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Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado realiza primeira reunião de 2026

A primeira reunião ordinária de 2026 do Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado (FDPMCC), vinculado à Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), foi realizada nesta terça-feira (24), no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), na Asa Norte. O objetivo foi discutir políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher e à promoção da autonomia econômica das trabalhadoras rurais. O evento reuniu lideranças comunitárias e representantes de diversas regiões administrativas. Marcado pelo diálogo e pela escuta ativa, o encontro tratou da formulação de iniciativas destinadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres do campo. As reuniões do Fórum ocorrem bimestralmente e podem ser convocadas extraordinariamente pela presidência, exercida pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, com suporte técnico e administrativo da SMDF. A primeira reunião ordinária de 2026 do Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado foi marcada pelo diálogo e pela escuta ativa | Foto: Divulgação/SMDF A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou que a iniciativa fortalece a autonomia econômica das trabalhadoras rurais: “O debate sobre ações voltadas às mulheres rurais é fundamental para ampliar a participação delas no setor agrícola. O fórum estimula o protagonismo feminino e lança um olhar especial para essas mulheres guerreiras, que muitas vezes são chefes de família e garantem o sustento da casa por meio do trabalho no cerrado”. O Fórum é um órgão colegiado coordenado pela Diretoria de Mulheres Rurais (Dimur), vinculada à Subsecretaria de Promoção das Mulheres. O colegiado reúne representantes de diversas secretarias do GDF, órgãos de assistência técnica, entidades federais, sindicatos, federações, movimentos sociais e comunidades tradicionais, como ciganas, indígenas e quilombolas do Distrito Federal e do Entorno. "O fórum assegura a articulação entre governo e sociedade civil, promovendo ações de qualificação profissional e garantindo que as demandas dessas mulheres sejam ouvidas e atendidas com mais proximidade" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Para a secretária da Mulher, o espaço tem como principal finalidade ouvir as demandas das trabalhadoras rurais e construir soluções conjuntas. “Durante a reunião, foi apresentado o calendário anual de 2026 e definidas as prioridades estratégicas para o ano. O fórum assegura a articulação entre governo e sociedade civil, promovendo ações de qualificação profissional e garantindo que as demandas dessas mulheres sejam ouvidas e atendidas com mais proximidade”, ressaltou Giselle Ferreira. Ações para as mulheres do campo Em 2025, o programa Mais Direitos para as Mulheres do Campo e do Cerrado atendeu 662 mulheres, por meio de escutas qualificadas e atendimentos intersetoriais. A iniciativa da Secretaria da Mulher leva serviços, qualificação profissional e apoio às trabalhadoras rurais, utilizando unidades móveis para oferecer atendimentos nas áreas de saúde, orientação jurídica, cuidados pessoais e capacitação. Moradora de Brazlândia, Anelice Francisca dos Santos, 58 anos, agricultora há mais de uma década, destacou o impacto do Fórum em sua trajetória. “Esse espaço é muito importante para nos reunirmos e apresentarmos nossas demandas. Aprendemos muito por meio dos cursos de capacitação e, a cada encontro, crescemos mais para conquistar nossos objetivos como trabalhadoras rurais”, observou. [LEIA_TAMBEM]Outra iniciativa é o programa Sempre por Elas, que oferece atendimento itinerante a mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica ou vítimas de violência. A ação, realizada com o apoio do Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF), percorre principalmente áreas rurais com acesso limitado e já passou por Santa Maria, Samambaia, Água Quente, Curralinho e Lago Oeste. Segundo a subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, a proposta do Fórum é fortalecer estratégias de empoderamento e protagonismo feminino no campo. “Essas trabalhadoras desempenham papel essencial na produção e no abastecimento de alimentos que chegam às nossas casas. Elas merecem reconhecimento, e esses encontros são fundamentais para promover a igualdade de gênero, a autonomia econômica e o combate às desigualdades no meio rural”, destacou. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Espetáculo ‘Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol’ encerra circulação nacional em Brasília

O espetáculo Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, de 28 de fevereiro a 1º de março, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Os ingressos estão à venda pelo Sympla. A peça estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou por Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. A turnê integra o projeto Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC-DF). Idealizado por Cláudia Andrade, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o encerramento da circulação nacional de Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol na Sala Martins Pena “representa a força da criação que nasce no Distrito Federal, ganha o Brasil e retorna ao seu território de origem ainda mais amadurecida. Ver esse espetáculo, que surgiu a partir de uma oficina fomentada pelo FAC, consolidar-se em palcos de diferentes estados e voltar a Brasília reafirma a vitalidade da nossa cena cultural e a importância das políticas públicas continuadas”, afirma o secretário.  "O Fundo de Apoio à Cultura tem justamente esse papel estruturante: apoiar a ideia no seu nascedouro, viabilizar a primeira montagem e garantir condições para que a obra circule, dialogue com novos públicos e projete o nome do DF nacionalmente" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa “O Fundo de Apoio à Cultura tem justamente esse papel estruturante: apoiar a ideia no seu nascedouro, viabilizar a primeira montagem e garantir condições para que a obra circule, dialogue com novos públicos e projete o nome do DF nacionalmente. A efervescência da Sala Martins Pena, ocupada por uma produção local que alcançou reconhecimento fora daqui, é um símbolo claro da retomada cultural que estamos vivendo, com investimento, planejamento e, sobretudo, confiança nos nossos artistas”, enfatiza Abrantes. Além das apresentações, a circulação do espetáculo se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculo, a plateia é convidada para participar de um bate-papo com as artistas.  Depois de estrear em Brasília, em 2025, a peça passou pelos palcos do Espírito Santo, de Minas Gerais e de São Paulo | Foto: Divulgação/Han Thiago A trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social. Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol Sessões: Sábado (28), às 20h; e domingo (1º), às 19h Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro  Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) Duração: 80 minutos Classificação indicativa: 16 anos *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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Pacientes de unidades de saúde do DF participam de sessão especial de cinema

Por algumas horas, a rotina hospitalar deu lugar à pipoca, risadas e emoção na tela do cinema. Pacientes atendidos nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participaram, nesta terça-feira (24), de uma sessão especial promovida pelo projeto Humanizar. A iniciativa proporcionou uma pausa nos atendimentos e reforçou que o cuidado também passa pelo afeto, pela cultura e pela convivência. “Quando ficamos doentes, parece que somos retirados do mundo e inseridos apenas no ambiente hospitalar.” A frase é de Lucivânia Machado, paciente do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Para ela, a experiência representou mais do que uma ida ao cinema. “Essas ações nos tiram desse lugar e nos mostram como deve ser a vida lá fora. Ficamos mais leves para lidar com os problemas. Nos sentimos vistos e acolhidos, não só dentro do hospital, mas também do lado de fora”, afirma. A ação reuniu pacientes, acompanhantes, voluntários e auxiliares de humanização em um momento de integração antes da exibição do filme. A proposta é simples, mas significativa: garantir acesso à cultura e fortalecer vínculos mesmo durante o período de cuidados em saúde. “A primeira foi voltada para colaboradores, a segunda para pacientes pediátricos, e agora estamos com esse grupo de adultos. Convidamos também acompanhantes e voluntários, porque todos fazem parte dessa rede de apoio fundamental”, reforça Letícia Ângelo, chefe do Núcleo de Humanização do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo a chefe do Núcleo de Humanização do IgesDF, Letícia Ângelo, esta é a terceira iniciativa realizada neste ano. “A primeira foi voltada para colaboradores, a segunda para pacientes pediátricos, e agora estamos com esse grupo de adultos. Convidamos também acompanhantes e voluntários, porque todos fazem parte dessa rede de apoio fundamental”, explica. Para a auxiliar de humanização Hildayane Saraiva, que atua no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), experiências como essa ampliam o olhar sobre o cuidado. “A humanização acontece tanto dentro quanto fora do ambiente hospitalar. Experiências culturais ajudam a transformar momentos difíceis em oportunidades de aconchego e clareza emocional”, destaca. A sessão contou com parceria do cinema Kinoplex e trouxe para o grupo a animação Zootopia 2, escolhida por seu tom leve e inspirador. “Mais do que uma ida ao cinema, queremos lembrar que cada paciente é muito mais do que um diagnóstico. Nosso compromisso é cuidar de forma integral”, reforça Letícia. Ao final, o sentimento era de gratidão. “Eu só tenho a agradecer ao IgesDF e ao Humanizar. Momentos como esse fazem diferença na vida dos pacientes, dos acompanhantes e de todos que estão envolvidos”, completa Lucivânia.   *Com informações do IgesDF

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Áreas de duas cidades do DF têm energia suspensa para melhorias na rede nesta quinta (26)

Endereços de duas regiões administrativas ficarão sem energia, nesta quinta-feira (26), para manutenção e melhorias na rede elétrica. O desligamento ocorre para garantir a segurança dos profissionais e da população. Das 10h às 16h, não haverá fornecimento no Núcleo Rural Monjolo, DF-205, Km 70, em Planaltina. Em Sobradinho, o serviço estará indisponível no mesmo período na QMS 51A e na QMS 52. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 0155, desde que utilizem aparelho adaptado.  

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Aberto credenciamento para confecção de uniformes das escolas cívico-militares do DF

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou, nesta terça-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Chamamento Público Nº 01/2026 destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para colégios cívico-militares da rede pública de ensino do Distrito Federal. A medida integra o programa Cartão Uniforme Escolar. O edital é específico para os cerca de 30 mil estudantes das 25 escolas de gestão compartilhada, cujos uniformes têm especificações distintas das adotadas nas demais unidades da rede pública do DF. O credenciamento das malharias começa 30 dias após a publicação do edital. Para participar, as empresas precisam ter sede e funcionamento regular no Distrito Federal, além de atender a todos os requisitos previstos no documento. O chamamento público é destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para escolas cívico-militares | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa Cartão Uniforme Escolar é gerido pela Secretaria de Educação (SEEDF), responsável pela execução, e pela Sedes-DF, que realiza o credenciamento e a fiscalização das empresas responsáveis pela confecção das peças. “A publicação deste edital reforça o compromisso deste GDF com a transparência, a qualidade dos uniformes escolares e o fortalecimento da economia local. Ao credenciar malharias do DF, garantimos que os estudantes das escolas cívico-militares tenham acesso a peças padronizadas e de qualidade, ao mesmo tempo em que geramos oportunidades para empresas e trabalhadores da nossa cidade. A atuação integrada entre as secretarias assegura mais eficiência na execução do Cartão Uniforme Escolar e mais autonomia para as famílias na escolha dos produtos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O edital prevê a produção de mais de 208 mil itens que compõem o uniforme das escolas de gestão compartilhada do DF, incluindo camiseta de meia-manga com gola redonda, calça com elástico, bermuda longa com elástico e casaco sem capuz, todos em modelo unissex, fabricados conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O valor total dos itens por aluno é de R$ 170,35. Segundo a SEEDF, os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar. O modelo adotado permite que pais e responsáveis realizem a compra diretamente nos estabelecimentos credenciados, garantindo maior autonomia às famílias e dinamizando o processo. Não haverá distribuição direta nas escolas nem retirada em polos específicos. Ainda de acordo com a pasta, os uniformes antigos poderão ser utilizados até a aquisição dos novos. Os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar | Arte: Sedes-DF Credenciamento As empresas interessadas devem atender aos critérios estabelecidos no edital e encaminhar a documentação exigida, em remessa única e em formato PDF, para o e-mail credencia.malharias@sedes.df.gov.br. O atendimento presencial, se necessário, ocorrerá no edifício-sede da Sedes-DF, na 515 Norte, e deverá ser previamente agendado por telefone, pelo número (61) 3773-7354, ou pelo endereço eletrônico informado. O credenciamento será realizado de forma contínua, permitindo que novas empresas se cadastrem ao longo do período de vigência do chamamento público. As malharias já credenciadas no programa também podem participar. Para isso, basta assinar e encaminhar, por e-mail, a manifestação de interesse para produzir o uniforme. Após a formalização do termo de adesão e a devida habilitação, as malharias e estabelecimentos credenciados poderão iniciar imediatamente a confecção e a comercialização das peças. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Programa Pró-Jovem Digital conclui novas turmas na Estrutural e Samambaia e forma 240 alunos em 2026

A Secretaria da Juventude do Distrito Federal (Sejuve-DF) realizou, no dia 13 deste mês, a formatura de mais uma turma do programa Pró-Jovem Digital, beneficiando jovens das regiões administrativas da Estrutural e de Samambaia. A iniciativa faz parte da política pública de capacitação tecnológica que vem ampliando o acesso da juventude às oportunidades da economia digital. Somente nessas duas regiões, 240 jovens concluíram a formação, sendo 120 participantes em cada polo. O secretário da Juventude, André Kubitschek, destacou a importância do programa como ferramenta de transformação social e geração de oportunidades. “Estamos investindo no potencial dos nossos jovens e garantindo que eles tenham acesso às ferramentas necessárias para construir seu próprio futuro. O Pró-Jovem Digital abre portas, gera oportunidades e fortalece o protagonismo da juventude em todas as regiões do Distrito Federal”, afirmou. "O Pró-Jovem Digital abre portas, gera oportunidades e fortalece o protagonismo da juventude em todas as regiões do Distrito Federal”, destacou o secretário André Kubitschek | Foto: Divulgação/Sejuve-DF Com carga horária de 80 horas, o curso oferece capacitação em áreas estratégicas, como marketing digital, inteligência artificial (IA), criação de conteúdo, redes sociais e empreendedorismo. A formação é voltada especialmente para jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão digital e qualificação profissional. Além do aprendizado técnico, o programa contribui para o desenvolvimento da autonomia e da confiança dos participantes, preparando os jovens para ingressar no mercado de trabalho ou iniciar seus próprios projetos e negócios. Desde sua criação, o Pró-Jovem Digital se consolida como uma das principais iniciativas voltadas à capacitação tecnológica da juventude no Distrito Federal. Em 2026, o programa segue em expansão, levando conhecimento, inovação e novas perspectivas para jovens de diferentes regiões administrativas. A Secretaria da Juventude dará continuidade ao cronograma de novas turmas ao longo do ano, reforçando o compromisso com a formação e o desenvolvimento da juventude do Distrito Federal.   *Com informações da Secretaria da Juventude

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Entidades da sociedade civil têm até sábado (28) para disputar vagas no Conselho dos Direitos da Mulher do DF

Terminam neste sábado (28) as inscrições para o processo seletivo que vai definir as entidades da sociedade civil com assento no Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF) no próximo biênio. Serão escolhidas 13 organizações titulares e cinco para cadastro reserva. O colegiado reúne 26 integrantes — metade do poder público e metade da sociedade civil — e atua na formulação, no acompanhamento e na deliberação de políticas voltadas às mulheres, como enfrentamento à violência, promoção da autonomia econômica e garantia de direitos. No CDM-DF,  propostas são debatidas, prioridades são definidas e a execução das políticas passa a ser monitorada | Foto: Divulgação/SMDF Vinculado à Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), o conselho é instância permanente de articulação entre governo e sociedade civil. É nesse espaço que propostas são debatidas, prioridades são definidas e a execução das políticas passa a ser monitorada. Para a secretária da Mulher e presidente do CDM-DF, Giselle Ferreira, a renovação das entidades fortalece o caráter decisório do colegiado. “O conselho é deliberativo. Muitas políticas surgiram do diálogo com quem está na ponta. Quando levamos dados e indicadores ao debate, as decisões deixam de ser genéricas e passam a ter base concreta, alinhada à realidade das mulheres em cada região”, afirma. Segundo a vice-governadora Celina Leão, o conselho garante um espaço de diálogo e garantia de direitos. “O Conselho dos Direitos da Mulher é um colegiado de suma importância que garante o protagonismo feminino, amplia a igualdade e a cidadania, e se estabelece como um instrumento essencial no combate à violência de gênero. Nele, o poder público e a sociedade caminham juntos pela proteção e desenvolvimento das mulheres”, acredita Celina. Critérios e representatividade Podem participar entidades com pelo menos dois anos de atuação comprovada na defesa dos direitos das mulheres e ações desenvolvidas em, no mínimo, duas regiões administrativas. "Quando essas mulheres não estão representadas, as políticas também não alcançam todas. O conselho precisa refletir essa pluralidade" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Segundo Giselle Ferreira, o edital assegura diversidade de representação, contemplando organizações que atuem com mulheres negras, indígenas, quilombolas, ciganas, povos tradicionais, mulheres com deficiência, idosas e mulheres LGBTQIAPN+. “Ainda existem demandas que não aparecem com a força necessária. Quando essas mulheres não estão representadas, as políticas também não alcançam todas. O conselho precisa refletir essa pluralidade”, pontua. Proposição e acompanhamento As eleitas participam de sessões ordinárias e extraordinárias, integram comissões técnicas, relatam matérias, propõem encaminhamentos e acompanham a implementação das políticas públicas. Representante do Instituto Reciclando o Futuro no último biênio, Diullini Santos afirma que o colegiado combina construção e fiscalização. “A gente ajuda a desenhar as políticas e acompanha se estão chegando às mulheres em situação de vulnerabilidade. É um espaço de proposição e de cobrança. Se algo não funciona, o conselho leva a demanda para ajuste”, diz. Segundo ela, integrar o CDM-DF exige comprometimento: “Não é uma cadeira simbólica. Quem entra precisa participar ativamente. É responsabilidade direta com as mulheres do DF”. Avanços recentes As eleitas participam de sessões ordinárias e extraordinárias, integram comissões técnicas, relatam matérias, propõem encaminhamentos e acompanham a implementação das políticas públicas No último biênio, o conselho atualizou o regimento interno, realizou reuniões itinerantes em regiões administrativas e coordenou a V Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres, além das etapas regionais e da participação na conferência nacional. [LEIA_TAMBEM]Para Diullini, levar as reuniões aos territórios ampliou a escuta. “Quando o conselho vai às regiões, a população percebe que existe um espaço real de participação. A mulher que está na periferia entende que pode influenciar decisões. Isso fortalece as políticas”, relata. As entidades habilitadas passam por etapa de votação. Além de atender aos critérios, é necessário apresentar documentação comprobatória e mobilizar apoio entre as organizações participantes. “A entidade precisa se inscrever, apresentar sua trajetória e buscar votos. É um espaço que influencia diretamente as políticas públicas para as mulheres no DF”, reforça Giselle Ferreira.  

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Cobra-cipó verde albina passa a integrar visitação do serpentário do Zoológico de Brasília

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