Hospital de Base recebe dois novos aparelhos de anestesia
O centro cirúrgico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu, nesta quinta-feira (8), dois novos aparelhos de anestesia que vão reforçar a segurança do paciente e a qualidade da assistência prestada à população. Essenciais em cirurgias que necessitam de anestesia geral, os equipamentos são responsáveis tanto pela manutenção da anestesia quanto pela ventilação mecânica do paciente durante os procedimentos. Conhecido popularmente como carrinho de anestesia, o equipamento é móvel e pode ser utilizado em diferentes salas cirúrgicas. Com a chegada das duas novas unidades, o Hospital de Base, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), passa a contar com 15 aparelhos do tipo em funcionamento. Essenciais em cirurgias que necessitam de anestesia geral, os equipamentos são responsáveis tanto pela manutenção da anestesia quanto pela ventilação mecânica do paciente durante os procedimentos | Foto: Divulgação/IgesDF “Com o carrinho de anestesia, nós temos um gás anestésico que passa por todo o sistema ventilatório e o paciente é anestesiado. Ele não sente dor, não sente estímulo cirúrgico e também não respira por si mesmo, por isso usamos o ventilador do equipamento”, explica a coordenadora do Centro Cirúrgico, Nadja Corrêa Graça. O chefe da Anestesiologia, Iuri Ferreira Lopes, destaca que os novos aparelhos reforçam a segurança na hora de cuidar dos pacientes. “Poder contar com esse tipo de equipamento faz toda a diferença, já que com eles nós podemos entregar os anestésicos de forma segura e fazer a ventilação de forma adequada. Isso nos deixa muito confortáveis durante uma operação”, explica. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Semana termina com mais de mil vagas de emprego abertas nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.023 oportunidades profissionais abertas nesta sexta-feira (9). Os maiores salários são de R$ 2,8 mil, encontrado em 30 vagas para pedreiro e dez para pintor de obra no Guará, e de R$ 2,5 mil, disponível em uma chance para caseiro no Lago Sul — em nenhuma há cobrança de experiência. Outros postos também não exigem atuação prévia do candidato. São mais de 120 para atendentes balconistas, de padaria e de lanchonete, 80 para auxiliar de limpeza, 30 para ajudante de obras, 20 para ajudante de carga e descarga de mercadoria — das quais dez são reservadas para pessoas com deficiência (PcD), 15 para assistente de mídias, 14 para cumim, entre outras. Os salários são a partir de R$ 1.621. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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Perguntas Frequentes
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Hotel Social integra rede do GDF e leva acolhimento e segurança para pessoas em situação de rua
Inaugurado em julho pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o primeiro Hotel Social do Distrito Federal é administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e já ultrapassou 30 mil acolhimentos noturnos. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas. Coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, explica que o Hotel Social integra um conjunto de ações desenvolvidas pelo GDF para permitir que as pessoas saiam das ruas com condições reais de autonomia. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ele, a política representa uma ruptura com práticas anteriores. “Não adianta ver uma pessoa em situação de rua e apenas retirá-la dali. Tirava de um lugar e ela ia para outro. A ideia do plano distrital é dar condições para que a pessoa possa sair da rua. O êxito do programa é fazer com que ela tenha onde dormir, onde trabalhar e como reconstruir a própria vida.” Rocha destaca que o plano foi elaborado com base em estudo técnico conduzido pela Casa Civil e mais sete órgãos do governo. “Foi feito o mapeamento, o perfil dessas pessoas e o levantamento do que faltava ser oferecido. Moradia, local para ficar à noite, qualificação técnica, escola para os filhos e até local para deixar os animais de estimação”, afirma. Ele reforça que aceitar animais não foi detalhe, mas necessidade identificada. “Quando abordávamos as pessoas, muitas se recusavam a ficar em acolhimento porque não tinham onde deixar seus cachorros. Eu mesmo tenho sete. Se estivesse na rua e não tivesse onde levá-los, eu também não iria.” Para ele, o Hotel Social cumpre exatamente esse papel. “As vagas ficam praticamente lotadas todos os dias. Já atendemos a mais de 30 mil pessoas há poucos meses. A ideia do governador é abrir outras unidades em outras regiões para que mais pessoas tenham onde dormir.” O secretário-chefe da Casa Civil também faz uma síntese da função estratégica do equipamento: “O foco não é tirar da rua. O foco é acolher. Acolher e dar condições para que as pessoas possam sair da rua.” Maicon Gonçalves é um dos acolhidos do Hotel Social Atendimento diversificado O serviço atende diferentes perfis: idosos, mulheres, crianças e pessoas em tratamento contra dependência química. Há cama, banho quente, guarda de pertences, ventiladores, jantar e café da manhã. Em novembro, o espaço ganhou também uma biblioteca comunitária, com livros para leitura e empréstimo. A unidade faz parte da rede de apoio do GDF, que inclui o Centro Pop, a concessão de passagens interestaduais para quem deseja retornar ao estado de origem, refeições gratuitas nos restaurantes comunitários, além de programas de qualificação e emprego como o RenovaDF e o QualificaDF. Dormir com segurança O Hotel Social nasceu como resposta emergencial durante a pandemia de Covid-19, quando o GDF abriu dois alojamentos provisórios para acolher pessoas em situação de rua durante o fechamento do comércio. A lotação rápida mostrou que o pernoite poderia ser porta de entrada para outros serviços. A partir dessa experiência, o edital foi lançado e, em julho, a primeira unidade passou a funcionar de forma contínua. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, explica que o pernoite aproxima quem ainda não está pronto para ingressar em casas de acolhimento. “O pernoite melhora a adesão”, diz. Para ela, dormir em segurança abre caminho para tratamento, reconstrução de vínculos familiares, alimentação gratuita, retorno para a cidade natal e inclusão produtiva. “A assistência garante o mínimo para que a pessoa tenha dignidade e esperança.” “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo" Maicon Gonçalves, acolhido A vida antes do Hotel Social Entre os acolhidos está Maicon Gonçalves, que veio de Goiás para estudar e trabalhar, mas não conseguiu manter aluguel e faculdade. Depois de perder o emprego, passou dois meses nas ruas de Taguatinga. “Por ficar dois meses na rua, eu peguei pneumonia e depois agravou para uma tuberculose.” Ele relata que a falta de endereço formal bloqueia qualquer chance de trabalho. “Se você está na rua, mesmo com currículo bom, não consegue emprego. Se você dá o endereço do Centro Pop ou da casa de passagem, não chamam para a vaga.” Dormir no Hotel Social mudou sua capacidade de se reorganizar. “Aqui dá para acordar, tomar banho, comer e tentar um emprego no outro dia.” Ele destaca ainda que no hotel, se sente mais seguro. “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo.” Maicon comenta ainda sobre o atendimento humanizado do hotel. “Aqui você consegue falar e ser ouvido. Eles tratam a gente como pessoa.” Para ele, o acolhimento somado à estrutura faz toda a diferença. “A cama é quentinha, a coberta é cheirosa, tem ventilador quando esquenta, água gelada, e a comida é feita na hora.” Planos para o futuro Maicon reorganiza suas metas após recuperar a saúde. “Quero voltar para o mercado de trabalho, cuidar da minha saúde emocional e medicamentosa, e ter uma base familiar. Família pode ser quem te estende a mão.” Para ele, o Hotel Social representa uma pausa na violência e no ciclo da rua. “Muita gente deixou alguma coisa quando escolheu estar aqui dentro. Só de ter segurança e gente que te trata como pessoa, isso quebra o ciclo da rua.” Olhar individualizado e continuidade Ana Paula afirma que cada caso exige resposta diferente. “Se você tem 100 pessoas em situação de rua, você vai ter 100 histórias distintas.” A partir do pernoite, podem ocorrer encaminhamentos para tratamento, passagens interestaduais, refeições gratuitas, vagas reservadas em obras públicas, cursos de qualificação e benefício excepcional de aluguel por até seis meses. Para Gustavo Rocha, essa integração é central. “A porta de entrada é o acolhimento, mas a saída depende de trabalho. Sem emprego, as pessoas continuarão na rua. O foco é qualificar, acolher e dar condições para trabalhar.” Ele destaca que as ações já têm resultados mensuráveis. “Só nesse período empregamos mais de 200 pessoas”, afirma. Sobre a política de retorno familiar, ele acrescenta: “Em 2024, mais de mil pessoas voltaram para suas cidades de origem. Este ano já estamos perto de 800 passagens. É a pessoa que decide. É direito de ir e vir.” Rocha resume o impacto das iniciativas: “Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando.” "Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua Doações O Hotel Social recebe doações de roupas, livros e itens de higiene pessoal. As entregas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no SAAN/SIA, Trecho 17, Conjunto 3.
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GDF e Embaixada do México debatem fortalecimento de cooperação cultural
A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, recebeu, nesta quinta-feira (8), o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, em reunião institucional com foco no fortalecimento da cooperação cultural e educacional entre a rede pública de ensino e a missão diplomática mexicana. “A cooperação com a Embaixada do México amplia o repertório cultural da rede, valoriza o ensino de línguas estrangeiras e proporciona experiências educativas que vão além da sala de aula. Essas iniciativas contribuem diretamente para uma educação mais plural, integrada e conectada com o mundo”, afirmou. O embaixador Carlos García de Alba também ressaltou a relevância da cooperação para ampliar a visão de mundo dos estudantes da rede pública do DF. “Vivemos em um contexto de crescimento e internacionalização, e os jovens precisam desenvolver uma abertura mental desde cedo. A oportunidade oferecida pelo governo de Brasília, ao permitir que a Embaixada do México contribua para esse processo, é fundamental para ajudá-los a conectar-se com o mundo e ampliar seus horizontes”, destacou. A agenda integra o esforço de aproximação entre a Educação do Distrito Federal e a missão diplomática mexicana, com foco na ampliação de iniciativas conjuntas ao longo de 2026, especialmente nas áreas de cultura, ensino de língua estrangeira e intercâmbio educacional. Hélvia Paranaguá destacou a importância da parceria para o fortalecimento da formação cultural dos estudantes | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Intercâmbio cultural O diplomata também ressaltou o êxito das ações já desenvolvidas e a expectativa de ampliar o intercâmbio educacional e cultural entre Brasil e México. “Esperamos avançar com propostas que permitam levar estudantes de Brasília ao México e, ao mesmo tempo, nos aproximar dos alunos daqui, seja por meio de visitas às escolas ou de experiências culturais. Isso desperta curiosidade, amplia a compreensão sobre diferentes realidades e contribui para a construção de uma parceria sólida e duradoura entre a Embaixada do México e o Governo de Brasília”, concluiu. Diálogo institucional Durante a reunião, foram apresentados e alinhados projetos já desenvolvidos em parceria, como ações culturais com a participação dos Centros Interescolares de Línguas (CILs), além de propostas para novas atividades voltadas a estudantes e professores da rede pública. A iniciativa busca consolidar a cooperação entre a SEEDF, a Embaixada do México e outros órgãos do Governo do Distrito Federal. O secretário de Relações Exteriores, Paco Britto, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá O encontro contou ainda com a participação do secretário de Relações Exteriores do Governo do Distrito Federal, Paco Britto, e do ministro de Assuntos Culturais da embaixada, José Manuel Cuevas López, reforçando o caráter interinstitucional da agenda e o alinhamento entre as áreas de educação e relações internacionais. Paco Britto ressaltou o impacto positivo das ações conjuntas desenvolvidas com missões diplomáticas. “Iniciativas como o Programa Embaixada de Portas Abertas e o Pontes para o Mundo fortalecem o diálogo internacional e aproximam os estudantes do DF de outras culturas. Essa integração amplia horizontes e consolida parcerias estratégicas para o desenvolvimento educacional e cultural do DF”, afirmou. Entre os temas abordados, estiveram propostas de mostras culturais, atividades pedagógicas, eventos comemorativos e ações de valorização da língua espanhola e da cultura mexicana a serem desenvolvidas em parceria com os CILs e demais unidades da rede pública de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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