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Governadora em exercício recebe Selo Diamante em Transparência Pública em reunião com secretários do DF

Em reunião realizada nesta segunda-feira (12) com secretários de Estado do Distrito Federal, a governadora em exercício, Celina Leão, recebeu oficialmente o Selo Diamante em Transparência Pública, o mais alto reconhecimento concedido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Ao receber a homenagem, a governadora em exercício enfatizou:  “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos” | Foto: Luh Fiuza/VGDF O troféu foi entregue pelo controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, como forma de reconhecer o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com uma gestão pública íntegra, acessível e orientada ao cidadão. O DF conquista o Selo Diamante pelo segundo ano consecutivo, resultado do trabalho coordenado pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O governador Ibaneis Rocha recebeu o troféu em dezembro de 2025. Ao receber o reconhecimento, a governadora em exercício afirmou: “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos. Transparência fortalece a confiança da população e qualifica a relação entre governo e sociedade”. Transparência A honraria avalia critérios rigorosos relacionados à transparência ativa, qualidade das informações disponibilizadas, acessibilidade dos portais institucionais e cumprimento das normas de governança e controle. A certificação posiciona o DF entre os entes federativos mais transparentes do país. [LEIA_TAMBEM]Durante a entrega, Daniel Lima destacou que o reconhecimento reforça uma visão de gestão pública centrada no cidadão: “Transparência não é apenas publicar dados, mas garantir que a informação seja clara, simples e confiável, permitindo que a sociedade acompanhe e participe das ações do governo”. A conquista reflete o aprimoramento contínuo do Portal da Transparência, o fortalecimento das políticas de dados abertos, a adoção de linguagem simples e o avanço em ferramentas de acessibilidade, além da modernização de sistemas e da ampliação da participação social. Além disso, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) também apresentou aos secretários de Estado o Radar do DF, um sistema elaborado para orientar os gestores sobre as temáticas mais demandadas pelo cidadão via ouvidorias do GDF.   *Com informações da Vice-Governadoria e da Controladoria-Geral do DF  

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Propostas aprovadas para educação ambiental em 2025 somam mais de R$ 1 milhão

A Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental teve em 2025 um ano de muito trabalho. A avaliação é do gestor da área, Luiz Felipe Blanco de Alencar. “Conseguimos executar importantes ações planejadas ao final de 2024 e também avançamos em iniciativas que surgiram de forma espontânea ao longo do ano”, destaca, apontando como uma das principais realizações do ano a aprovação de quatro propostas na Câmara de Compensação Ambiental/Florestal (Ccaf), que juntas somam mais de R$ 1 milhão em recursos destinados à educação ambiental. A governadora em exercício Celina Leão lembra que políticas de educação ambiental são cruciais para uma boa gestão governamental, pois “capacitam cidadãos e servidores, promovem a sustentabilidade e resultam em benefícios econômicos, sociais e ambientais a longo prazo, além de transformarem a forma como a administração pública e a sociedade lidam com os recursos naturais”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, endossa a importância da área e parabeniza os servidores do Instituto que nela atuam pelas entregas: “Nosso corpo de servidores está de parabéns, porque é, extremamente, comprometido. O resultado disso fica claro no balanço de ano, quando áreas cruciais, como a educação ambiental, revela os altos números dos atendimentos dos seus programas”. Entre as propostas citadas está a campanha de Prevenção a Incêndios Florestais do Programa de Prevenção (Ppcif) para os anos de 2025 e 2026. O gestor da Educ destaca que é a primeira vez na autarquia que uma campanha segue uma lógica integrada de comunicação, incluindo a criação de uma mascote própria — a Tatá —, produção de materiais de divulgação para diferentes públicos e o alinhamento das ações entre as instituições que compõem o Ppcif. O programa Parque Educador atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Outra proposta citada pelo gestor é o projeto político-pedagógico do programa Parque Educador, que tem como objetivo registrar conhecimentos, metodologias e processos de gestão, resultando em um documento norteador capaz de explicitar o funcionamento e os princípios do programa. Também estão entre essas quatro propostas aprovadas na Ccaf, a aquisição de materiais e equipamentos para o mesmo programa de educação ambiental. “Essa aquisição é necessária após sete anos de funcionamento. Ela garante a renovação de móveis, instrumentos e materiais de consumo nas unidades participantes”, esclarece Luiz Felipe. E ainda fecha as quatro aprovações , a edição, produção e impressão dos materiais ecopedagógicos do programa Eu Amo o Cerrado e do Mapa Ambiental. “Essa aprovação permite a reposição de estoques e a criação de novas publicações que divulgam as belezas e riquezas do Bioma e fortalecem a presença institucional em eventos e ações educativas”, explica o gestor. Outras realizações No que se refere às iniciativas já padrões da Educ, o programa Parque Educador, por exemplo, atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental. O programa Eu Amo o Cerrado distribuiu mais de 30 mil publicações ao longo do ano, aproximando os cidadãos do DF da biodiversidade local. Já o Centro de Práticas Sustentáveis (CPS) manteve sua vocação como polo de sustentabilidade na região do Jardim Botânico, atingindo mais de 20 mil pessoas atendidas em 2025. Os projetos de educação ambiental vinculados ao licenciamento alcançaram diretamente milhares de moradores do DF, com a Educ analisando mais de 100 processos ao longo do ano. Expectativas Para 2026, a proposta é fortalecer as iniciativas já existentes e aprimorar continuamente os processos de gestão da Educ, buscando maximizar os resultados alcançados com os investimentos realizados. “Mantemos a convicção de que, quanto melhor for o trabalho desenvolvido pela Educ, menos problemas ambientais precisarão ser enfrentados pelos demais setores do Brasília Ambiental”, lembra o gestor da área.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Ações de acolhimento durante a semana atendem a 25 pessoas em situação de rua no DF

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua — coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal — atendeu, na última semana, a 25 pessoas em diversos locais do DF. De terça-feira (6) a domingo (11), as operações passaram por 13 pontos do Plano Piloto e do Núcleo Bandeirante. “O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas. Também estamos atentos às demandas apresentadas pela população para promover melhorias nessas regiões”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. "Como estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Como Estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população”, acrescentou Gustavo Rocha. Balanço Na terça, as equipes visitaram um ponto no Plano Piloto. Na ocasião, dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo levados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Na quarta, outro ponto foi visitado no Plano Piloto. Oito pessoas foram localizadas e acolhidas, um caminhão de entulho foi removido e uma estrutura precária foi desconstituída. Na quinta-feira, não foram encontradas pessoas ou estruturas durante a operação. Na sexta, as equipes seguiram para o Núcleo Bandeirante, onde passaram por sete pontos. Ao todo, dez pessoas foram localizadas, dois caminhões foram removidos e cinco estruturas precárias foram desmontadas. No sábado, de volta ao Plano Piloto, três pontos foram visitados, duas estruturas desconstituídas e um caminhão de entulho retirado. Já no domingo, novamente no Plano Piloto, um ponto foi visitado, com sete pessoas acolhidas, oito estruturas desmontadas e um caminhão removido. Política distrital O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas | Foto: Agência Brasília O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF, que propõe uma busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas em 2025, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.  

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2025: propostas aprovadas na CCA para Educação Ambiental somam mais de um milhão

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