Evento internacional no DF debate combate à corrupção
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Inscrições para o Selo Acessibilidade 2025 estão abertas
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Programa Conexão Cultura DF é regulamentado
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (21), a Portaria nº 9, que regulamenta o programa Conexão Cultura DF. O normativo organiza, em um único instrumento, as regras de funcionamento do programa criado em 2019 e reforça o apoio à circulação, difusão e internacionalização da produção cultural brasiliense. Programa abrange apoio a diversos projetos que envolvam participação de artistas e agentes culturais no DF | Foto: Divulgação/Secec-DF “O Conexão Cultura é uma ponte entre a produção cultural do Distrito Federal e o mundo” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o Conexão Cultura DF financia projetos voltados à participação de artistas e agentes culturais do DF em festivais, feiras, mercados, residências artísticas, intercâmbios e eventos estratégicos no Brasil e no exterior. O objetivo é ampliar o alcance da cultura local, fortalecer a economia criativa e garantir que produções do DF cheguem a novos públicos. A portaria define conceitos, princípios e objetivos do programa, além de detalhar as linhas de apoio disponíveis. Entre elas estão a circulação nacional e internacional e a participação em eventos estratégicos, residências artísticas e cursos de curta duração, além da promoção de plataformas culturais que tragam ao DF curadores, produtores e outros profissionais de referência. Transparência Uma das novidades é a consolidação do Edital Permanente Conexão Cultura DF, com fluxo contínuo de inscrições ao longo do ano. O modelo permite que agentes culturais apresentem propostas de acordo com o calendário de suas atividades, sem depender de chamadas pontuais. Cada linha de apoio deverá receber, no mínimo, 8% do orçamento anual do programa, garantindo acesso equilibrado aos recursos. [LEIA_TAMBEM]A regulamentação também reforça critérios de transparência e contrapartida social. Projetos apoiados deverão oferecer ações gratuitas ou abertas ao público no DF, como oficinas, palestras, apresentações ou atividades formativas, compartilhando os conhecimentos e experiências adquiridos com o apoio público. “O Conexão Cultura é uma ponte entre a produção cultural do Distrito Federal e o mundo”, resume o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “Ao organizar as regras e ampliar o acesso, garantimos mais oportunidades para nossos artistas circularem, aprenderem e mostrarem seu trabalho, ao mesmo tempo que devolvem esse conhecimento à sociedade.” Com a nova portaria, agentes culturais passam a contar com regras mais claras sobre inscrição, seleção, execução e prestação de contas dos projetos. A expectativa da Secec-DF é que a medida amplie o número de iniciativas apoiadas e fortaleça a presença da cultura brasiliense nos principais circuitos culturais do país e do exterior. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Expansão dos Cepis fortalece o investimento do GDF na primeira infância
O fortalecimento da educação pública no Distrito Federal passa, cada vez mais, pela ampliação e qualificação da infraestrutura escolar. Desde 2019, por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Secretaria de Educação (SEE-DF) investiram mais de R$ 206 milhões em obras e projetos voltados à educação, contemplando cerca de 70 unidades educacionais, entre centros de educação da primeira infância (Cepis), escolas classe (ECs), centros de ensino fundamental (CEFs) e centros de ensino médio (CEMs), em diversas regiões administrativas. Em 2025, o GDF inaugurou nove Cepis. Além disso, novas unidades estão em construção ou com obras previstas para iniciar e serem entregues ao longo de 2026, em locais como Park Way, Recanto das Emas, Taquari, Guará, Paranoá Parque e Riacho Fundo II, com foco em zerar a demanda por vagas na rede pública de ensino. Entre 2019 e 2025, a Novacap concluiu 11 Cepis, com investimento superior a R$ 58 milhões, e executa ou projeta, atualmente, outras seis unidades, com aporte estimado de mais de R$ 30 milhões | Fotos: Antonio Pinzan/Novacap Entre 2019 e 2025, a Novacap concluiu 11 Cepis, com investimento superior a R$ 58 milhões, e executa ou projeta, atualmente, outras seis unidades, com aporte estimado de mais de R$ 30 milhões. As ações incluem construções do zero, ampliações, reformas estruturais, melhorias de acessibilidade e adequações de segurança, garantindo ambientes modernos, seguros e adequados ao aprendizado. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou que a ampliação dos Cepis parte de uma política estruturante da rede pública. “A educação começa na primeira infância. Investir em Cepis significa garantir atendimento adequado desde os primeiros anos e organizar o percurso do estudante ao longo de toda a vida escolar”, afirmou. “A educação começa na primeira infância. Investir em Cepis significa garantir atendimento adequado desde os primeiros anos e organizar o percurso do estudante ao longo de toda a vida escolar” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação Segundo a gestora, a atuação integrada com a Novacap tem sido fundamental para esse avanço. “As unidades são planejadas para atender às necessidades pedagógicas e de funcionamento da rede. Essa parceria permite ampliar vagas, melhorar a infraestrutura e assegurar condições adequadas para o atendimento às crianças e às famílias do Distrito Federal”, completou. Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, a atuação da companhia vai além da entrega de edifícios. “A Novacap participa desde o início das obras, fiscalizando os recursos e a execução para assegurar qualidade e durabilidade. Quando vemos crianças que iniciaram a vida escolar em um Cepi e seguem na rede pública, percebemos que estamos contribuindo para uma política educacional sólida, que gera impacto real na vida das famílias do Distrito Federal”, destacou. *Com informações da Novacap
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Projeto leva oftalmologia e odontologia gratuitas para crianças e adolescentes em oito cidades
Ampliar o acesso da população infantojuvenil a serviços essenciais de saúde bucal e visual é o objetivo do projeto Olhar Cidadão, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) em parceria com a ONG Líderes do Brasil. Os atendimentos gratuitos vão passar por oito regiões administrativas até junho deste ano, com funcionamento de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 18h. A expectativa é alcançar mais de 5,1 mil crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. A primeira cidade a receber o projeto é a Estrutural, até o dia 30 deste mês. A estrutura foi instalada atrás do futuro Batalhão da Polícia Militar, na Quadra 2. As próximas cidades serão Sol Nascente/Pôr do Sol (2/2 a 13/2), Samambaia (2/3 a 13/3), Planaltina (23/3 a 3/4), Guará (6/4 a 17/4), Ceilândia (27/4 a 8/5), Itapoã (11/5 a 22/5) e Santa Maria (25/5 a 5/6). A prioridade são estudantes da rede pública, famílias em situação de vulnerabilidade social e crianças com dificuldades de aprendizagem, baixa visão ou deficiência. Os atendimentos gratuitos vão passar por oito regiões administrativas até junho deste ano, com funcionamento de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 18h | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para participar, basta efetuar a inscrição por este site. É necessário inserir dados dos responsáveis e do menor de idade, e escolher o dia e o turno da consulta. Quem preferir também pode agendar os procedimentos presencialmente. Basta comparecer no local e apresentar os dados e documento original com foto do responsável e da criança ou adolescente. As vagas são limitadas e por ordem de chegada. A diretora de Atenção e Assistência à Primeira Infância da Sejus-DF, Thanandra Dias, explica que o projeto foi estruturado para contemplar as regiões mais vulneráveis do DF e com maior demanda pelos serviços de saúde. Segundo ela, os atendimentos contribuem diretamente com o desempenho escolar e o bem-estar dos estudantes. A diretora de Atenção e Assistência à Primeira Infância da Sejus-DF, Thanandra Dias, explica que o projeto foi estruturado para contemplar as regiões mais vulneráveis do DF e com maior demanda pelos serviços de saúde “Sabemos que a identificação precoce dos problemas visuais, principalmente, favorece a aprendizagem e impacta a autoestima do aluno, que pode compreender melhor o conteúdo em sala de aula”, afirma a diretora. “Como governo, nosso papel é fiscalizar, apoiar e disseminar a informação para que mais crianças e adolescentes sejam atendidas.” A coordenadora do projeto, Thayza D'Avilla, ressalta que o atendimento começa com o levantamento do histórico dos pacientes. “Aplicamos um questionário de saúde e de rotina da criança ou do adolescente e, a partir disso, encaminhamos para o médico, que faz a avaliação do perfil e da necessidade, seja para a oftalmologia ou para a odontologia”, afirma. Segundo D’Avilla, nos exames de vista, o estudante que apresentar necessidade recebe um par de óculos gratuitamente. Na área odontológica, as consultas começam sempre por limpeza — e, conforme a avaliação de cada caso, podem ocorrer restaurações, extrações e outros procedimentos básicos no próprio local. “O nosso foco é iniciar o tratamento e, principalmente, orientar. A gente ensina o pai a cuidar, orienta sobre a escovação desde cedo e também sobre hábitos que impactam a saúde, como o uso excessivo de telas e os cuidados com a visão”, explica. Graças ao projeto, o coletor Mailson Soares dos Santos, 35 anos, garantiu atendimentos aos dois filhos. “Os dois fizeram a limpeza dos dentes e vão passar pela consulta para ver a questão dos óculos, que estão vencidos”, contou ele, que não tem condição de arcar com tratamentos particulares para as duas crianças. “Hoje em dia está muito caro e aqui adiantamos tudo, foi ótimo e ainda bem perto de casa. Saí mais cedo do trabalho e já trouxe eles”. Quem também recebeu assistência gratuita foi a filha da atendente Lisângela da Silva Rocha, 43. A menina passou por exame oftalmológico e, na sexta-feira (23), poderá buscar os novos óculos. “Ela estava reclamando de dor de cabeça, e eu precisava cuidar disso. Como aqui é de graça, aproveitei. Graças a Deus, deu tudo certo, ela ganhou o óculos e também cuidaram dos dentinhos”, disse. Para mais informações, acesse o site do projeto ou o perfil Olhar Cidadão no Instagram.
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Pesquisa detalha o cenário na composição familiar no DF
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulga nesta quarta-feira (21) os resultados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A-2024), apontando que mais de um terço dos domicílios do DF são formados por casais com filhos, seguidos pelos casais sem filhos, que representam 20,7% do total. Os lares com mães solo são 14,8% do total de domicílios do DF, enquanto outros 6,4% são formados por mulheres sem cônjuge, com filhos e com parentes. Arte: Divulgação/IPEDF Composição familiar por região Entre as regiões administrativas (RAs), os maiores percentuais de arranjos familiares do tipo casais com filhos em relação ao total de domicílios foram identificados no Jardim Botânico (50,7%), Itapoã (43,5%) e Park Way (43,5%). As regiões com menores percentuais são Núcleo Bandeirante (28,9%) e Taguatinga (27,9%). A composição de casais com filhos e parentes apresenta maior incidência nas RAs de Sol Nascente/Pôr do Sol (9,9%) e Candangolândia (9,6%). Domicílios compostos por casais sem filhos estão concentrados no Plano Piloto (35,84%), Sudoeste/Octogonal (33,92%) e Águas Claras (32,16%). Os menores percentuais estão nos domicílios do Varjão (12,28%), Paranoá (13,09%) e Brazlândia (14,06%). [LEIA_TAMBEM] Mães solo e rede de apoio As famílias formadas por mulheres sem cônjuge e com filhos, também conhecidas por mães solo, apresentam os maiores percentuais no Paranoá (25,4%) e Varjão (25,1%) e os menores percentuais no Lago Sul (7,9%) e Park Way (5,5%). Ao observar a composição das famílias com mães solo e presença de rede de apoio de parentes (mulher sem cônjuge, com filhos e com parentes), os destaques ficam com as RAs Recanto das Emas (10,5%) e Santa Maria (10,0%), que apresentam os maiores percentuais, em relação às demais. O Plano Piloto é a RA com o menor percentual de famílias com essa configuração. *Com informações do IPEDF
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Guará nesta quinta-feira (22)
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em quatro endereços distintos do Guará. Se necessário, também haverá ação no Setor Hoteleiro Norte, Quadras 04 e 05, nas proximidades do Torre Palace Hotel em razão da implosão do local, prevista para domingo (25). A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (22), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Guará para quinta (22) Atrás do posto de gasolina e próximo ao Chalé da Traíra, no Guará II Área pública em frente à QE 38 QE 38, na antiga lagoa de oxidação SHJK QE 60. *Com informações da DF Legal
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº 90002/2026
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