Novacap segue com serviços de manutenção urbana durante o Carnaval
Enquanto milhares de brasilienses se preparam para cair na folia, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) mantém equipes de serviços essenciais nas ruas. Durante o Carnaval, frentes de trabalho seguem atuando para assegurar a conservação da cidade, com manutenção asfáltica, funcionamento da usina de asfalto e dos laboratórios, além de equipes mobilizadas para atendimentos emergenciais, como quedas de árvores e limpeza de bocas de lobo. A Novacap seguirá trabalhando durante o Carnaval com serviços como manutenção asfáltica e limpeza de bocas de lobo | Foto: Divulgação/Novacap Os reparos no asfalto contarão com equipes em atividade em horário normal no primeiro dia do feriado. Nos demais dias, os profissionais permanecem de prontidão e podem ser acionados pelos grupos de trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF), conforme a necessidade. A usina de asfalto e os laboratórios da companhia também funcionam normalmente, garantindo o suporte técnico para os serviços. Na área de manutenção arbórea, as equipes atuarão diariamente no horário comercial. Fora desse período, em caso de quedas de árvores ou galhos, o cidadão pode acionar o Corpo de Bombeiros, que faz o primeiro atendimento e encaminha a demanda para a companhia. Após o horário comercial, os bombeiros seguem responsáveis pelo atendimento inicial, mantendo a integração entre os órgãos. [LEIA_TAMBEM]A limpeza de bocas de lobo também permanece no radar durante o feriado, principalmente em situações emergenciais provocadas por chuvas. A Novacap reforça que a colaboração da população é fundamental para evitar entupimentos, alagamentos e transtornos. “O nosso compromisso é com a cidade e com as pessoas. Mesmo em período de festa, seguimos trabalhando para garantir segurança, mobilidade e bem-estar à população”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite. Para o diretor das Cidades, Raimundo Silva, o cuidado com os espaços públicos é uma responsabilidade compartilhada. “A atuação da Novacap é permanente, mas o apoio do cidadão faz toda a diferença. Não jogar lixo nas ruas, preservar praças e equipamentos urbanos e comunicar situações de risco são atitudes simples que ajudam a manter Brasília organizada e bonita”, afirma. A companhia lembra ainda que, ao identificar problemas como buracos, quedas de árvores ou pontos de alagamento, a população pode acionar os órgãos competentes ou a administração regional da sua cidade, que repassam as demandas aos grupos técnicos responsáveis. *Com informações da Novacap
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Dia Nacional da Criança Traqueostomizada reforça cuidados no tratamento pediátrico
A traqueostomia pode representar medo e incertezas para famílias, mas a compreensão sobre as melhores formas de cuidado reforça a importância do método vital para garantir que crianças com dificuldades respiratórias possam crescer e se desenvolver com segurança. Conhecida como um método terapêutico no qual um orifício é feito na traqueia com o objetivo de possibilitar a respiração, a traqueostomia pode ser necessária por causas variadas, sendo desde malformações congênitas, como laringomalácia (cartilagens da laringe moles que caem sobre a entrada das vias aéreas durante a respiração) e estenose (estreitamento da laringe ou traqueia), até complicações decorrentes de infecções virais, como a bronquiolite e a bronquite. A cirurgiã torácica do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), Maria Alice Cardozo, conta que, em muitos casos, uma intubação prolongada — ou mesmo curta, em bebês prematuros — pode lesionar a via aérea, tornando a traqueostomia necessária para garantir a segurança respiratória da criança. Uma grande preocupação das famílias de crianças traqueostomizadas é a obstrução da cânula. Por isso, embora o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) precise ser acionado, os pais e responsáveis acompanhados pelo HCB aprendem a realizar aspirações, nebulizações e até a agir em casos de emergência, como a decanulação acidental ou a própria obstrução da cânula. "Às vezes, o Samu não chega a tempo. Por isso, a família tem que ser orientada para retirar a cânula, posicionar, passar novamente e fixar a cânula na urgência", afirma Maria Alice Cardozo. O cuidado com o paciente traqueostomizado exige um atendimento multidisciplinar | Foto: Maria Clara Oliveira/HCB A cirurgiã também explica que a compreensão sobre o que é o procedimento precisa mudar logo no primeiro contato com os pais: "A primeira coisa que a gente precisa tomar cuidado no momento da conversa sobre uma traqueostomia é não colocar essa opção como se fosse definitiva. Isso assusta muito a família”. Ela reforça que “a traqueostomia não tem que ser vista como um problema, tem que ser vista como uma solução, uma ponte". O cuidado com o paciente traqueostomizado exige um atendimento multidisciplinar. Maria Alice Cardozo destaca que os profissionais de enfermagem, fisioterapia e psicologia são essenciais no dia a dia da recuperação e a fonoaudiologia desempenha um papel crucial para a reabilitação da fala e da deglutição. "Com o trabalho da fono, conseguimos garantir que a criança vai falar. É uma coisa que preocupa muito a família”, conta. Já o apoio psicológico é indispensável para as mães, que muitas vezes abdicam de suas vidas profissionais e sociais para se dedicar integralmente ao cuidado dos filhos. "Esse dia serve tanto para troca entre as famílias, para elas entenderem que aquele processo pode ser adaptado, quanto para a gente conseguir melhorar a qualidade de vida dessas crianças" Maria Alice Cardozo, cirurgiã torácica do Hospital da Criança de Brasília Apesar dos cuidados necessários, a médica enfatiza que a criança traqueostomizada pode e deve ter uma vida ativa: “A recomendação que eu sempre faço com a questão de recreação é com a piscina, que a criança não pode entrar. A criança traqueostomizada que não tem nenhum comprometimento neurológico, que não tem nenhuma limitação de movimento, tem o mesmo cuidado da que não tem traqueostomia”. O final de todo esse suporte é a decanulação, o processo de retirada definitiva da cânula. Para que isso aconteça, a criança passa por avaliações como a broncoscopia, um exame endoscópico que permite ao médico visualizar as vias aéreas usando um tubo fino com câmera, e testes de tolerância com a cânula ocluída, que é a retirada da cânula e a aplicação de um curativo oclusivo. A cirurgiã explica que o fechamento do canal no pescoço geralmente acontece de forma natural pelo próprio organismo, sem necessidade de pontos, em um processo chamado de “segunda intenção”. “Uma dúvida que a família sempre traz: ‘Doutora, quando retirar a cânula você faz um ponto?’ Não, o fechamento é por segunda intenção. O próprio corpo fecha”, relata Cardozo. Após a retirada, a criança fica em observação por 24 a 48 horas, com a equipe atenta, caso haja uma piora respiratória. Por trás de cada cânula, existe uma criança pronta para descobrir o mundo; o Dia Nacional da Criança Traqueostomizada é um convite à empatia, um espaço para a troca de experiências e para a conscientização sobre os direitos e benefícios sociais dessas famílias. "Esse dia serve tanto para troca entre as famílias, para elas entenderem que aquele processo pode ser adaptado, quanto para a gente conseguir melhorar a qualidade de vida dessas crianças", conclui a cirurgiã do HCB. *Com informações do HCB
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O Carnaval da Novacap está nas ruas
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Unidades do Detran-DF terão alteração no funcionamento durante o Carnaval
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Sobradinho recebe Arena Tech com três dias de inovação, hackathon e experiências digitais gratuitas
Entre sexta-feira (20) e domingo (22), o estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, recebe o Arena Tech. O evento é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Fundo de Envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo. A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados pelo site oficial da iniciativa. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, destaca o papel da iniciativa em aproximar a população das ferramentas digitais e incentivar a criação de novas soluções tecnológicas. “O Arena Tech tem um papel educativo e social importante, pois leva tecnologia para Sobradinho de forma gratuita. O hackathon, especificamente, é uma ferramenta para estimular o protagonismo dos jovens, transformando criatividade em projetos reais para a sociedade”, afirma o gestor. O Arena Tech inclui o hackathon presencial de 72 horas, voltado ao desenvolvimento de soluções digitais para desafios tecnológicos | Foto: Divulgação/Secti-DF Com funcionamento das 13h às 22h, o Arena Tech oferece uma programação que engloba palestras sobre inteligência artificial, transformação digital, games e carreiras do futuro, além de workshops práticos de inovação e programação. O público pode usufruir de áreas de robótica, arenas gamers com consoles atuais e retrô, fliperamas e jogos de tabuleiro. O evento conta ainda com espaço kids para atividades lúdicas e ambientação sonora com DJs. Um dos destaques da programação é o hackathon presencial de 72 horas, voltado ao desenvolvimento de soluções digitais para desafios tecnológicos. Os dez projetos com melhor desempenho serão premiados, como forma de incentivar a cultura de inovação. O regulamento completo com os critérios de participação está disponível no site oficial do evento. Arena Tech ⇒ Data: de sexta (20) a 22 (domingo) ⇒ Horário: das 13h às 22h ⇒ Local: estacionamento do Estádio Augustinho Lima, Sobradinho. *Com informações da Secti-DF
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Capacitação da Segurança destinada a mulheres tem inscrições abertas até o dia 19
As inscrições para o segundo ciclo do curso “Mulher Segura – Prevenção da Violência e o Protocolo Por Todas Elas”, oferecido gratuitamente pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), seguem abertas até o próximo dia 19, com mil vagas disponíveis. O curso aprofunda a compreensão sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial | Foto: Divulgação/SSP-DF A segunda edição do curso amplia o alcance da capacitação iniciada em 2025 e reforça a integração entre prevenção, articulação institucional e participação do setor produtivo. A iniciativa é fruto de parceria entre a SSP-DF e as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), além do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF). “A prevenção à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A capacitação é ofertada na modalidade Ensino a Distância (EAD) autoinstrucional, com 20 horas de carga horária, e integra o projeto Parceiro da Segurança. O curso é voltado prioritariamente a profissionais de hotéis, bares, restaurantes, shoppings, casas de show e grandes eventos, conforme previsto no Decreto nº 46.183/2024, mas também está disponível a outros segmentos empresariais e cidadãos interessados. O curso aprofunda a compreensão sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher — física, psicológica, moral, sexual e patrimonial —, destacando o caráter progressivo da violência e a importância da identificação precoce de sinais de risco. A formação orienta ainda sobre legislação vigente, mecanismos de denúncia e aplicação prática do Protocolo Por Todas Elas, instituído pela Lei Distrital nº 7.241/2023. “A prevenção à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Quando profissionais que atuam diretamente com o público estão preparados para reconhecer sinais de risco e agir corretamente, ampliamos de forma concreta a rede de proteção no Distrito Federal. O curso fortalece essa cultura de cuidado, responsabilidade e compromisso social.” Enfrentamento [LEIA_TAMBEM]A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, vê a capacitação como fundamental. “Toda a sociedade deve estar preparada para combater a violência contra a mulher”, afirma. “Essa é mais uma ação integrada do GDF para levar aos trabalhadores do comércio conhecimento sobre como agir e como acolher as vítimas.” A subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Rozal, reforça que a qualificação é uma ferramenta essencial de transformação social: “Cada profissional capacitado representa um ponto a mais na rede de acolhimento e orientação às mulheres. O curso amplia a conscientização e promove mudança cultural dentro das empresas, tornando ambientes de lazer e trabalho mais seguros e atentos”. As aulas vão do dia 23 deste mês até 24 de março, por meio da Escola Virtual da SSP-DF. A pasta lembra às pessoas interessadas que não deixem a inscrição para a última hora, garantindo a participação nesta edição. Inscreva-se por este link. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Ciência na Estrada leva realidade virtual e experimentos científicos ao Guará II
O Guará II recebe, entre os dias 19 e 23 deste mês, uma nova edição do projeto Ciência na Estrada, que oferece experiências científicas, tecnológicas e educativas gratuitas para a população. A iniciativa é realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex) com o objetivo de aproximar crianças, jovens e famílias de temas como inovação, astronomia e pesquisa científica por meio de atividades imersivas. As atividades ocorrem no prédio da Administração do Guará II, ao lado da Casa da Cultura, sempre das 14h às 19h. No local, os visitantes encontram o Ônibus Viagem Insólita, uma estrutura futurista que simula uma nave espacial equipada com realidade virtual 360° e jogos digitais interativos. O público infantil conta com o espaço Einstein Júnior, que promove o contato com conceitos científicos por meio de experimentos e oficinas práticas. A programação inclui, ainda, o Domo Planetário, o Desafio Espacial e a Arena Gamer, ampliando as possibilidades de interação com a tecnologia. As atividades ocorrem na Administração Regional do Guará II, ao lado da Casa da Cultura, sempre das 14h às 19h | Foto: Divulgação/Secti-DF O projeto busca estimular a curiosidade e tornar o conhecimento acessível ao cotidiano da população. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a iniciativa é uma ferramenta para despertar vocações. “Nosso objetivo é que essas experiências inspirem as novas gerações a trilharem carreiras nas áreas de ciência e tecnologia, mostrando que a inovação é um caminho viável para o futuro desses jovens”, afirma. Os interessados em participar devem retirar os ingressos gratuitamente pela plataforma Sympla. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Cartão Material de Construção já foi entregue a 263 famílias no Recanto das Emas e em Santa Luzia, na Estrutural
Antes era de madeira, com telhas improvisadas e sem esquadrias. Hoje, de alvenaria, com cômodos separados, portas, janelas, caixa-d’água e telhado parafusado. Estamos falando da casa da cozinheira Adriana Ribeiro, 34 anos, moradora do bairro Santa Luzia, na Estrutural. Ela foi uma das beneficiadas com o Cartão Material de Construção, que, criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no ano passado, oferece R$ 15 mil para famílias em situação de vulnerabilidade social reconstruírem ou reformarem suas residências. “Coloquei portas, terminei meu banheiro e coloquei uma pia e cerâmica lá. Também colocamos o portão, porque antes era tudo em madeirite. Estamos melhorando a cada dia”, conta Adriana, que mora com a filha e o esposo. A família também comemora a chegada da infraestrutura urbana à porta de casa. “Antes era só lama, buraco, muito ruim mesmo. Mas arrumaram a rua, colocaram os postes de energia e os hidrômetros de água. Eu tinha que ligar a bomba para ter água em casa, e hoje não tem isso. Posso levantar a qualquer hora para tomar banho, lavar roupa, beber água de qualidade. Estamos vendo progresso aqui na Santa Luzia.” “Antes era só lama, buraco, muito ruim mesmo. Mas arrumaram a rua, colocaram os postes de energia e os hidrômetros de água. Eu tinha que ligar a bomba para ter água em casa e hoje não tem isso” Adriana Ribeiro, beneficiária As obras que mudaram o dia a dia de Adriana fazem parte da implantação de saneamento integrado no bairro, autorizada pelo governador Ibaneis Rocha em novembro de 2025. O investimento é de mais de R$ 92 milhões para a construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções, que vão beneficiar mais de 20 mil pessoas. Também serão instalados 683 postes e 30 km de rede elétrica pela Neoenergia Brasília, com aporte de R$ 9 milhões. Os serviços já foram executados na Rua 64 e seguem em andamento para contemplar toda a comunidade. O administrador regional da Estrutural, Alceu Prestes de Mattos, destaca que o Cartão Material de Construção e as obras de saneamento caminham juntos para a transformação da comunidade, considerada uma das mais vulneráveis do DF. “A maioria das casas são barracos de madeira, papelão, muitas vezes sem teto. Com o cartão, possibilitamos estrutura para que possam ter mais dignidade, enquanto, com as obras, atendemos a uma demanda histórica da população”, salienta. O Cartão Material de Construção é gerido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) e é destinado a pessoas desalojadas, desabrigadas em situação de emergência ou que estejam passando por estado de calamidade. Desde a criação, em maio de 2025, até o momento, 263 famílias receberam o benefício, das quais 197 são do Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, e 52 da comunidade Santa Luzia. O total empenhado pelo programa é de R$ 3.735.000. O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, ressalta o impacto da iniciativa para a população. “Antes, pessoas que tinham suas casas perdidas por conta de eventos naturais, catástrofes ou realocações por conta de segurança ficavam largadas ao relento, sem expectativa alguma e sem ter para onde ir”, destaca. “Com o cartão, essa realidade mudou, eles têm um conforto e um recomeço. É política eficaz, efetiva e que muda a vida de quem está no desespero.” Uma das histórias que ganharam um novo capítulo após a entrega do Cartão Material de Construção foi a da dona de casa Regiane Braga, 39. Moradora de Santa Luzia há mais de uma década, ela e os cinco filhos conviviam com mofo e infiltrações, que poderiam causar danos à saúde. Os insumos para a reforma já foram adquiridos e, em breve, as questões serão resolvidas, proporcionando mais bem-estar e conforto à família. “Antes, eles ficavam todos juntos. Agora, os meninos vão ficar em um quarto e vou dividir a sala para fazer um quartinho para a minha menina. É mais qualidade de vida para a gente", destaca Regiane Braga “A casa estava com muito vazamento no telhado, com parede mofada e precisando de reboco. Também não tinha porta ainda e, quando chovia, gotejava tudo. Agora vou conseguir arrumar essas coisas”, afirma Regiane. Outra novidade será a criação de mais um quarto. “Antes, eles ficavam todos juntos. Agora, os meninos vão ficar em um quarto e vou dividir a sala para fazer um quartinho para minha menina. É mais qualidade de vida para a gente.” Critérios Entre as emergências atendidas pelo projeto, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas elas devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias.
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