Mais de 170 policiais penais nomeados pelo GDF iniciam formação profissional da carreira
Os 179 novos policiais penais nomeados no último ano para reforçar a segurança do sistema penitenciário do Distrito Federal iniciaram, nesta quinta-feira (5), a segunda etapa do curso de formação profissional na carreira. A solenidade de abertura, no auditório do Complexo da Polícia Civil, contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha. Os profissionais integram o contingente de 1.333 policiais penais nomeados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019. Com as nomeações, lembrou o governador, unidades prisionais ganham reforço e categoria pode exercer seu trabalho no processo de ressocialização em melhores condições | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização” Governador Ibaneis Rocha A chegada dos novos policiais penais dará mais eficiência e humanização ao processo de ressocialização da população privada de liberdade, além de reforçar o controle e a segurança das unidades prisionais, garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais. “É uma situação muito difícil, porque são 17 mil apenados [nas unidades prisionais do Distrito Federal], e, no Brasil, das 5.400 cidades, 3.770 não têm uma população desse tamanho”, declarou o governador. “Vejam só a responsabilidade do trabalho que vocês desenvolvem. Nós sabemos, agora mais ainda pela experiência que esses dois mandatos me deram, que o crime nasce dentro do presídio.” Trabalho de excelência “Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização. Isso tudo tem feito a segurança da nossa cidade avançar. Aproveitem este curso de formação, porque nós já temos colegas de vocês na ativa que têm dado exemplo para o Brasil.” Além do reforço de profissionais por meio das nomeações, o governo tem investido na valorização dos profissionais e na infraestrutura necessária para o trabalho, como a aquisição de 71 viaturas, 274 computadores e coletes balísticos para todos os profissionais na ativa. “Primeiro, houve uma evolução muito grande da carreira, seja na questão salarial, seja nas garantias de trabalho, na melhoria dos equipamentos e na entrega de bons equipamentos, para que eles possam realizar um trabalho que talvez seja um dos mais duros dentro do nosso sistema policial, que é cuidar daqueles que já estão apenados”, enumerou o governador. “Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria. Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar” Celina Leão, vice-governadora Ibaneis Rocha lembrou ainda que o governo atua para a criação do Fundo Penitenciário, junto à Câmara Legislativa do DF (CLDF), e para o reajuste da categoria, assim como foi feito com as outras forças de segurança por meio do Fundo Constitucional do DF (FCDF). “A criação do fundo vai estruturar o sistema penitenciário”, complementou o chefe do Executivo. “É uma lei de reestruturação que encerra essa história de os policiais penais serem tratados apenas como subcategoria, passando a ter condições de trabalho cada vez melhores. Essa é a importância da forma como temos trabalhado.” Mudança de categoria A vice-governadora Celina Leão, que participou da criação da categoria há alguns anos, destacou a importância dos policiais para a segurança do DF: “Foi uma luta muito grande. Eu estava na Câmara, como deputada, quando conseguimos mudar, porque antes era uma subcategoria. Hoje, é uma carreira reconhecida como fundamental para a segurança pública. Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria. Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar”. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Administração Penitenciária do DF, Wenderson Teles, também reforçou o papel da categoria na manutenção da ordem da cidade: “É uma carreira fundamental para a segurança pública do Distrito Federal, atuando desde a produção de inteligência, passando pela manutenção da ordem das unidades prisionais até o processo de ressocialização. A Polícia Penal atua da repressão à reintegração social, o que é essencial para a redução da criminalidade”. O gestor aproveitou para celebrar os avanços da categoria: “Houve a implementação do manual de identidade visual, a criação do banco de horas, a realização dos concursos de remoção, o fechamento das cantinas, a inauguração de novas unidades prisionais e a ampliação da Fábrica Social, que gera trabalho aos internos e benefícios à comunidade. Avançamos muito graças ao trabalho técnico, à seriedade e ao compromisso com a segurança pública”. Expectativa dos policiais Tiago Chaves e Priscila Felix foram nomeados em 2025: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo”, afirma Priscila Nomeado no ano passado, o policial penal Tiago Chaves, de 39 anos, definiu a formação como uma virada de chave na carreira dos profissionais. “É uma expectativa de muitos anos”, disse. “Foi um momento que estávamos aguardando, a ansiedade estava muito grande, mas hoje estamos todos muito felizes. Tem sido uma experiência muito gratificante. Estamos bem ansiosos para os próximos momentos dessa que é uma carreira em voga.” A policial penal Priscila Felix, 32, enfatizou que o curso vem para completar a formação dos nomeados: “Nós iniciamos a primeira etapa do curso de formação há alguns anos. Foi uma etapa mais teórica. Agora nós vamos iniciar uma parte mais operacional, de armamento, tiro, defesa pessoal e algumas técnicas. Estamos muito ansiosos e felizes”. Priscila também exaltou a importância de sua profissão: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo. Isso é muito gratificante para nós. Nós estamos ansiosos para cumprir o nosso papel e fazermos com muita eficiência”. Curso de formação “O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade” João Vitor Anunciação, coordenador do Sistema Prisional do DF Essa é a primeira turma de 2026 do Curso de Formação Profissional da carreira Polícia Penal do DF (CFP/PPDF). Os 179 policiais ficarão divididos em quatro turmas para cumprir 210 horas-aulas em 45 dias. Segundo o coordenador do Sistema Prisional do Distrito Federal, João Vitor Anunciação, o curso vai investir e trabalhar nos aspectos físico, técnico e emocional dos alunos. “O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade”, apontou. “Atualmente, são mais de 17 mil internos distribuídos em sete unidades prisionais.” A formação inclui a parte teórica e ética com aulas de legislação penitenciária, direitos humanos e ética profissional e fundamentos de atuação legal. O curso conta ainda com capacitação operacional e prática de condutas de segurança, técnicas de abordagem e matérias específicas do ambiente profissional e cotidiano das unidades prisionais. Após a conclusão, os alunos estarão aptos para exercer funções práticas e teóricas da carreira, além do porte de arma. Essa é a segunda e última etapa da formação dos novos policiais que fizeram o primeiro curso em 2023 e foram nomeados em dezembro de 2025.
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Ação Carnaval Sem Assédio é lançada pelo quarto ano consecutivo no DF
A Secretaria da Mulher (SMDF) lança, nesta sexta-feira (6), às 14h, o calendário de atuação da ação Carnaval Sem Assédio, iniciativa que chega ao seu quarto ano consecutivo com o objetivo de prevenir e combater situações de assédio e violência contra as mulheres durante o período carnavalesco. A ação leva equipes da SMDF a estabelecimentos comerciais e blocos de carnaval em regiões administrativas do DF, promovendo conscientização, orientação e acolhimento. A estratégia busca alertar foliões, comerciantes e trabalhadores do setor de entretenimento sobre a importância do respeito e reforçar os canais de denúncia disponíveis para vítimas e testemunhas de violência de gênero, prática que tende a se intensificar nesta época do ano. Com o slogan “Não acabe com a minha festa”, cerca de 3 mil cartazes e adesivos começaram a ser entregues desde o dia 2 de fevereiro por cerca de 90 servidores da pasta. Os materiais são fixados em locais de grande circulação, como banheiros e entradas de bares e restaurantes, garantindo que o maior número possível de foliões tenha acesso às informações. “O Carnaval é um momento de alegria e celebração e nenhuma mulher pode ter esse direito violado por atitudes de desrespeito ou violência” Celina Leão, vice-governadora “O Carnaval é um momento de alegria e celebração e nenhuma mulher pode ter esse direito violado por atitudes de desrespeito ou violência”, destaca a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. “Com o trabalho de todo o GDF, vamos buscar ter um carnaval sem casos de assédio e garantir segurança, orientação e o acolhimento das mulheres”. Os cartazes trazem um QR Code que direciona para o site da Secretaria da Mulher, além dos principais canais de denúncia: 190 (Polícia Militar), 156 – opção 6 (Central do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher). Carnaval sem assédio De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), não houve registro de ocorrências de assédio durante o período de Carnaval nos últimos dois anos, resultado atribuído às ações preventivas, à presença do poder público nos territórios e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres. “Estar nos blocos, nos bares e nos espaços onde as pessoas estão é fundamental”, enfatiza a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “O Carnaval Sem Assédio é uma ação que salva vidas, porque informa, orienta e mostra às mulheres que elas não estão sozinhas. Respeito também faz parte da festa.” Os cartazes trazem um QR Code que direciona para o site da Secretaria da Mulher, além dos principais canais de denúncia: 190 (Polícia Militar), 156 – opção 6 (Central do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) | Foto: Divulgação/SMDF A iniciativa também coloca em prática o Protocolo Por Todas Elas, instituído pelo Decreto nº 45.772/2024, que regulamenta a Lei nº 7.241/2023. O protocolo prevê que espaços públicos e privados adotem medidas para garantir segurança, proteção e apoio às mulheres vítimas de violência, assédio ou importunação sexual, bem como àquelas que estejam sob risco de sofrer esse tipo de violência, reforçando a atuação integrada da rede de proteção durante grandes eventos. Serviço Dia: 6/2 Hora: 14h Local: New Mercadito – 201 Sul *Com informações da SMDF
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Festival Desportivo Inclusivo chega à 2ª edição com esporte, diversidade e inclusão em Ceilândia
A Praça dos Direitos da QNN 13, em Ceilândia, recebe neste sábado (7), das 8h às 13h, a 2ª edição do Festival Desportivo Inclusivo, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto Procip e com o Bravus Esporte Clube. O evento reforça o compromisso com a promoção do esporte como ferramenta de inclusão, convivência e transformação social. Pensado para acolher todas as pessoas, o festival dá atenção especial à comunidade LGBT+ e a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência. A programação esportiva inclui competições de vôlei misto, futebol de campo masculino e futsal feminino, todas com premiações, estimulando a participação diversa e o respeito dentro e fora das quadras. Futebol de campo é uma das modalidades que serão disputadas no Festival Desportivo Inclusivo | Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Além das disputas esportivas, o público poderá acompanhar uma atração especial: a apresentação do Team UnB Cheerleading, equipe oficial de cheerleading da Universidade de Brasília (UnB), formada por estudantes-atletas de diferentes cursos da instituição. Cheerleading em destaque O cheerleading é uma modalidade esportiva que reúne elementos de ginástica, dança, força e acrobacias, exigindo alto nível técnico, disciplina e trabalho coletivo. Referência no esporte universitário, o Team UnB Cheerleading representa a UnB em competições regionais, nacionais e internacionais. Em 2025, a equipe conquistou três medalhas de ouro nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) e se destacou no Cheerfest Internacional, onde foi Grand Champion Universitário na categoria Coed 3 Non Tumbling, consolidando-se como uma das principais equipes universitárias do país. O Team UnB Cheerleading vai se apresentar no evento em Ceilândia | Foto: Divulgação A primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo foi realizada em novembro de 2025 e reuniu mais de 500 pessoas, consolidando o evento como um espaço de convivência, lazer e promoção da cidadania por meio do esporte. Ao aliar esporte, diversidade e participação comunitária, o Festival Desportivo Inclusivo reafirma o papel das políticas públicas na construção de espaços de convivência mais justos, acessíveis e acolhedores para toda a população. Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o festival fortalece o esporte como espaço de pertencimento e respeito. “O Festival Desportivo Inclusivo mostra que o esporte pode e deve ser um ambiente seguro, acolhedor e democrático, onde todas as pessoas são respeitadas em sua diversidade”, destaca. "O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressalta o papel da iniciativa na promoção da cidadania e da inclusão: “O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social. Ações como essa aproximam o poder público da comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.” *Com informações da Sejus-DF
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta sexta-feira (6) em São Sebastião
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em oito endereços distintos em São Sebastião. A ação está prevista para ter início às 9h desta sexta-feira (6), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em São Sebastião para sexta (6): 1. Muro da coordenadoria das Promotorias de Justiça - Centro de Múltiplas Atividades, Área Especial 3; 2. Ao lado da Feira Permanente; 3. Avenida Contorno, abaixo da fábrica Nutrina, mata do Residencial Vitória; 4. Final da Rua 68; 5. Rua 65; 6. Em frente à UPA; 7. Balão de acesso à Feira/Bombeiros; 8. PAC Malhação em frente à 30ª DP. *Com informações da DF Legal
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Zoo de Brasília abre enquete para escolher nomes dos filhotes de sauim-de-coleira
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) abriu uma enquete nas redes sociais para escolher os nomes dos filhotes de sauim-de-coleira da espécie Saguinus bicolor, nascidos em setembro de 2025. A votação ficará disponível por 24 horas e será encerrada nesta sexta-feira (6), às 9h. Filhotes já podem ser vistos; nomes vencedores serão anunciados nesta sexta-feira (6) | Foto: Mardônio Vieira/FJZB “Esses filhotes representam uma alegria para o zoo e uma oportunidade de falar sobre conservação de forma leve e acessível” Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília Os nomes que integram a enquete foram selecionados a partir das sugestões feitas pelos seguidores nas redes sociais do Zoológico. Entre dezenas de comentários, a equipe reuniu os nomes mais pedidos. Para o filhote macho, as opções são João, Caju, Tacacá e Fauna. Já para a fêmea, o público pode escolher entre Maria, Castanha, Tapioca e Flora. Os filhotes são filhos do casal Tucupi e Ama-tiri e apresentam ótimo desenvolvimento. Saudáveis e ativos, podem ser vistos pelo público durante a visitação, despertando a curiosidade e o encantamento dos visitantes. De acordo com o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, a ação vai além da escolha de nomes. “Quando abrimos esse espaço de participação, aproximamos as pessoas do nosso trabalho e fortalecemos a educação ambiental”, explica o gestor. “Esses filhotes representam uma alegria para o zoo e uma oportunidade de falar sobre conservação de forma leve e acessível.” Espécie ameaçada [LEIA_TAMBEM]O sauim-de-coleira é uma espécie endêmica da região de Manaus (AM) e está classificada com o selo Criticamente em Perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A principal ameaça à espécie é a perda de habitat causada pelo avanço urbano e pelo desmatamento. O Zoológico de Brasília atua em ações voltadas à conservação da fauna silvestre, participando do programa de conservação do sauim-de-coleira, incluindo educação ambiental, manejo responsável e sensibilização do público. “Cada nascimento de uma espécie ameaçada é um sinal de esperança”, ressalta Wallison Couto. “Nosso papel é garantir bem-estar aos animais e, ao mesmo tempo, conscientizar a população sobre a urgência de proteger a biodiversidade brasileira.” O resultado da enquete será divulgado após o encerramento da votação. Enquanto isso, os visitantes já podem conhecer de perto os filhotes e acompanhar seu crescimento, celebrando mais um passo importante na conservação da espécie. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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IPEDF apresenta retrato detalhado da população residente na área rural do Distrito Federal
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Pesquisa apresenta retrato detalhado da população residente na área rural do Distrito Federal
Realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) revela que a população residente na área rural do Distrito Federal é estimada em 121.759 pessoas, sendo 51,9% do sexo de nascimento masculino e 48,1% feminino. A média de idade é de 32,6 anos. A Pdad-A apontou a existência de 49.549 domicílios na área rural do Distrito Federal, com média de 2,46 moradores por domicílio. O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, destaca: “Essa abordagem ampliada possibilita uma compreensão mais completa da diversidade territorial do Distrito Federal. Os resultados contribuem com os órgãos do GDF na construção de políticas públicas eficazes para a população residente na área rural do DF”. A maioria da população da área rural do DF é composta de homens (51,9%) | Foto: Divulgação/IPEDF Perfil da população rural do DF Em relação à raça/cor da pele declarada pelos moradores da área rural, os pardos aparecem em maior percentual (57%), seguidos pela população branca (29,1%) e preta (11,6%). Quanto à religião, os católicos são maioria, 48,5%. Entre os moradores de 14 anos ou mais de idade, 50,5% se declararam casados e 43% solteiros. Os moradores da área rural nascidos no DF são 53% e, entre os que migraram, 60,8% nasceram na Região Nordeste do Brasil, com destaque para os estados da Bahia e do Maranhão. Sobre a conectividade, 84,2% indicaram acessar a internet em algum aparelho e 77% têm celular. Sobre a escolaridade da população da área rural com 25 anos ou mais, 66,3% estudaram até o ensino médio completo e apenas 16,5% dos moradores completaram o ensino superior. No grupo com 14 anos ou mais, 91,2% estão ocupados, e entre esses 43,7% trabalham na área rural e 53,4% são empregados do setor privado. Dos assalariados, 69,2% possuem CTPS e 63,2% contribuem para o INSS. A renda média do trabalho principal dos moradores da área rural é de R$ 2.654,70. Os trabalhadores por conta própria são 26,7% dos ocupados da área rural. No grupo de empreendedores, 41,4% possuem CNPJ e 30,6% são da categoria Microempreendedor Individual (MEI). Entre os 52,5% dos moradores que indicaram ter procurado atendimento em saúde, 87,6% realizaram consultas, sendo 67,1% em serviços públicos. Quanto ao local, 39,2% foram realizadas em unidades de saúde da área rural. Habitação e características dos domicílios Esse recorte da PDAD-A ajuda o governo no desenho de ações, programas e projetos para a mitigação das dificuldades enfrentadas pela população do território rural | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os dados sobre habitação apontam 49.549 domicílios na área rural, com uma média de 2,46 moradores por domicílio. As casas representam o tipo de moradia predominante, entre as quais 58,4% são próprias e, dessas, 29,9% possuem escritura definitiva registrada em cartório. Domicílios cedidos pelo empregador representam 12,9% dos domicílios rurais no DF. Três a cada quatro domicílios rurais possuem animais de estimação, com a predominância de cachorros (70,7%), seguidos por gatos (20,2%). Sobre a conectividade, 35,1% dos domicílios rurais possuem assinatura de serviços on-line, como filmes, músicas, notícias, cursos e esportes. Em 18% dos domicílios existe o serviço de TV por assinatura. Quase 80% das residências rurais do DF possuem renda mensal de até dois salários mínimos. A renda domiciliar média é de R$ 2.954,70, e a renda domiciliar per capita é de R$ 1.708,50. “Os dados sobre as necessidades dos domicílios e moradores do território rural do Distrito Federal representam o ponto de partida dos gestores públicos para o desenho de ações, programas e projetos para a mitigação das dificuldades enfrentadas pela população do território rural. É a utilização da informação para a ação”, afirma a diretora do IPEDF, Francisca Lucena. Subsídio para políticas públicas "O lançamento dos dados do recorte rural da Pdad-A representa um marco para o planejamento e o fortalecimento do desenvolvimento do território rural do Distrito Federal" Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, destacou a importância estratégica dos dados do recorte do território rural da Pdad-A 2024. As informações apoiam o fortalecimento do desenvolvimento regional ao reunir informações que vão além dos indicadores populacionais da área rural. “O lançamento dos dados do recorte rural da Pdad-A representa um marco para o planejamento e o fortalecimento do desenvolvimento do território rural do Distrito Federal. A pesquisa revela a realidade dos moradores da área rural, considerando as condições de moradia, trabalho e acesso a serviços públicos, informações essenciais para orientar políticas públicas mais eficazes”, afirmou. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, reforça: “Os dados publicados representam uma ferramenta estratégica para assegurar que as políticas públicas sejam fundamentadas em informações confiáveis e atualizadas sobre o território rural. Quanto mais qualificados são os dados, maior é a capacidade do poder público de planejar ações eficazes, ampliar oportunidades e promover o desenvolvimento sustentável da população rural”. *Com informações do IPEDF, da Emater-DF e da Seagri
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Detran-DF fica em 1º lugar no ranking de demandas da LAI no GDF
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) ficou em primeiro lugar no ranking de pedidos de acesso à informação entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). É o que mostra o relatório da Lei de Acesso à Informação (LAI) no Painel de Transparência Passiva do Participa-DF, onde foram registradas 2.198 demandas para a autarquia em 2025, um aumento de 83% em relação aos 1.202 registros de 2024. Painel de Transparência Passiva, um dos canais de interação do público com o GDF, avalia bem o Detran-DF | Foto: Divulgação “A Lei de Acesso à Informação é um instrumento essencial para o fortalecimento do controle social, da transparência e da cidadania, e a Ouvidoria do Detran-DF reafirma o compromisso com esses valores”, enfatiza o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. A efetividade da Ouvidoria do Detran-DF nas respostas também tem crescido nos últimos anos. Das demandas recebidas em 2023, 91% das respostas foram efetivas; em 2024, 92%; e, em 2025, a Ouvidoria alcançou novo recorde, tendo 96% de suas respostas consideradas efetivas com apenas 4% dos solicitantes apresentando recurso. Atuação conjunta “Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto da Ouvidoria com as demais áreas do Detran-DF, que têm entendido a importância de responder de forma clara e eficaz ao cidadão, subsidiando com informações adequadas as respostas dadas por nossa equipe”, explica a ouvidora do Detran-DF, Ana Carolina de Almeida. “Temos nos esforçado bastante para que o direito do cidadão à informação seja exercido em sua plenitude, tanto na qualidade da resposta quanto na exiguidade do prazo.” Além de ter respondido todas as 2.198 demandas dentro do prazo legal, o tempo de resposta do Detran-DF também tem sido a cada ano. Em 2023, o tempo médio para que o cidadão recebesse a informação solicitada era de 13 dias. Em 2024, a espera caiu para uma média de oito dias. Em 2025, a rapidez na resposta foi ainda maior, resultando no prazo médio de sete dias, ou seja, o Detran-DF tem demorado, em média 23% do prazo máximo previsto na LAI para que o cidadão tenha acesso à informação solicitada. [LEIA_TAMBEM]Ana Carolina enfatiza: “Apesar de a equipe da Ouvidoria que atende as demandas da LAI ser pequena, trabalha com muito compromisso e organização e, por isso, mesmo com uma demanda alta, tem conseguido cumprir o prazo legal em todas os pedidos, inclusive respondendo ao cidadão em pouquíssimo tempo, na maioria das vezes”. O canal mais utilizado pelos cidadãos é a internet: 2.152 pedidos de informação (98%) foram registrados pelo site do Participa-DF e apenas 46 (2%) foram feitos presencialmente na Ouvidoria do Detran-DF. Outro dado importante é a identificação dos pedidos: 71% foram feitos de forma identificada, enquanto 627 foram anonimizados. “É direito do cidadão solicitar o sigilo dos dados pessoais em seus requerimentos, mas a opção por não se identificar impede o Detran-DF de fornecer informações que exigem dados pessoais para pesquisa ou de entrar em contato com o solicitante para pegar mais detalhes do caso, resultando muitas vezes em respostas incompletas ou não satisfatórias”, adverte a ouvidora. *Com informações do Detran-DF
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