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Como desmontar a decoração de Natal com segurança e evitar acidentes

Com o encerramento do ciclo natalino nesta terça-feira (6), data em que a tradição cristã celebra o Dia de Santos Reis, muitas famílias iniciam a retirada de árvores, guirlandas, presépios e luzes decorativas. Embora pareça uma tarefa simples, a desmontagem da decoração exige atenção para evitar acidentes e danos aos equipamentos elétricos. Para orientar a população, a Neoenergia Brasília reforça recomendações de segurança que ajudam a reduzir o risco de choques elétricos e contribuem para a conservação dos enfeites, especialmente pisca-piscas e cordões de LED, permitindo que sejam reutilizados em boas condições nos próximos anos. A desmontagem da decoração natalina exige cuidado para evitar acidentes e danos aos equipamentos elétricos | Foto: Divulgação/Neoenergia “Assim como na instalação, a retirada da decoração deve ser feita com cuidado. Todos os equipamentos precisam estar desligados da tomada antes do manuseio, e o ideal é que a desmontagem seja realizada por um adulto, usando calçados adequados e sem contato com água”, explica Jorge Frota, gerente de Saúde e Segurança da Neoenergia Brasília. “O armazenamento correto evita acidentes e preserva os produtos para uso futuro.” A distribuidora recomenda que os itens sejam guardados, sempre que possível, em suas embalagens originais. Caso não estejam mais disponíveis, alternativas simples ajudam a manter a organização, como enrolar os pisca-piscas em tubos de papelão de papel-toalha, evitando nós e pressão sobre as lâmpadas. Também é fundamental manter os enfeites longe da umidade, do calor excessivo e da exposição direta ao sol. Confira algumas orientações de segurança para a retirada da decoração natalina. [LEIA_TAMBEM]Desconecte da tomada antes de desmontar Antes de remover qualquer enfeite, desligue todos os conjuntos da rede elétrica. Nunca manuseie fios ou lâmpadas energizadas. Evite puxar pelos cabos Segure sempre pelos plugues ou suportes. Puxar pelos fios pode danificar a fiação e causar problemas no próximo uso. Faça uma verificação dos itens Observe se há lâmpadas queimadas, fios descascados ou conectores comprometidos. Produtos com defeito devem ser descartados corretamente. Guarde de forma adequada Enrole os fios sem apertar, utilize caixas ou sacos identificados e mantenha tudo em local seco, protegido da umidade. Priorize a segurança Não reutilize equipamentos danificados nem faça improvisações elétricas. Em caso de dúvida, procure um eletricista qualificado. Com medidas simples, é possível encerrar o período natalino com tranquilidade, preservar os enfeites e, principalmente, garantir a segurança de toda a família. *Com informações da Neoenergia Brasília

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Hfaus supera em 16% atendimentos realizados em 2024

O Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre (Hfaus), do Instituto Brasília Ambiental, realizou, entre janeiro e novembro de 2025, 2.274 atendimentos. A marca representa um aumento de 16% se comparada a igual período de 2024, ano da inauguração do hospital. “Os números mostram que crescemos, mas, acima disso, mostram que o Hfaus se tornou essencial”, avalia o gerente de Fauna Silvestre do instituto, Rodrigo Santos. Segundo o gerente, em 2025, o Hfaus se firmou como instrumento de gestão de fauna silvestre, já reconhecido por todas as instituições parceiras e integrado ao fluxo oficial de resgates do DF. “Esse reconhecimento se reflete diretamente na confiança depositada pelas equipes de campo e na crescente procura pelo serviço”, ressalta. A ideia do Brasília Ambiental é ampliar a capacidade de atendimento do Hfaus | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Diante desse avanço, Santos compartilha que há a expectativa de ampliar ainda mais a capacidade de atendimento do hospital. “Estamos avaliando a mudança do Hfaus para um novo espaço, preferencialmente localizado em uma unidade de conservação administrada pelo Brasília Ambiental, o que permitirá melhorar a estrutura e ampliar a atuação”, adianta. Governadora em exercício, Celina Leão destaca que o Hfaus tem importância fundamental para a conservação da biodiversidade e o bem-estar da fauna silvestre do Cerrado: “É o primeiro hospital público do Brasil especializado nesse tipo de atendimento, o que demonstra o compromisso do Governo do Distrito Federal com os cuidados com o meio ambiente”. "Nosso objetivo é manter a qualidade do atendimento e ampliar ainda mais as solturas e reabilitações das diversas espécies” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Para o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, superar em 16% os atendimentos de 2024 mostra a necessidade latente da existência do hospital de fauna silvestre, mapeada pelos servidores antes de criação do mesmo. “O hospital, além de ser o primeiro com funcionamento 24 horas por dia e sete dias por semana, oferece atendimento de extrema qualidade. Nosso objetivo é manter a qualidade do atendimento e ampliar ainda mais as solturas e reabilitações das diversas espécies”, acrescenta. Atendimentos Do total de animais atendidos em 2025, 64% foram aves, 33% mamíferos e 3% répteis. O tempo médio de permanência de uma ave no Hfaus foi de 22 dias; de répteis, 27 dias; e de mamíferos, 21 dias. As regiões administrativas com maior quantidade de animais resgatados e encaminhados ao hospital de fauna silvestre foram Plano Piloto, Taguatinga, Candangolândia, Sobradinho e Lago Norte. Arte: Brasília Ambiental No que se refere às espécies, a mais atendida no período foi o gambá-de-orelha-branca, também conhecido como saruê (Didelphis albiventris), com 503 registros. A segunda posição no ranking de atendimento foi do periquito-de-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri), com 225. Na sequência, veio o sagui-de-tufos-pretos (Callithrix penicillata), com 107 atendimentos, e a coruja-buraqueira (Athene cunicularia), com 87 registros. Da ordem dos carnívoros, foram atendidos 22 animais, dos quais sete foram lobos-guará. Também aparecem quatis. O mês de outubro foi o campeão de atendimento, com 521 registros, seguido de setembro, com 363. A principal causa de entrada no hospital foi para cuidados neonatais, ou seja, assistência a filhotes e jovens, totalizando 594 indivíduos, seguida do atendimento a lesões ou fraturas, com 499. Referência [LEIA_TAMBEM]Criado em 2024, o Hfaus, localizado em Taguatinga, é administrado pelo Brasília Ambiental em parceria com a iniciativa privada. A unidade oferece tratamento veterinário de ponta, com equipes multidisciplinares qualificadas e preparadas para as necessidades específicas de animais silvestres, o que é crucial, pois eles exigem cuidados diferentes dos animais domésticos. Com somente dois anos de funcionamento, o hospital já é uma referência nacional em seu modelo de atendimento, utilizando, inclusive, técnicas avançadas como o uso de pele de tilápia em ferimentos e transfusões de sangue em casos graves. O principal objetivo do hospital é tratar e reabilitar os animais para que possam ser reintegrados à natureza, garantindo a perpetuação genética das espécies e a saúde dos ecossistemas locais. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Desempenho 2025: Hfaus supera em 16% atendimentos realizados em 2024

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Dengue: equipes de saúde visitam mais de 1,8 milhão de residências em 2025

Mesmo com a redução significativa dos casos de dengue neste ano, em comparação a 2024, a Secretaria de Saúde (SES-DF) não poupou esforços para proteger a população. Com foco em prevenção, cuidado contínuo e inovações tecnológicas, 362 servidores de Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências no Distrito Federal em 2025. Mais de 2,1 mil hectares no DF foram mapeados por meio de drones, que localizaram milhares de possíveis criadouros | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF As ações de combate às arboviroses foram executadas de forma ininterrupta ao longo do ano, abrangendo desde residências até locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto, que tem baixa toxicidade para humanos e animais domésticos, permanece ativo por até 90 dias. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações do BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas. Outra importante ferramenta de prevenção foram as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com uma boia e uma tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen – inseticida que funciona como um hormônio regulador de crescimento de insetos, impedindo-os de atingir a fase adulta. Neste ano, mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF. Arte: Agência Saúde-DF As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância colocaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a colocarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas pareçam um criadouro de mosquitos, elas são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento de larvas.  Tecnologia nos céus [LEIA_TAMBEM]Além das ações em solo, a SES-DF incorporou tecnologias aéreas ao combate às arboviroses. Os drones passaram a integrar o conjunto de ferramentas estratégicas da pasta, auxiliando no mapeamento de territórios mais críticos. Cada foto tirada pelo aparelho traz a indicação dos locais onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas. Ao todo, os drones fizeram uma varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados. Outra frente de atuação inovadora foi a libertação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, impedindo o desenvolvimento do vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os mosquitos com a Wolbachia se reproduzem com os insetos selvagens, transmitindo a bactéria para as próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para a distribuição dos insetos em todo o território previsto. *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Consumo de alimentos vencidos pode causar riscos graves à saúde

A Secretaria de Saúde (SES-DF) alerta que ignorar o prazo de validade dos alimentos expõe o consumidor a diversos riscos. Os perigos vão além do desconforto gastrointestinal e podem levar a quadros de desidratação severa, insuficiência de órgãos e, em situações extremas, ao óbito. “A data de validade é estabelecida pelo fabricante após estudos rigorosos de estabilidade e é o respaldo legal para a segurança do alimento. Por isso, o consumo de produtos expirados não é recomendado, independentemente de ter passado um dia ou uma semana”, afirma a gerente substituta de Alimentos da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), Analda Lima. Secretaria de Saúde alerta: o prazo de validade dos alimentos deve ser respeitado | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Onde mora o perigo O risco do consumo de alimentos vencidos reside, principalmente, na intensa proliferação de micro-organismos e na decomposição química de suas próprias estruturas. Após o prazo final, o alimento se torna um ambiente ideal para o crescimento de bactérias como Salmonella, E. coli e Staphylococcus, além de fungos e toxinas. O alimento fora da validade pode gerar compostos químicos que contribuem para o aumento da toxicidade e do risco à saúde. A reação do organismo a essa carga tóxica e microbiana pode evoluir rapidamente para um quadro de desidratação aguda, especialmente em idosos e crianças. Arte: SES-DF “A perda excessiva de líquidos por diarreia e vômitos pode levar a um estado que exige intervenção médica imediata e, muitas vezes, internação. Em ocorrências de alta toxicidade, os patógenos e seus subprodutos podem acarretar lesões renais e hepáticas, causando insuficiência”, explica a gestora. Segundo Lima, é preciso, ainda, ficar atento a alimentos mal armazenados. Laticínios fora da refrigeração, por exemplo, estragam mesmo dentro do prazo de validade. Pães que recebem umidade, por sua vez, criam ambientes propícios ao crescimento de micro-organismos. “Estudos indicam que a ingestão desses compostos gerados pela deterioração de nutrientes pode aumentar a exposição a fatores de risco para certas doenças crônicas, incluindo neoplasias, gastrites e úlceras”, detalha Lima. Em caso de sintomas de intoxicação alimentar, recomenda-se buscar auxílio médico o mais breve possível. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Detran-DF lança página com informações sobre a nova CNH no DF

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Agências do trabalhador têm 641 vagas de emprego abertas nesta terça-feira (6)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (6), 641 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 2,7 mil. O posto com remuneração mais alta é o de motorista entregador. São duas oportunidades disponíveis e não há exigência de experiência nem de escolaridade mínima. Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas oferecidas, com 30, cada. Entre eles, está, por exemplo, o de atendente de padaria, em Sobradinho, também sem exigência de escolaridade e de experiência. O salário, nesse caso, é de R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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