Campeonato de Natação Aberto
Ler mais...
Junho 2026
Ler mais...
Detran-DF estabelece fluxo para registro e enfrentamento ao assédio
Ler mais...
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Ler mais...
Segunda edição do projeto Águas de Oxalá reafirma legado das culturas afro-brasileiras
Em sua segunda edição, o projeto Águas de Oxalá retorna para reafirmar a potência simbólica, espiritual e cultural dos rituais de lavagem, manifestações profundamente enraizadas na formação social e cultural do Brasil. Após passar pelo Complexo Cultural de Samambaia, pela Chácara do Pai Jorge, no Pôr do Sol, e pelo Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, a última semana de atividades acontecerá na Associação Papo de Mãe, em Samambaia, com atividades formativas e o encerramento marcado pela tradicional Lavagem Cultural e Festival de Acarajé. O projeto reúne a comunidade, com tradição e fé, em torno de um dos mais significativos legados das culturas afro-brasileiras. O último ciclo se encerra no sábado (27). Idealizado e conduzido por Mãe Francys Baiana do Acarajé, ou Doné Francys de Oyá, o Águas de Oxalá se consolida como uma iniciativa que vai além da celebração religiosa: é também um espaço de afirmação cultural, resistência e diálogo. Em um contexto em que ainda se registram episódios de intolerância religiosa no país, o projeto se posiciona como um ato público de valorização, respeito e reconhecimento das tradições de matriz africana, fundamentais para a construção da identidade brasileira. O Águas de Oxalá se consolida como uma iniciativa que vai além da celebração religiosa: é também um espaço de afirmação cultural, resistência e diálogo | Foto: Divulgação/Secec-DF O projeto tem duas frentes principais: os rituais de lavagens e as oficinas abertas à comunidade mediante inscrição feita diretamente com Mãe Francys, pelo telefone (61) 99560-1695. Com duração de 20 horas, as oficinas, oferecidas a grupos de 20 pessoas, abordam o ritual da Lavagem, discorrendo sobre significado, história, indumentárias, musicalidade e culinária que fazem parte dessa tradição. Com as aulas realizadas durante a semana, os alunos são convidados a participar das lavagens no fim de semana, junto com a comunidade, guiados pelos orixás principais desta celebração: Oxalá, Iemanjá e Oxum. Mais do que um ritual, as lavagens representam um gesto coletivo de purificação, renovação e encontro. Realizadas como cortejos de fé e devoção, reúnem elementos do candomblé e do catolicismo em uma expressão viva do sincretismo religioso brasileiro. "O fomento público a projetos como o Águas de Oxalá cumpre um dever constitucional de salvaguarda da memória e do patrimônio imaterial do Distrito Federal" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa “Realizar a segunda edição do Águas de Oxalá é motivo de muita alegria e também de responsabilidade. Seguimos firmes nesse caminho de levar conhecimento, respeito e visibilidade às nossas tradições. Cada lavagem é um chamado à paz, mas também um posicionamento. Nossas culturas seguem vivas, presentes e são parte indissociável da história do Brasil. Não há como falar de identidade brasileira sem reconhecer a força dos povos de matriz africana. Nosso projeto é um abraço coletivo contra a intolerância e a favor do respeito”, afirma Mãe Francys. "Não há como falar de identidade brasileira sem reconhecer a força dos povos de matriz africana. Nosso projeto é um abraço coletivo contra a intolerância e a favor do respeito” Mãe Francys, coordenadora do projeto Águas de Oxalá Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), Águas de Oxalá continua ampliando seu alcance e desenvolvendo sua missão, a de promover o respeito, combater o racismo religioso e reafirmar que essas tradições não são apenas manifestações culturais: são pilares da formação do Brasil. O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, destaca o papel do Estado na garantia da pluralidade. "O fomento público a projetos como o Águas de Oxalá cumpre um dever constitucional de salvaguarda da memória e do patrimônio imaterial do Distrito Federal. Apoiar a continuidade dessas ações é uma escolha fundamentada no direito à manifestação religiosa e na consolidação de políticas culturais que reconhecem a diversidade como base da nossa formação social. É papel da gestão pública assegurar que esses espaços de transmissão de saberes permaneçam ativos, protegidos e acessíveis a toda a população", enfatiza o gestor da pasta. *Com informações da Secec-DF
Ler mais...
Parceiros
Ler mais...
Índice de Bem-Estar Urbano do Distrito Federal é atualizado
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) atualizou o Índice de Bem-Estar Urbano do Distrito Federal (Ibeu), instrumento oficial que avalia as condições de vida e os serviços oferecidos à população urbana divulgado pela primeira vez em 2020. O indicador avalia o bem-estar coletivo em ambientes urbanos, a partir da percepção populacional, por meio de cinco dimensões — mobilidade urbana, condições ambientais urbanas, condições habitacionais urbanas, atendimento de serviços coletivos urbanos e infraestrutura urbana —, compostas por 19 indicadores derivados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) 2024, que abrange as 35 regiões administrativas do DF. Os resultados do Ibeu mostram avanços importantes na qualidade de vida da população do Distrito Federal | Foto: Agência Brasília As RAs que tiveram os melhores desempenhos foram Sudoeste/Octogonal (0,94), Lago Sul (0,91), Plano Piloto (0,91), Águas Claras (0,88) e Cruzeiro (0,86), destacando-se em mobilidade, habitacional e serviços coletivos. Já as RAs que merecem atenção, com índices menores, foram Água Quente (0,32), SCIA/Estrutural (0,41), SIA (0,47), Arapoanga (0,49) e Fercal (0,50), especialmente nos indicadores vinculados às condições ambientais, como bueiros ou bocas de lobo, e infraestrutura, como rampas de acessibilidade e a qualidade de calçadas. O item serviços coletivos apresentou os melhores resultados gerais (média acima de 0,9 em 26 RAs), graças ao alto atendimento de esgoto (94,7%) e outros serviços. De maneira geral, mesmo nas regiões com altos índices, a priorização deve estar voltada para a qualidade das calçadas e acessibilidades, além de ter um olhar especial para a drenagem e manejo das águas pluviais. “Com base nessas informações, é possível planejar o direcionamento de infraestrutura para onde há carência, transformando dado estatístico em qualidade de vida” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Para o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, “esse estudo traduz a complexidade do bem-estar urbano em dados práticos. Nós avaliamos cinco grandes dimensões do espaço urbano para entender as condições de infraestrutura e habitacionais do DF. Um diagnóstico facilitado das nossas RAs baseado na percepção populacional. Com base nessas informações é possível planejar o direcionamento de infraestrutura para onde há carência, transformando dado estatístico em qualidade de vida”. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destaca que “os resultados do Ibeu mostram avanços importantes na qualidade de vida da população do Distrito Federal, fruto de um trabalho contínuo de planejamento e execução de obras estruturantes. Investimentos em drenagem, pavimentação, mobilidade urbana, acessibilidade e infraestrutura viária têm contribuído para tornar as cidades mais seguras, organizadas e funcionais. O levantamento nos ajuda a identificar as regiões que ainda demandam maior atenção, permitindo direcionar esforços e recursos para reduzir desigualdades e levar mais qualidade de vida a todos os moradores do DF”. A mobilidade foi um destaque entre os pontos avaliados para entrevistados em 26 RAs | Foto: Divulgação/IPEDF O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal, Marcelo Vaz, ressalta que “o Índice de Bem-Estar Urbano do Distrito Federal representa uma importante ferramenta para o planejamento e a gestão pública, pois permite avaliar, com base em evidências, as condições de vida da população e identificar desigualdades territoriais. Mais do que um indicador, o índice orienta a formulação de políticas públicas mais eficientes, contribuindo para que o desenvolvimento urbano ocorra de forma equilibrada, inclusiva e sustentável em todo o Distrito Federal”. Para o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais, Werner Bessa, “o Ibeu 2024 consolida o DF como referência em bem-estar urbano, destacando a excelência e a cobertura quase universal dos serviços coletivos essenciais. Com índices de atendimento superiores na maioria de suas regiões. É a capital reafirmando sua posição de destaque na qualidade de vida oferecida à população”. *Com informações do IPEDF
Ler mais...
Túnel Rei Pelé terá interdição parcial para manutenção programada
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) informa que o Túnel Rei Pelé ficará parcialmente interditado para a realização de manutenção preventiva de seus 52 jatos ventiladores. Os serviços serão realizados na quinta-feira (25), no sentido Ceilândia-Brasília, e, na sexta-feira (26), no sentido contrário, das 23h às 5h, para minimizar o impacto no trânsito. Objetivo dos serviços no túnel é garantir o bom funcionamento dos equipamentos responsáveis pela qualidade do ar e segurança dos motoristas em caso de acidentes | Foto: Divulgação/DER-DF A intervenção tem como objetivo garantir o bom funcionamento dos equipamentos responsáveis pela qualidade do ar e segurança dos motoristas em caso de acidentes. Durante o trabalho, o fluxo será liberado para os veículos em uma das faixas. Durante o serviço de manutenção, será realizada a aferição de vibração e ruídos em cada um dos ventiladores, com peso unitário de aproximadamente uma tonelada. Esta manutenção mensal é crucial para assegurar que os equipamentos operem dentro das especificações do fabricante, prevenindo assim problemas e garantindo a segurança dos usuários. A revisão abrange todos os 52 jatos, que estão localizados no teto do túnel. *Com informações do DER-DF
Ler mais...