Áreas de três cidades têm energia suspensa para melhorias na rede nesta quinta (8)
Endereços de três regiões administrativas ficarão sem energia, nesta quinta-feira (8), para manutenção e melhorias na rede elétrica. O desligamento ocorre para garantir a segurança dos profissionais e da população. Das 10h às 16h, não haverá fornecimento na QR 04 da Candangolândia e nas quadras QE 1 e QE 30 do Guará. Em Brazlândia, o serviço estará indisponível das 9h às 15h no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Chácara 11. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, a energia pode ser interrompida em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Teste da orelhinha está disponível em todas as maternidades da rede pública de saúde do DF
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza o teste da orelhinha, também chamado de triagem auditiva neonatal, em todas as maternidades da rede pública de saúde. O exame é fundamental para identificar precocemente possíveis alterações auditivas que podem impactar o desenvolvimento da fala, da linguagem e da comunicação da criança. De janeiro a outubro de 2025, o DF registrou 23 mil desses procedimentos. Já em 2024, foram aproximadamente 35,3 mil exames. Segundo Ocânia da Costa Vela, referência técnica distrital (RTD) de fonoaudiologia da SES-DF, a pasta, com essa cobertura, assegura que os recém-nascidos sigam sendo avaliados antes da alta hospitalar. Teste da orelhinha é importante para prevenção e combate à surdez | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quanto mais cedo se identifica uma alteração, mais chances a criança tem de desenvolver linguagem, interação social e comunicação oral de maneira plena” Ocânia Vela, fonoaudióloga da Secretaria de Saúde “Manter a triagem auditiva logo nos primeiros dias de vida é essencial para o diagnóstico precoce de prevenção e combate à surdez”, reforça a gestora. “Quanto mais cedo se identifica uma alteração, mais chances a criança tem de desenvolver linguagem, interação social e comunicação oral de maneira plena.” Quando o bebê não passa no exame, é encaminhado, via regulação, para serviços especializados de diagnóstico e acompanhamento, como o Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal) e o Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), habilitados pelo Ministério da Saúde. Esses serviços oferecem avaliação, diagnóstico completo, adaptação de aparelhos auditivos e acompanhamento terapêutico. De acordo com Ocânia, a audição pode ser afetada em qualquer idade. As causas vão desde infecções e fatores genéticos até a exposição prolongada a sons muito altos, principal motivo de perda auditiva. Quando fazer o exame [LEIA_TAMBEM]O teste deve ser aplicado preferencialmente nas primeiras 48 horas de vida, ainda na maternidade, e, no máximo, até 30 dias após o nascimento. Caso a criança não tenha feito o exame na alta, é possível retornar à maternidade de origem até 90 dias de vida. Após esse período, o exame pode ser agendado via regulação. Rápido, indolor e seguro, o procedimento é feito com o bebê dormindo, por meio da emissão otoacústica evocada (EOAE), que detecta a resposta das células da cóclea (estrutura em forma de caracol do ouvido interno). Há vários recursos tecnológicos para a habilitação e a reabilitação da pessoa com deficiência auditiva para uma melhora na linguagem e nos resultados socioemocionais — como próteses auditivas como o implante coclear (IC) e a prótese auditiva ancorada no osso (PAAO), ambas ofertadas na Atenção Hospitalar. O tratamento é feito de acordo com cada caso. Essas tecnologias são fornecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos serviços que compõem a rede de cuidados à pessoa com deficiência. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Inscrições para Curso de Verão da Escola de Música terminam nesta quarta-feira (7)
Termina nesta quarta-feira (7) o prazo para quem deseja participar gratuitamente da 47ª edição do Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília (Civebra). As inscrições, que antes iam até 28 de dezembro, foram prorrogadas, exceto para o curso de canto popular. As vagas são limitadas. A iniciativa conta com investimento de cerca de R$ 1,7 milhão por parte da Secretaria de Educação do Distrito Federal. As aulas começam na próxima segunda-feira (12) e vão até 24 de janeiro. Ao todo, serão ofertados mais de 40 cursos. Nos turnos matutino e vespertino, as aulas são presenciais. No noturno, virtuais. “O curso é 100% gratuito, desde a sua inscrição até a participação. Praticamente não há restrição nenhuma para participar do curso, tem que ter alguma noção de música e do curso que deseja fazer, e ter o seu instrumento musical, no caso de algum curso de instrumento”, explica o diretor da Escola de Música de Brasília (EMB), Davson de Souza, acrescentando que o projeto terá a participação de 53 professores convidados, incluindo alguns internacionais. A iniciativa conta com investimento de cerca de R$ 1,7 milhão por parte da Secretaria de Educação do Distrito Federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A programação do Civebra terá ainda concertos e recitais gratuitos e abertos ao público, frutos da interação entre os estudantes e artistas convidados. O primeiro deles, de abertura, está marcado para o dia 11, às 19h30, no Teatro Levino de Alcântara, na EMB. Neste ano, serão homenageados os compositores Manuel de Falla (1876-1946) na música erudita, e Miles Davis (1926-1991) na música popular. “Os participantes podem esperar muita atividade musical, muito aprendizado, muita troca de informação, muita interação e muitos contatos. O curso tem essa característica, ele é feito e pensado para as pessoas se atualizarem, para verem o que está acontecendo no Brasil e no mundo em termos de música, se aprofundarem, para terem mais conhecimento sobre determinados compositores e artistas, que nesse caso são os homenageados, mas não somente eles. E muita interação, muita troca, muito intercâmbio entre artistas de diversas gerações, de diversos estados, cidades, e até alguns países, e de competências plurais também — o curso atende tanto pessoas iniciantes quanto pessoas super avançadas”, aponta o diretor. A oferta completa de cursos pode ser conferida no site do Civebra. Já as inscrições devem ser feitas por meio deste link.
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Abertas inscrições para o cadastro de blocos de rua do Carnaval 2026 no DF
O Governo do Distrito Federal (GDF) abriu, nessa segunda (5), as inscrições para o cadastro de blocos de Carnaval de rua que desejam participar do DF Folia 2026. Ao todo, serão selecionados 73 blocos e três Territórios Folia, com investimento global de R$ 10 milhões para a realização da festa, prevista para ocorrer entre 6 de fevereiro e 1º de março de 2026. Do total de recursos, R$ 8,3 milhões serão destinados exclusivamente aos blocos, contemplando grupos de diferentes portes e perfis, do iniciante ao de grande circulação popular. A iniciativa busca fortalecer o Carnaval como manifestação cultural democrática, descentralizada e acessível, com programação distribuída por diversas regiões do Distrito Federal. As inscrições devem ser feitas por meio de formulário eletrônico. O link foi liberado nessa segunda-feira e ficará aberto até as 23h59 do dia 13 de janeiro. Podem se inscrever blocos novos ou já consolidados, desde que atendam aos critérios do edital. O cadastro destina-se a todos os blocos de carnaval que participarão do Carnaval de Rua do Distrito Federal em 2026. A finalidade é fornecer às entidades governamentais responsáveis pela coordenação, fiscalização, segurança e prevenção os dados necessários para seu devido planejamento e atuação, sob a coordenação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), conforme o Decreto nº 44.169/2023. A iniciativa busca fortalecer o Carnaval como manifestação cultural democrática, descentralizada e acessível, com programação distribuída por diversas regiões do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Secec-DF O modelo de apoio financeiro foi organizado por categorias, de acordo com o porte do bloco e a estimativa de público. Os valores variam de R$ 15 mil para blocos novos até R$ 300 mil para blocos de megaporte. Já os Territórios Folia — espaços que reúnem múltiplas atrações e grande concentração de público —contarão com apoio de até R$ 500 mil por projeto. No total, estão previstas 76 vagas. O cronograma do DF Folia 2026 prevê a divulgação da lista de blocos inscritos no dia 15 de janeiro. O resultado provisório será publicado em 19 de janeiro, às 18h, com prazo para recursos até o dia 21. A lista definitiva dos selecionados será divulgada em 23 de janeiro, também às 18h. Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o Carnaval de rua é um dos principais espaços de encontro entre cultura, cidadania e economia criativa no Distrito Federal. “O DF Folia é mais do que uma programação de Carnaval. É uma política pública que reconhece o trabalho dos fazedores de cultura, movimenta a economia local e garante que a festa chegue a diferentes territórios, de forma organizada, segura e inclusiva. Investir nos blocos é investir no direito das pessoas ocuparem a cidade com alegria, diversidade e pertencimento”, afirma o secretário. Além do impacto cultural, o DF Folia também gera emprego e renda, mobilizando artistas, produtores, técnicos, comerciantes e trabalhadores informais. Ao apoiar blocos de diferentes tamanhos, o programa amplia a participação de coletivos comunitários e fortalece tradições que fazem do Carnaval de rua uma das expressões culturais mais vivas do Distrito Federal. *Com informações da Secec-DF
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Edições de 2025
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UPAs do DF entram em 2026 com expansão, modernização e alta capacidade assistencial
O ano de 2026 começa com a expectativa de ampliação e fortalecimento da rede de urgência do Distrito Federal. Administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), as unidades de pronto atendimento (UPAs) seguem em expansão, com sete novas em construção, modernização estrutural contínua e consolidação de tecnologias que agilizam o atendimento e elevam a segurança assistencial. [LEIA_TAMBEM]O desafio para este ano é manter o ritmo de entregas e consolidar os avanços estruturais e assistenciais nas unidades. O foco é ampliar o acesso, reduzir deslocamentos e garantir acolhimento resolutivo à população. O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, destaca que os investimentos não se limitam à infraestrutura. “Também estamos fortalecendo as equipes com profissionais qualificados e treinamento contínuo. A assistência em urgência exige mão de obra altamente especializada, e esse é um compromisso que vamos aprofundar em 2026. A população pode esperar um serviço cada vez mais preparado, humano e resolutivo”, afirma. Protagonismo mantido Mesmo em um cenário distinto de 2024, marcado pela epidemia de dengue, as UPAs mantiveram alto volume assistencial em 2025 e seguiram como principais portas de entrada do SUS-DF na urgência e emergência. Entre janeiro e dezembro, foram registrados 1.686.822 atendimentos, número expressivo e que reforça o papel estratégico dessas unidades no equilíbrio da rede pública de saúde. Atendimento nas UPAs do Distrito Federal desempenha um papel estratégico na rede pública de saúde | Fotos: Divulgação/IgesDF As cinco UPAs com maior volume de atendimentos foram: → Ceilândia I — 201.528; → São Sebastião — 178.983; → Samambaia — 161.729; → Sobradinho — 159.326; → Ceilândia II — 152.364. Juntas, elas responderam por 50,62% do fluxo assistencial do ano. Segundo o superintendente de Atenção Pré-Hospitalar do IgesDF, Francivaldo Soares, a presença de especialidades estratégicas contribui para esse resultado. “As UPAs de Ceilândia, São Sebastião e Sobradinho contam com atendimento em Pediatria, altamente demandado, especialmente em períodos de maior circulação viral”, explica. Outras unidades também apresentaram alta procura, como as de Recanto das Emas (148.934), Vicente Pires (130.049), Gama (96.965), Riacho Fundo II (96.332), Paranoá (93.965), Núcleo Bandeirante (92.901), Brazlândia (89.965) e Planaltina (83.781). “Os dados mostram a alta capacidade de resposta das UPAs e o impacto direto dessas unidades na organização da rede. Ao absorverem casos de menor e média complexidade, elas desafogam os hospitais e garantem acolhimento ágil e regionalizado”, reforça Francivaldo. Teleconsulta teve resultados importantes em 2025, com 12,9 mil atendimentos, e agilizou casos de menor gravidade Modernização e novas entregas marcam o ano O avanço na qualidade do atendimento pré-hospitalar também foi impulsionado por um pacote de investimentos em tecnologia, infraestrutura e humanização. A teleconsulta, por exemplo, se consolidou nas UPAs do Gama, Vicente Pires, Ceilândia, Samambaia e São Sebastião, registrando mais de 12,9 mil atendimentos em 2025, principalmente em casos de menor gravidade, com diagnósticos e orientações rápidas. “A assistência em urgência exige mão de obra altamente especializada, e esse é um compromisso que vamos aprofundar em 2026. A população pode esperar um serviço cada vez mais preparado, humano e resolutivo” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF As UPAs de Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho receberam obras de renovação e adequação, com investimento superior a R$ 1,9 milhão. Segundo o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, a prioridade é assegurar estabilidade operacional nas unidades já existentes. “Nosso objetivo é ampliar, com qualidade, o acesso da população aos serviços de saúde, garantindo que cada UPA tenha estrutura e equipe adequadas para atender com segurança e eficiência”, reforça. Também estão em construção sete novas UPAs de porte 3, cada uma com 65 leitos, pediatria, salas de estabilização, laboratório e imagem. As novas unidades serão entregues no Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Arapoanga, Guará e Águas Claras. “Cada entrega amplia a dignidade no atendimento e reforça o compromisso com o cuidado integral à população do Distrito Federal”, destaca Cleber Monteiro. * Com informações do IgesDF
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GDF amplia oferta de vacinas contra a gripe
O novo ano começa com a ampliação da oferta de imunizantes contra a gripe para toda a população do Distrito Federal. A partir desta terça-feira (6), até 31 de janeiro, qualquer pessoa com seis meses de idade ou mais, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção. Anteriormente, a imunização contra a gripe integrava apenas o calendário de rotina de grupos especiais. "Ao expandir os públicos, é possível aumentar o número de pessoas protegidas e, assim, reduzir complicações, internações e mortes associadas às infecções respiratórias causadas pelo vírus influenza", explica a gerente substituta de Rede de Frio da Secretaria de Saúde (SES-DF), Lais Soares. Qualquer pessoa a partir de seis meses de idade, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Ampliar a cobertura Em 2025, no DF, foram aplicadas cerca de 885 mil doses contra a influenza. Considerando todos os grupos especiais, a cobertura vacinal foi de 55,34%. As gestantes apresentaram a menor adesão (28,19%). "Mesmo com a ampliação, é importante que as pessoas dos grupos especiais que ainda não se vacinaram busquem o serviço de saúde", ressalta Soares. O estoque atual da SES-DF é de 100 mil doses. Todos podem ser atendidos nas salas de vacinação localizadas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do DF. Basta apresentar um documento com foto válido. Recomenda-se, ainda, levar a Caderneta de Vacinação, pois é ela que comprova a situação vacinal do indivíduo. Sua ausência, contudo, não é um impeditivo para receber a dose. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Aberto edital de credenciamento de papelarias no Cartão Material Escolar 2026
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) abriu o edital de chamamento público para o credenciamento das papelarias interessadas em participar do programa Cartão Material Escolar para o ano letivo de 2026. O credenciamento ocorrerá até dezembro deste ano. São aptas a participar as empresas que comercializam artigos de papelaria e material escolar (CNAE 4761-0/03), sediadas e em funcionamento no Distrito Federal, atendendo às exigências estipuladas em edital. A Sedes é responsável pelos registros e prestação de contas dos estabelecimentos que ofertam material escolar a partir do benefício socioassistencial. A documentação exigida para o cadastro pode ser enviada por e-mail ou entregue presencialmente, mediante agendamento | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para novos cadastros, as empresas deverão ler o edital e reunir a documentação exigida em formato PDF e enviar, para o endereço eletrônico credenciamento.cme@sedes.df.gov.br. A entrega também poderá ser realizada presencialmente na sede da Sedes, localizada na quadra 515 Norte, mediante agendamento. A lista completa de documentos e os requisitos de participação podem ser consultados no site da secretaria. Recredenciamento A Sedes orienta que as empresas credenciadas que participaram do programa em 2025 e pretendem continuar participando verifiquem suas certidões negativas do FGTS, do GDF, da Receita e trabalhista. Papelarias com as prestações de contas em dia terão o recredenciamento automático. Com relação às empresas com pendências, a secretaria entrará em contato para averiguação. "Nós temos ampliado todos os anos a rede de papelarias que recebem o CME" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, fala sobre a inclusão de mais e novos estabelecimentos no programa. “Nós temos ampliado todos os anos a rede de papelarias que recebem o CME. Isso é bom porque aumenta o alcance do programa, porque estimula o comércio nas comunidades e, principalmente, porque dá mais comodidade à população, que encontra uma papelaria sempre perto de casa”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Material Escolar O Cartão Material Escolar é um programa de gestão compartilhada entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e a Secretaria de Educação (SEEDF). O benefício é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do DF, que os pais ou responsáveis são beneficiários do programa Bolsa Família. O valor pago varia entre R$ 240 e R$ 320 e deve ser utilizado exclusivamente para a compra de materiais escolares ou de itens similares, conforme lista publicada e atualizada periodicamente pela SEEDF. É fundamental manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, no mínimo, a cada 24 meses. Uma vez atendidos os requisitos, a inclusão no programa é automática, não sendo necessário solicitar o benefício nas unidades socioassistenciais. Caso haja alguma inconsistência nos dados do cadastro, o responsável familiar deve procurar informações em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região. *Com informações da Sedes-DF
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