivo, prevendo também a promoção de incentivos aos comerciantes e a oferta de entretenimento nos espaços. Já foram regularizados 3,6 mil feirantes. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destaca os pilares do programa: a reforma das feiras, a regularização e o incentivo à atividade produtiva. “No caso da reforma, promovemos um ambiente mais apropriado para os trabalhadores, feirantes, para que tenham um local digno para trabalhar e oferecer aos seus clientes um ambiente também mais agradável. Mesma coisa em relação aos clientes, que, ao chegarem a uma feira que está reformada, sentem que o governo está cuidando de um equipamento público importante para a comunidade, sobretudo no Distrito Federal, em que nós não temos praia”, explica. Araújo reforça o papel cultural desses espaços. “No DF temos a característica fortíssima do uso das feiras como uma fonte de renda, mas principalmente como um local de visita e de compras para a comunidade. É um lugar onde as famílias se encontram, onde o povo aproveita os seus finais de semana e faz as suas compras e faz dessa oportunidade de estar nas feiras também um momento de prazer”, ressalta. A obra da feira do Riacho Fundo II foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021 este GDF conseguiu destravar a ocupação das bancas para um funcionamento pleno do comércio Bem-estar para comerciantes e clientes Desde 2019, mais de 20 unidades passaram por serviços de manutenção e modernização. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contemplaram feiras-modelo e centrais em regiões como Riacho Fundo, Brazlândia, cinco em Ceilândia (P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba e Central), duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama. A abertura da unidade do Riacho Fundo II era uma demanda antiga da comunidade, conforme recorda a feirante Zilma Pinheiro, 54 anos. A obra foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021, graças aos esforços deste GDF para destravar a ocupação das bancas, começou a funcionar plenamente. “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”, comenta. Quem também celebrou a abertura do espaço foi a feirante Amelly Amorim, 59, que mantém uma lanchonete em uma das bancas. Ela já trabalhou em feiras livres do Gama e de Santa Maria, convivendo com os desafios de não ter um ponto fixo. “Era muita dificuldade porque a gente tinha que carregar as coisas, pegar peso. A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”, conta. “Sábado e domingo fica bem movimentado. Organizamos shows ao vivo também”. Amelly Amorim, feirante: "A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade" Projetos O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o investimento nesses equipamentos foi fundamental para valorizar o trabalho dos feirantes e proporcionar ambientes mais seguros e acessíveis. “Investir nas feiras reforça o compromisso com a modernização, garantindo melhores condições de convivência e geração de renda por meio de reformas e construções, como a da Feira de Santa Maria”, concluiu. Com obras em andamento, a Feira Permanente de Santa Maria recebe aporte na ordem de R$ 12 milhões. A obra, esperada há mais de 20 anos, promete mais conforto, segurança e estrutura moderna para feirantes e clientes. O novo espaço terá área total de 2.623,50 metros quadrados, com módulos edificáveis padrão. Também estão em execução serviços de manutenção nos equipamentos permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, Candangolândia e Taguatinga (QNL/QNJ). Outros pontos que recebem melhorias no momento são o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifrúti de Planaltina e a Feira da Torre de TV. Além disso, a Feira do Paranoá está em fase de licitação, e estão sendo elaborados projetos para a construção de unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras. Zilma Pinheiro, comerciante na Feira do Riacho Fundo II: "Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana" Segundo o subsecretário de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Segov-DF, Alexandre de Jesus Silva Yanez, os serviços executados seguem as necessidades específicas de cada unidade, a fim de atender às principais demandas dos permissionários e frequentadores. “Em São Sebastião, por exemplo, focamos a reforma da área de alimentação, que precisava muito de reparos. Em outras, as prioridades podem ser os banheiros, o telhado, o piso”, detalha. As intervenções incluem serviços como pintura geral, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, manutenção de telhados, pisos e banheiros, além da modernização das áreas de alimentação. Mesmo as feiras que passaram por reformas completas continuam recebendo manutenção periódica, conforme o grau de criticidade e a disponibilidade orçamentária. Yanez explica, ainda, que a ocupação das bancas ocorre por meio de licitação. Aqueles que já mantêm algum boxe recebem documentação de regularização, enquanto os espaços vazios ou abandonados são retomados e disponibilizados para novo processo licitatório. “Hoje a licitação tem mais função social do que arrecadatória, porque arrecada um valor irrisório, mas proporciona um grande ganho social. Estamos dando espaço para o empreendedorismo e para a geração de emprego, além de impulsionar a cultura regional”, alega o subsecretário. “Feira é um negócio pujante, tem que ter gente, tem que estar girando. E incentivar isso é o objetivo principal do GDF, ocupar as feiras e gerar emprego e renda”.

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Prorrogadas as inscrições para o Conselho dos Direitos da Mulher do DF

A Secretaria da Mulher (SMDF) prorrogou o prazo de inscrições para entidades da sociedade civil interessadas em participar do Processo Seletivo de composição do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF).  Com a alteração, o período de inscrição segue agora até 15 de março. A medida amplia a oportunidade para que mais organizações possam se habilitar e contribuir com a formulação, o acompanhamento e o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres no Distrito Federal. O processo seletivo vai escolher 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital. O conselho é composto de forma paritária, reunindo representantes do poder público e da sociedade civil. Quem pode participar Podem se inscrever entidades da sociedade civil com atuação no Distrito Federal que tenham, entre seus objetivos institucionais, a defesa dos direitos das mulheres, a promoção da igualdade de gênero, o enfrentamento à violência contra a mulher e o fortalecimento da autonomia feminina, entre outras pautas relacionadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres. O processo seletivo escolherá 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital | Foto: Divulgação/SMDF Como se inscrever As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial da Secretaria da Mulher (SMDF), na aba destinada ao processo seletivo do CDM/DF. É necessário preencher o formulário eletrônico e anexar a documentação exigida no edital. Participação e fortalecimento das políticas públicas Órgão colegiado de natureza consultiva, o CDM/DF é vinculado à SMDF e atua como espaço permanente de diálogo e controle social, acompanhando a implementação de políticas públicas e propondo ações voltadas à garantia de direitos. A prorrogação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a ampliação da participação social e com o fortalecimento da representatividade das mulheres nos espaços de decisão. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF

Nesta quinta-feira (26), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) abriu a primeira etapa do Centro Integrado de Treinamento em Armamento e Tiro (Citat), no Setor de Múltiplas Atividades Norte (SMAN). Um dos diferenciais do local é o alcance social e ressocialização, já que a mão de obra empregada nesta fase foi composta por pessoas privadas de liberdade, devidamente classificadas para o trabalho externo. A exemplo da primeira etapa, as demais dão sequência ao projeto fundamentadas em estudos ambientais e urbanísticos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Centro de capacitação faz parte da estrutura do programa Segurança Integral, baseando-se em atuação conjunta  Nesta primeira etapa, foram entregues seis baias de tiro, áreas administrativas, depósitos provisórios, pista off-road, pista rústica de corrida de 750 metros, estacionamento, ponto de água, taludes gramados e infraestrutura viária adequada. O projeto segue em execução precedida de estudos ambientais e urbanísticos, contemplando, compromisso de sustentabilidade, reaproveitamento de água, iluminação eficiente e manejo adequado de resíduos. O centro de capacitação operacional , que integra o programa Segurança Integral, foi planejado para atender de forma conjunta as forças distritais — Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran-DF, Polícia Penal e SSP-DF — além de órgãos federais e parceiros estratégicos. Fortalecimento Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, pontuou que o centro é resultado direto de um ambiente institucional que valoriza e fortalece as forças de segurança: “Hoje as forças de segurança têm liberdade de atuação e prestígio real dentro do governo. Muitas vezes, quem está na rotina não percebe as vitórias que temos conquistado. Isso é fruto de um governo que nos incentiva a trabalhar e reconhece a importância da segurança pública. Esse centro é de todos vocês. Não é para ter burocracia, é para ser usado, para treinar, para crescer junto”. Durante a inauguração, a vice-governadora Celina Leão enfatizou: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas” “Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A vice-governadora Celina Leão enfatizou que não há política de segurança eficiente sem valorização e estrutura: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas. Fizemos a valorização das carreiras, entregamos estrutura, investimos em tecnologia e agora entregamos um espaço que integra e capacita. Não se faz segurança pública sem preparo, sem treino e sem gestores que acreditem na proteção da sociedade”. O secretário de Segurança Pública também ressaltou os avanços históricos da segurança pública do DF, que hoje ocupa o segundo lugar nos indicadores nacionais. “Isso não é acaso, é trabalho”, afirmou. “Saímos da 19ª colocação para o segundo melhor resultado do país e estamos crescendo fortemente. Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida”. Segurança integrada “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil” Wanderson Teles, secretário de Administração Penitenciária O secretário de Administração Penitenciária, Wanderson Teles, reforçou o caráter da integração promovida pelo projeto, destacando o papel dos policiais penais e a importância do sistema prisional no controle do crime organizado. “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil”, disse.  “Durante muitos anos se falou em integração como palavra de discurso”, prosseguiu Teles. “Fazer integração na prática é muito mais difícil — e é isso que está acontecendo aqui. Esse centro materializa essa união. Segurança pública e enfrentamento ao crime organizado não se fazem sem uma polícia penal forte, com controle do sistema penitenciário e compromisso com a ressocialização. E nisso os nossos policiais dão exemplo todos os dias”. [LEIA_TAMBEM]A comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Ana Paula Habka, lembrou que a estrutura é condição indispensável para o fortalecimento profissional: “Para valorizar o policial, é preciso dar estrutura. Esse espaço nos dá liberdade para treinar e estar preparados.” O Citat foi idealizado a partir de uma proposta apresentada em 2023 por policiais penais e estruturado como política pública estratégica a partir de 2024, envolvendo parcerias com diversos órgãos do DF, como Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Novacap, DER-DF, SLU, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e de Agricultura e Abastecimento (Seagri-DF), além de administrações regionais. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública  

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