Prazo para negociar dívidas de ICMS com até 70% de desconto em multas e juros termina na próxima terça (10)
O prazo para aderir à negociação facilitada sobre débitos de ICMS inscritos na dívida ativa, por meio do programa Negocia-DF, termina na próxima terça-feira (10). A iniciativa, voltada para pessoas físicas e jurídicas, oferece condições especiais, como descontos sobre multa moratória e juros, parcelamentos e uso de créditos acumulados. Confira todos os benefícios disponíveis: Descontos atrativos: O programa oferece uma redução de até 70% sobre o valor de multas moratórias, juros e acréscimos legais. Esse benefício facilita significativamente a quitação de débitos acumulados, reduzindo o peso dos referidos encargos sobre o valor principal da dívida; Flexibilidade no pagamento: Há opções de parcelamento em até 120 vezes. Para situações específicas e previstas no edital, como casos de recuperação judicial ou falência, o prazo para pagamento pode ser estendido para até 145 parcelas; Entrada acessível: A adesão ao parcelamento requer o pagamento de uma entrada mínima de 5% do valor total negociado. Para garantir que o programa seja inclusivo, o valor de cada parcela foi fixado em uma quantia mínima a partir de R$ 300; Uso de créditos acumulados: Os contribuintes podem utilizar créditos acumulados ou de ressarcimentos do próprio ICMS para quitar até 75% do saldo devedor negociado, desde que haja a homologação prévia pela Secretaria de Economia (Seec-DF). Como participar Aproveitar essa oportunidade é simples e seguro. Todo o procedimento é realizado de forma 100% online. As regras e informações completas estão disponíveis no Edital nº 2/2025. Para conferir a íntegra do edital e participar, acesse negocia.df.gov.br. *Com informações da PGDF
Ler mais...
Mais de 10 toneladas de massa asfáltica são colocadas nas ruas de Ceilândia
Ler mais...
Benefícios da Transação
Ler mais...
Usina do P Sul completa 40 anos como referência em compostagem de resíduos orgânicos
A Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul, do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), completa 40 anos de operação nesta quinta-feira (5). Inaugurada em 1986, a unidade consolidou-se como uma das principais referências do país na produção de composto orgânico a partir de resíduos sólidos urbanos, contribuindo diretamente para a redução do volume destinado ao aterramento, o fortalecimento da agricultura familiar e a geração de trabalho e renda. Ao longo da última década, somadas as operações das Utmbs do P Sul e da Asa Sul, foram processadas mais de 2,7 milhões de toneladas de resíduos da coleta convencional, volume que corresponde, em média, a 40% de todo o lixo domiciliar coletado no Distrito Federal. Esses resíduos passaram por triagem, separação de recicláveis e tratamento da fração orgânica, evitando que uma parcela expressiva fosse destinada diretamente ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB). Um ano a mais na vida útil do ASB Entre 2015 e 2025, as usinas produziram mais de 720 mil toneladas de composto orgânico cru, que após o processo de maturação resulta em produto pronto para uso. Desse total, mais de 185 mil toneladas foram doadas, principalmente à agricultura familiar do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). A Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul, do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), completa 40 anos de operação nesta quinta-feira (5) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O dado ganha ainda mais relevância quando comparado à operação do Aterro Sanitário de Brasília, que, desde sua inauguração, em 2017, recebe em média 750 mil toneladas de resíduos por ano. Na prática, o volume de resíduos orgânicos transformado em composto pelas UTMBs ao longo dos últimos dez anos equivale a quase um ano inteiro de vida útil do aterro poupado, graças ao tratamento e reaproveitamento desses materiais. Impacto ambiental e social A UTMB do P Sul, em Ceilândia, recebe resíduos da coleta convencional de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Pôr do Sol e Sol Nascente, e também o composto cru separado na UTMB da Asa Sul para maturação em leiras. Dentro da unidade, os materiais recicláveis são separados por cooperativas de catadores, enquanto a fração orgânica segue para o pátio de compostagem, onde permanece por cerca de 100 dias até a completa decomposição. Para o presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, o aniversário de 40 anos da usina simboliza um legado ambiental concreto para o Distrito Federal. “A Usina do P Sul representa, há quatro décadas, a materialização de um modelo de gestão de resíduos que une responsabilidade ambiental, inclusão social e desenvolvimento econômico. Cada tonelada de composto produzida significa menos impacto ambiental e mais apoio à agricultura familiar, fortalecendo a segurança alimentar e a qualidade de vida da população”, destaca. Além do impacto ambiental, a usina tem papel social relevante. O processo de triagem de recicláveis é realizado por cooperativas de catadores que atuam dentro da unidade, garantindo renda e formalização do trabalho. “A usina gera benefícios em múltiplas frentes: cria oportunidades para os catadores, apoia produtores rurais e entrega ganhos concretos para toda a sociedade. É um equipamento público que devolve valor à população em forma de alimento, renda e cidade mais limpa”, ressalta o presidente do SLU. Com 40 anos de funcionamento, a UTMB do P Sul, em conjunto com a unidade da Asa Sul, coloca o Distrito Federal entre os principais polos de compostagem do país | Foto: Arquivo/Agência Brasília Referência nacional em compostagem A relevância ambiental e social da compostagem realizada pelo SLU foi reconhecida recentemente com a conquista do Prêmio Arapoti, em março do ano passado, na categoria Excelência no Setor Público. Considerado o “Oscar da Sustentabilidade”, o prêmio destacou, pela primeira vez, a atuação de um órgão público, reconhecendo o Distrito Federal como referência na produção de composto orgânico de resíduos. O reconhecimento valoriza diretamente o trabalho desenvolvido nas usinas de tratamento mecânico-biológico que consolidou um modelo sustentável capaz de transformar resíduos em insumo agrícola, apoiar a agricultura familiar, reduzir emissões de gases de efeito estufa e evitar o aterramento de grandes volumes de lixo. Com 40 anos de funcionamento, a UTMB do P Sul, em conjunto com a unidade da Asa Sul, coloca o Distrito Federal entre os principais polos de compostagem do país. A trajetória da usina demonstra que a gestão integrada de resíduos é capaz de reduzir impactos ambientais, ampliar a vida útil de infraestruturas estratégicas como o aterro sanitário e devolver valor à sociedade por meio do reaproveitamento dos resíduos. *Com informações do SLU
Ler mais...
GDF cria comissão para impulsionar metas sustentáveis da ONU
Ler mais...
Plano Piloto recebe ação de acolhimento à população em situação de rua terça (3) e na quarta (4)
Ler mais...
Programa Filhos deste Solo amplia formação empreendedora e fortalece protagonismo da juventude rural no DF
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) encerrou 2025 com avanços significativos no programa Filhos deste Solo, iniciativa voltada à formação de jovens rurais em empreendedorismo, gestão de negócios e inovação. Ao longo do ano, as ações envolveram formações presenciais, mentorias online, atividades gamificadas e vivências técnicas, beneficiando jovens com idade entre 16 e 29 anos e estimulando a permanência produtiva no campo. Um dos principais destaques foi o curso Noções Básicas de Elaboração de Planos de Negócio, ministrado no Instituto Federal de Brasília (IFB), em Planaltina. A formação reuniu 82 inscritos, com 68 certificados, e abordou temas como sucessão familiar, cooperativismo, pesquisa de mercado, viabilidade econômica e planejamento estratégico. A dinâmica Shark Tank — Desafio Empreendedor consolidou o aprendizado, permitindo que os grupos apresentassem propostas reais de negócios desenvolvidas durante o curso. "O programa desperta nos jovens a confiança de que eles podem transformar suas comunidades" Adriana Dutra, coordenadora do Filhos deste Solo A coordenadora do programa, Adriana Dutra, destaca o impacto da iniciativa na trajetória dos participantes: “O programa desperta nos jovens a confiança de que eles podem transformar suas comunidades. É um processo que integra conhecimento, experimentação e visão empreendedora.” Um exemplo é o empreendimento Sabor e Vida — Doces que Abraçam, criado por Sthefany Rodrigues Ferreira, estudante do Centro Educacional Taquara, com duas colegas, Rafaela Alves Sampaio e Beatriz Cristina Charles Barbosa, a partir dos conhecimentos adquiridos no programa. As jovens transformaram o aprendizado em uma oportunidade real de mercado e já colheram os primeiros frutos por meio da venda de cupcakes artesanais em datas comemorativas. Ao lado de duas amigas, Sthefany Rodrigues Ferreira investiu e está vendendo cupcakes em datas comemorativas | Fotos: Divulgação/Emater-DF Com produção sob encomenda e serviço de delivery, o negócio atende ocasiões como aniversários, Natal, Páscoa e outras celebrações, apostando no cuidado artesanal e na valorização do afeto como diferencial. “O programa me ajudou a entender como administrar uma empresa na prática. Aprendi a desenvolver um negócio, organizar os gastos, calcular o lucro e tomar decisões importantes. Com esses ensinamentos, consegui abrir minha própria empresa e começar a ganhar meu próprio dinheiro. Foi um aprendizado muito grande para mim, uma experiência que fez muita diferença na minha vida. Eu gostei muito do programa”, afirma Sthefany. [LEIA_TAMBEM]Outros destaques Outro marco de 2025 foi a visita técnica à AgroBrasília, que proporcionou a 57 jovens contato direto com tecnologias, práticas inovadoras e tendências do agronegócio. Durante a atividade, os participantes conheceram os circuitos técnicos da Emater-DF e dialogaram com especialistas de diferentes cadeias produtivas. O ano também foi dedicado ao planejamento e participação de 14 jovens na Expointer 2025 e no Encontro de Jovens Empreendedores Rurais do Rio Grande do Sul. A seleção priorizou estudantes engajados e com projetos em desenvolvimento, fortalecendo a proposta do programa de estimular novas lideranças no meio rural. A participação dos jovens permitiu expansão de conhecimentos, networking e inspiração com as últimas tendências do setor agropecuário. Além das ações no IFB, o Filhos deste Solo ampliou a presença nas escolas públicas do DF, atendendo a 116 estudantes do CED Taquara e do CED Várzeas, no Núcleo Rural Tabatinga, com cursos de empreendedorismo, mentorias e atividades práticas. As formações utilizaram metodologias ativas, jogos empresariais e ferramentas como o game Mobilog, que simula a tomada de decisões em negócios por meio de realidade aumentada. Entre os projetos desenvolvidos pelos estudantes, destacam-se iniciativas de alimentos, serviços e propostas sustentáveis, como a Ecoterra Reciclagem. “Investir nos jovens é investir no futuro da produção, da inovação e da sustentabilidade no campo“ Cleison Duval, presidente da Emater-DF Ao avaliar os resultados do ano, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, reforça o papel estratégico do programa: “Investir nos jovens é investir no futuro da produção, da inovação e da sustentabilidade no campo. O Filhos deste Solo mostra que nossos jovens têm talento, energia e projetos concretos para transformar o território rural”. *Com informações da Emater-DF
Ler mais...
Formação Sabor de Escola prepara merendeiros para o ano letivo
Antes do início das aulas, em 12 de fevereiro, 2,6 mil merendeiros da rede pública são convidados para participar, nesta semana, da formação Sabor de Escola. A iniciativa reúne orientações sobre boas práticas de alimentação, organização da rotina nas cozinhas escolares e apresentação de novos preparos que farão parte do cardápio do primeiro bimestre letivo. Assista ao programa no canal do YouTube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). A programação ocorre de terça a sexta-feira, sempre das 9h ao meio-dia. Além das orientações teóricas, a formação contará, na sexta-feira à tarde, das 14h às 17h, com um momento prático, com a apresentação ao vivo de novas receitas e proteínas que passarão a integrar o cardápio escolar, preparadas por merendeiros vencedores do concurso Sabor de Escola. O encontro desta manhã contou com debate idealizado pela subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a presença de convidados da G&E Serviços Terceirizados, empresa responsável pela gestão das cozinhas escolares, entre eles o coordenador de Operações, Saulo Freitas, e as nutricionistas Vitória Carolina e Janaína Oliveira. “Todo início de ano, antes das aulas começarem, realizamos essa formação com todos os merendeiros. É um momento importante para alinhar orientações, acolher quem está chegando e reforçar temas essenciais, como as boas práticas de alimentação, o cuidado no preparo e a dinâmica de trabalho ao longo do ano”, explica a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus. Alimentação segura Durante a formação, nutricionistas da G&E reforçaram a importância de seguir corretamente as boas práticas de fabricação na alimentação escolar. As orientações apresentadas durante a live destacaram que os cuidados adotados nas cozinhas impactam diretamente a saúde dos estudantes e também dos profissionais, ampliando o entendimento sobre segurança alimentar e nutricional. Debate desta terça-feira (3) contou com a presença da subsecretária Fernanda Mateus e de representantes da G&E Serviços Terceirizados, responsável pela gestão das cozinhas escolares | Foto: Mary Leal/SEEDF “Essas orientações precisam ser seguidas com atenção, porque na alimentação escolar estamos lidando com vidas. As boas práticas ajudam a prevenir riscos e garantem mais segurança. Esse cuidado vai além da escola e contribui para mais qualidade de vida e segurança no consumo de alimentos em diferentes ambientes”, disse a nutricionista Vitória Carolina. Segurança no trabalho A nutricionista Janaína Oliveira também ressaltou a importância do uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) no dia a dia das cozinhas escolares. Segundo ela, o uso adequado desses equipamentos ajuda a evitar acidentes de trabalho, melhora a organização das atividades e contribui para mais segurança e bem-estar das merendeiras da rede pública. “Quando usamos os EPIs corretamente, prevenimos acidentes e garantimos mais segurança na cozinha. Um exemplo é a luva térmica: ao manusear uma panela quente sem esse equipamento, o risco de queimaduras é maior. Por isso, é importante identificar quais EPIs estão disponíveis e utilizá-los da forma correta”, explica. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
Ler mais...