Pesquisa traça impacto dos jogos de azar na população do DF
Com o objetivo de analisar os impactos dos jogos de azar na população que vive na capital do país, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF), lança o estudo “Apostadores no Distrito Federal Diagnóstico comportamental e sociodemográfico”. A pesquisa identifica as modalidades de jogos praticadas, os motivos que levam as pessoas a fazerem apostas e os impactos sociais, financeiros e de saúde entre cidadãos maiores de 18 anos. Estudo foca os impactos dos jogos de azar na estrutura das famílias | Arte: IPEDF “Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social” Manoel Barros, diretor-presidente do IPEDF O levantamento também avalia a percepção de pessoas que não participam dessas atividades. Os dados foram coletados por meio de questionários aplicados por pesquisadores uniformizados em locais de grande circulação, abrangendo todas as regiões administrativas do Distrito Federal. As informações, que permanecem sem identificação dos respondentes, foram analisadas segundo critérios como gênero e faixa de renda. “Os jogos de azar, especialmente no ambiente digital, deixaram de ser apenas uma prática recreativa e passaram a gerar impactos reais na vida das famílias, como endividamento, conflitos familiares e adoecimento emocional”, avalia o secretário da Família, Rodrigo Delmasso. “O estudo inédito nos permite compreender quem são os apostadores no DF, onde estão e como esse comportamento afeta a dinâmica familiar. Com dados técnicos, o GDF poderá formular políticas públicas preventivas, voltadas à educação financeira, à saúde mental e ao fortalecimento das famílias, protegendo especialmente os mais vulneráveis.” Políticas públicas Por sua vez, o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Barros, afirma: “O IPEDF tem como missão produzir informações qualificadas para orientar a tomada de decisão no âmbito das políticas públicas. Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social. Ao oferecer dados objetivos e territorializados, a pesquisa contribui para que o poder público atue de forma preventiva e baseada em evidências”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, a pesquisa responde a uma demanda crescente por informações qualificadas sobre o tema. “Com a rápida expansão das plataformas de jogos online e o fácil acesso às apostas, torna-se fundamental produzir um diagnóstico consistente sobre o perfil dos apostadores e sobre as possíveis consequências desse hábito na vida financeira, social e na saúde da população”, aponta. “O estudo permite compreender melhor esse fenômeno no contexto específico do Distrito Federal e subsidiar políticas públicas que consigam dar conta da problemática que envolve as apostas”. O objetivo do estudo é compreender o comportamento, as motivações e o perfil sociodemográfico dos apostadores (considerando gênero, renda e faixa etária) com mais de 18 anos. Dados gerais indicam que, no Brasil, a maior parte dos apostadores em plataformas de bets concentra-se entre jovens de 16 a 34 anos, embora também haja um volume expressivo de apostas entre aposentados. A pesquisa constitui uma resposta direta ao crescimento do endividamento associado aos jogos de azar e contribuirá para a construção de um diagnóstico específico da realidade da capital federal. Veja os dados apurados. *Com informações do IPEDF
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Sete anos do IgesDF: Hospital Regional de Santa Maria amplia o cuidado à população
Ao completar sete anos de atuação na saúde pública, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) consolida, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), transformações que ampliaram o cuidado, qualificaram a assistência e impactaram diretamente a vida da população da região sul do Distrito Federal e de municípios do Entorno. Hoje, quem busca atendimento no HRSM encontra uma unidade mais estruturada, humanizada e preparada para responder às demandas de uma das regiões que mais crescem no Distrito Federal. Essas mudanças são resultado da administração do IgesDF ao longo dos últimos sete anos, período em que a atuação do instituto promoveu transformações. Além da excelência médica, o HRSM, hoje, oferece instalações modernas e equipe acolhedora | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Nesse período, a urgência e a emergência do hospital receberam reforços importantes. A unidade passou a contar com a Sala Vermelha de Trauma Adulto, equipada com quatro leitos, e com um novo box de emergência pediátrica com seis leitos, incluindo dois de isolamento com sistema de ventilação que impede a disseminação de agentes contaminantes. Na assistência materno-infantil, os investimentos ampliaram o conforto e a segurança das gestantes e dos recém-nascidos. O centro obstétrico recebeu um posto de coleta de exames, permitindo a realização de procedimentos laboratoriais sem deslocamento interno, além de novas camas obstétricas para os períodos de pré-parto, parto e pós-parto. Foi também implantada a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos, referência no Centro-Oeste, voltada ao cuidado de crianças e adolescentes com condições crônicas complexas. Com a inauguração do Espaço Terapêutico, o hospital passou a ser o único do DF a oferecer fisioterapia 24 horas no pré-parto, parto e pós-parto Outro destaque foi a criação do Espaço Terapêutico, ambiente humanizado destinado à fisioterapia, ao suporte social às gestantes e ao acompanhamento de famílias em situações sensíveis, como a perda gestacional. Com isso, o HRSM se tornou o único hospital do Distrito Federal a oferecer fisioterapia 24 horas no pré-parto, parto e pós-parto, consolidando-se como referência em assistência obstétrica humanizada. A ampliação da atuação multiprofissional também marcou esse ciclo de mudanças. Atualmente, o hospital conta com 166 fisioterapeutas e 22 terapeutas ocupacionais, com atuação integrada em todos os setores assistenciais, como unidades de terapia intensiva (UTIs), prontos-socorros, enfermarias e centro obstétrico. A presença contínua dessas equipes contribui para a recuperação funcional dos pacientes, a redução do tempo de internação e a melhoria da qualidade do cuidado. Tecnologia e estrutura a serviço do cuidado A incorporação de tecnologias assistenciais trouxe ganhos importantes para a assistência. Equipamentos de alto fluxo passaram a ser utilizados no tratamento da insuficiência respiratória, especialmente em pacientes pediátricos, ajudando a diminuir a necessidade de ventilação invasiva e a demanda por leitos de UTI pediátrica em períodos de maior sazonalidade. Já a organização dos atendimentos ambulatoriais por blocos de horários tornou o fluxo mais ágil, reduziu filas e garantiu mais conforto aos usuários. O novo tomógrafo da unidade de saúde tem a capacidade para realizar até 200 exames por dia e desafogou UPAs e UBSs da região Na área de diagnóstico e procedimentos, o hospital avançou com a modernização do parque tecnológico. Entre os investimentos estão novas máquinas de hemodiálise, equipamentos para a assistência neonatal e um tomógrafo computadorizado de última geração, com capacidade para realizar até 200 exames por dia. O equipamento ampliou a oferta de exames complexos e beneficiou pacientes do HRSM, das unidades de pronto atendimento (UPAs), das unidades básicas de saúde (UBSs) e de municípios do Entorno. Outros avanços estruturais incluem a implantação do setor de imuno-hormônio no laboratório clínico, a aquisição de mamógrafo, equipamentos de ultrassom modernos e novos aparelhos de laparoscopia, que possibilitam cirurgias menos invasivas e recuperação mais rápida. Em 2025, a ampliação da capacidade elétrica da unidade garantiu mais segurança e estabilidade, além de viabilizar a instalação de equipamentos de grande porte, como a ressonância magnética. Em 2025, a ouvidoria registrou 917 elogios ao HRSM A humanização do cuidado avançou de forma integrada às melhorias estruturais. O HRSM passou a contar com uma sala odontológica inclusiva, adaptada para atender pessoas com deficiência, pacientes autistas e crianças com síndromes raras. Outro marco foi a implantação do Espaço Humanizar TEA, primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste voltado exclusivamente para crianças com transtorno do espectro autista. [LEIA_TAMBEM]O fortalecimento do diálogo com a população se refletiu diretamente no trabalho da ouvidoria, que ampliou sua atuação com projetos como o Café com Gestor e a Ouvidoria in Loco. As iniciativas aproximaram usuários, equipes e gestão e contribuíram para a melhoria contínua dos serviços. Como resultado, o número de elogios registrados cresceu de 455, em 2023, para 917 em 2025, colocando o hospital entre os mais bem-avaliados da rede pública do Distrito Federal. “Os avanços do Hospital Regional de Santa Maria ao longo desses sete anos mostram que gestão faz diferença. Com estrutura, tecnologia, equipes qualificadas e cuidado humanizado, conseguimos oferecer uma saúde pública mais resolutiva e centrada no cidadão”, destaca o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF
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Movimente mais seu corpo, e a saúde agradece
Todo início de ano traz oportunidades para mudanças. Quando o assunto é saúde, as promessas tendem ao movimento do corpo e a largar de vez o sedentarismo. Tendo como foco que o estilo de vida tem impactos importantes nos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) — como hipertensão, diabetes e cânceres —, a Secretaria de Saúde (SES-DF) oferece atividades e orientações para quem quer reconhecer hábitos nocivos e tirar a meta do papel. Atividades físicas altrernativas, como yoga, tai chi chuan, cirtuido muiltissensorial e ginástica coletiva, são oferecidas nas unidades básicas de saúde | Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF “Se os compromissos são próximos de casa, vale programar-se para ir a pé ou de bicicleta” Helga Lins, fisioterapeuta do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh) Nas unidades básicas de saúde (UBS), é possível encontrar ações que estimulam a atividade física. Nesses locais, há profissionais que lideram grupos de caminhada, ginástica coletiva, circuito multissensorial e práticas corporais (yoga, tai chi chuan, entre outras), variando de acordo com as necessidades da população local. Encontre aqui a sua unidade de referência, a partir do endereço de moradia. Parte da rotina Junto ao tabagismo, ao consumo excessivo de álcool e à alimentação não saudável, a inatividade física é um dos principais fatores de risco para o adoecimento por DCNT. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda para adultos entre 18 e 64 anos pelo menos 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ao longo da semana. Atividades de fortalecimento muscular devem ser praticadas em dois ou mais dias. [LEIA_TAMBEM]A fisioterapeuta Helga Lins, que atua no Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh), alerta que, diferentemente do que se costuma pensar, o sedentarismo não é definido apenas pela falta de exercícios físicos, mas principalmente pelo excesso de tempo parado. Durante o expediente de trabalho, recomenda-se que as pessoas façam pausas de cinco ou dez minutos para ficar em pé, dar uma volta, subir e descer escadas. “Se os compromissos são próximos de casa, vale programar-se para ir a pé ou de bicicleta”, orienta Helga. “Caso utilizem transporte público, às vezes é possível descer algumas paradas antes para terminar o trajeto caminhando.” Segundo ela, até mesmo fazer faxina na própria casa ou dar banho no animal de estimação já são algumas opções. Uma outra dica é consultar o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, que traz as primeiras recomendações e informações do Ministério da Saúde sobre atividade física. É um documento para que a população tenha uma vida ativa, promovendo a saúde e a melhoria da qualidade de vida. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Sudoeste e Cruzeiro nesta sexta-feira (30)
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em nove endereços distintos no Sudoeste e no Cruzeiro. A ação está prevista para ter início às 9h desta sexta-feira (30), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Sudoeste e no Cruzeiro para sexta (30): QMSW 06, próximo à torre da Claro; CLSW 101, ao lado do ponto de táxi; CLSW 301, entre os blocos A e B; CLSW 105, em frente ao Banco do Brasil; SQSW 306, na entrada da quadra; Terminal do Cruzeiro; Área verde ao lado do Quiosque do Mazinho; Feira Permanente do Cruzeiro, ao lado do Super Veneza; SRES Quadra 5 bloco B, próximo à quadra de futebol. *Com informações da DF Legal
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Abertas inscrições para a 2ª turma do curso online para capacitação de multiplicadores da doação de sangue
Já estão disponíveis as inscrições para o curso Capacitação de Multiplicadores e de Candidatos à Doação de Sangue, promovido por meio de parceria entre a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e a Escola de Aperfeiçoamento do SUS (Eapsus). A capacitação tem como objetivo qualificar multiplicadores e orientar candidatos à doação, com informações técnicas, atualizadas e práticas sobre doação de sangue e cadastro de medula óssea. Dividida em três módulos, capacitação reforça a importância da doação de sangue para salvar vidas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A formação ficará aberta até 30 de junho. Após esse período, o curso estará novamente disponível a partir de julho. A capacitação é dividida em três módulos: História da doação de sangue no Brasil: segurança, condições e mitos sobre a doação; Formas de doação no Hemocentro de Brasília: agendamento e direitos dos doadores; e Cadastro de medula óssea: a importância de se tornar um doador. [LEIA_TAMBEM]Os módulos reúnem conteúdos atualizados, exemplos práticos e exercícios de fixação. A proposta é facilitar o aprendizado e torná-lo mais aplicável no dia a dia. Serão 20 horas de carga horária total, com emissão de certificado para os concluintes que cumprirem o mínimo de 60% de aproveitamento do questionário aplicado a cada módulo. As inscrições podem ser feitas neste link. *Com informações da Fepecs
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Divulgado resultado final do edital para realização do DF Folia 2026
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (29), o resultado definitivo do Edital nº 34/2025, que seleciona organização da sociedade civil para executar o projeto DF Folia 2026. A iniciativa tem como objetivo apoiar e fomentar o carnaval de rua no DF, valorizando blocos carnavalescos e manifestações culturais populares de caráter festivo e pensadas para o público brasiliense. Com a divulgação do resultado, a organização selecionada foi convocada a apresentar, em até cinco dias, a documentação de habilitação exigida. O envio deve ser feito exclusivamente pela plataforma Parcerias GDF Mrosc, sistema oficial utilizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para formalizar e acompanhar parcerias com organizações da sociedade civil. Além de ampliar as opções de lazer cultural, o DF Folia movimenta a economia criativa, gera oportunidades de trabalho para artistas e produtores e estimula a ocupação cultural dos espaços públicos | Fotos: Divulgação/Secec-DF [LEIA_TAMBEM]O edital integra a política de fortalecimento da cultura popular no Distrito Federal e busca assegurar planejamento, transparência e capacidade técnica na realização das festividades. Além de ampliar as opções de lazer cultural, o DF Folia movimenta a economia criativa, gera oportunidades de trabalho para artistas e produtores e estimula a ocupação cultural dos espaços públicos. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o carnaval de rua é uma das expressões mais democráticas da cultura. “O DF Folia é mais do que festa: é cultura, é encontro e é oportunidade para muitos trabalhadores da economia criativa. Quando organizamos o Carnaval com planejamento e parceria com a sociedade civil, garantimos que essa manifestação chegue às pessoas com qualidade, diversidade e segurança”, afirma. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Saúde investiu mais de meio bilhão de reais na infraestrutura em 2025
Ao longo de 2025, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu no fortalecimento da infraestrutura da rede pública de saúde com aproximadamente R$ 525 milhões. Os recursos foram aplicados na ampliação, reforma de espaços e na atualização de equipamentos da Secretaria de Saúde (SES-DF). Hospital Clínico Ortopédico do Guará foi uma das duas novas unidades de saúde beneficiadas com maior volume de recursos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O maior volume foi destinado a duas novas unidades hospitalares: R$ 307,7 milhões, distribuídos para a edificação do Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE) e do Hospital Clínico Ortopédico (HCO), no Guará. “Nosso compromisso é entregar uma saúde mais eficiente, humanizada e próxima de quem mais precisa” Juracy Lacerda, secretário de Saúde Também passaram por reformas os hospitais regionais de Brazlândia (HRBz), da Asa Norte (Hran) e de Santa Maria (HRSM), além dos hospitais de Apoio de Brasília (HAB) e de Base (HBDF). Juntas, essas obras totalizam quase R$ 33 milhões. Novas portas de entrada A população do DF já dispunha de 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). Com o investimento de R$ 118,7 milhões, foram contratadas sete novas unidades em junho. Elas serão implantadas no Guará, Estrutural, Águas Claras, Água Quente, Sol Nascente, Arapoanga e Taguatinga. Saúde mental também ganhou reforço em 2025; uma das conquistas foi a entrega do primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista do DF, em dezembro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Para ampliar o suporte a pacientes na Atenção Primária à Saúde, cinco novas unidades básicas de saúde (UBSs) estão em construção. Hoje, as 182 UBSs do DF são a principal porta de entrada da população ao Sistema Único de Saúde (SUS). No âmbito da saúde mental, dois novos equipamentos estão em execução: o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) do Recanto das Emas e o Caps III do Gama, ambos com aporte aproximado de R$ 3,6 milhões. Em dezembro, foi entregue o primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cretea) do DF. [LEIA_TAMBEM]“As obras em andamento são estratégicas para ampliar o acesso e melhorar a qualidade do atendimento à população”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. “Nosso compromisso é entregar uma saúde mais eficiente, humanizada e próxima de quem mais precisa.” Mais tecnologia e conforto Com o propósito de garantir maior segurança, confiabilidade e continuidade dos serviços, cerca de R$ 50 milhões foram investidos para aquisição de novos equipamentos. Além da modernização tecnológica, outros R$ 60 milhões foram aplicados em ações preventivas e corretivas voltadas à conservação e ao pleno funcionamento de aparelhos médicos da rede pública de saúde. Em julho, por exemplo, foram adquiridos quase 600 equipamentos de ar-condicionado, que permitiram a renovação de diversos ambientes. No ano anterior, já haviam sido comprados outros 1,1 mil aparelhos. “Todos esses esforços fazem parte de um plano de qualificação dos atendimentos, promovendo o bem-estar e um ambiente adequado a servidores, pacientes e acompanhantes” Leonídio Neto, subsecretário de Infraestrutura em Saúde De maneira adicional, a SES-DF também firmou parcerias para a renovação de seu patrimônio, em cooperação com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e com o Tribunal de Justiça (TJDFT). Contratação de serviços Em relação ao transporte de carga e passageiros, foram adquiridos veículos de grande porte, como caminhões, furgões e vans — essas últimas destinadas ao transporte de vacinas. Também foram firmados contratos de seguros e deslocamentos a pacientes dependentes de hemodiálise, bem como ganhou reforço a manutenção dos contratos preexistentes de serviços prestados à frota da secretaria. A contratação de serviços essenciais, como vigilância humana e eletrônica, limpeza, coleta e manejo de resíduos e brigada de incêndio, foram foco de atuação estratégica. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Projeto promove formação gratuita em audiovisual, inteligência artificial e jogos digitais no Distrito Federal
Realizada entre fevereiro e julho, a segunda edição do programa Play Curso será oferecida no formato online e ao vivo, permitindo a participação de moradores de todas as regiões administrativas do DF. Com mais de 150 horas de carga horária, a iniciativa reúne cursos práticos e teóricos que vão de fotografia digital e edição de vídeo a roteiros audiovisuais com inteligência artificial e desenvolvimento de jogos digitais. Ao todo, serão ofertadas até 450 vagas, distribuídas em 15 turmas, com certificação digital gratuita para os participantes que cumprirem a frequência mínima e as atividades propostas. As inscrições podem ser feitas por meio do site do programa, até junho, com divulgação nos canais oficiais do projeto. A segunda edição do Play Curso terá aulas de criação com IA, fotografia digital e roteiro, entre outras | Fotos: Divulgação/Secti O Play Curso II é um programa de formação tecnológica gratuito, realizado por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela ELA (Icee), voltado à capacitação de jovens e adultos a partir de 12 anos, residentes no DF. A iniciativa foca as áreas de audiovisual, inteligência artificial, design e desenvolvimento de jogos digitais, ampliando o acesso à qualificação profissional e à inclusão digital em todo o território do Distrito Federal. “O projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “Ao levar conhecimento tecnológico de forma gratuita e acessível à população, o projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Durante as formações, os participantes aplicarão os conteúdos em exercícios práticos e projetos autorais, com metodologias ativas que incentivam o protagonismo, a criatividade e o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Entre os diferenciais do programa está a produção colaborativa de um documentário desenvolvido pelos próprios alunos em parceria com a equipe técnica do projeto. A experiência envolve todas as etapas da realização audiovisual, do roteiro à edição final, proporcionando vivência prática e contribuindo para a qualificação profissional dos participantes. O encerramento ocorrerá em 29 de julho, com uma palestra sobre as oportunidades geradas pelo avanço tecnológico no mundo gamer, seguida da estreia oficial do documentário, em evento presencial no Recanto das Emas, com público estimado de 600 pessoas. Comprometido com a inclusão e a acessibilidade, o Play Curso II contará com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas, garantindo a participação equitativa de pessoas com deficiência e de públicos em situação de vulnerabilidade social. As aulas do Play Curso II terão acessibilidade, contando com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas Play Curso II Período dos cursos: de 23 de fevereiro a 12 de junho Inscrições: https://playcurso.com.br/inscricoes/ Encerramento: 29 de julho de 2026, com palestra e estreia de documentário [LEIA_TAMBEM]Cursos oferecidos Fotografia digital Crie com IA: Edição de fotos Design e inteligência artificial Roteiros audiovisuais com inteligência artificial Operador de câmera Edição de vídeo Inteligência artificial no dia a dia Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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