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Em Ceilândia, população em situação de rua terá ação de acolhimento neste sábado (6) 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em seis endereços distintos em Ceilândia. Coordenada pela Casa Civil, a ação terá início às 9h deste sábado (6) com representantes das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Também participam do atendimento o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Pertences poderão ser levados ao local indicado pela pessoa, ou ficarão disponíveis no depósito da DF Legal durante 60 dias | Foto: Arquivo/Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380 e 1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF.   No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (6). ⇒ CNM 1  ⇒ CNM 2  ⇒ QNM 12  ⇒ Avenida Hélio Prates ⇒ Via N1 Norte ⇒ Via N2 Sul.     *Com informações da DF Legal

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PGDF leva a Ceilândia facilidade para resolução de débitos em Dívida Ativa, por meio do Negocia-DF

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Ibaneis Rocha reúne administradores regionais para almoço de confraternização

O governador Ibaneis Rocha reuniu todos os 35 administradores regionais na Residência Oficial de Águas Claras (Roac) para um almoço de confraternização nesta sexta-feira (5). No encontro, o chefe do Executivo local ressaltou o balanço das ações e agradeceu a parceria ao longo de sua gestão. “Eu vou para oito anos de governo e tenho certeza de que o legado que nós vamos deixar em todas as cidades do Distrito Federal precisa ser ressaltado. Tenho muito orgulho de tudo o que fizemos ao longo desse tempo e vocês tiveram um papel fundamental nisso, trabalhando na ponta, ouvindo e atendendo as demandas da nossa população. Contem sempre comigo e vamos juntos porque o trabalho continua”, afirmou Ibaneis Rocha. Ibaneis Rocha: "Eu vou para oito anos de governo e tenho certeza de que o legado que nós vamos deixar em todas as cidades do Distrito Federal precisa ser ressaltado" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Para o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o encontro valoriza o trabalho prestado pelos administradores regionais: “Esse almoço aqui é muito importante porque nós estamos chegando ao final de mais um ano de muito trabalho. É preciso que a gente chame os administradores para confraternizar, abraçar e agradecer. É um trabalho hercúleo desses homens e mulheres que estão na ponta.” Governo na ponta As administrações regionais desempenham um papel importante na gestão pública. Por estarem presentes diretamente nas cidades, são elas que captam as demandas cotidianas, identificam necessidades urgentes e acompanham de perto a rotina da população. Esse olhar na ponta permite que o governo atue com mais precisão, com soluções que atendam às necessidades da realidade local. "Essas pessoas daqui nem sempre são reconhecidas e têm um valor que precisa ser ressaltado" José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Além de funcionar como a porta de entrada da população para os serviços públicos, as administrações regionais garantem que as políticas do GDF cheguem de maneira concreta às cidades. De acordo com o secretário José Humberto Pires de Araújo, as demandas são variadas. “Esse é um trabalho que realmente só funciona se tiver uma integração muito forte com toda a equipe. Essas pessoas daqui nem sempre são reconhecidas e têm um valor que precisa ser ressaltado”, concluiu o chefe da pasta. O trabalho feito pelas regiões administrativas também foi objeto de reconhecimento por parte do governador Ibaneis Rocha. Desde 2019, o chefe do Executivo criou novas cidades, como é o caso de Água Quente, Araponga, Arniqueira e Sol Nascente. Hoje, o DF conta com 35 RAs com estruturas administrativas dedicadas, ampliando, assim, a capacidade do governo de atuar de forma mais próxima e organizada em áreas que já apresentavam dinâmicas próprias.

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Novo acordo de cooperação favorece pesquisas na agropecuária

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Universidade de Brasília (UnB) formalizaram, nesta quinta-feira (4), um acordo de cooperação para fortalecer a inovação agropecuária no Distrito Federal e Entorno. A parceria integra o Parque Científico e Tecnológico da UnB e visa a estabelecer linhas de ação conjuntas para impulsionar pesquisa, modernização do campo, desenvolvimento de tecnologias e iniciativas voltadas à agricultura familiar. A reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, entre o vice-presidente da FAPDF, Paulo Freitas Nunes; o presidente da Emater-DF, Cleison Duval; e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges: “Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação” | Foto: Divulgação/Emater-DF O acordo reflete a união entre a expertise acadêmica e os conhecimentos práticos da extensão rural. A UnB, reconhecida também pela produção e formação científica, e a Emater-DF, com ampla capilaridade nas comunidades rurais, passam agora a compartilhar tecnologias, infraestrutura, dados, recursos humanos e projetos estratégicos na área de inovação agropecuária. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O acordo prevê uma incubadora de startups agtechs, eventos voltados ao ecossistema de inovação e o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, com foco na transferência de tecnologia, automação, sustentabilidade e empreendedorismo rural.  iniciativa também reforça a importância da pesquisa integrada com a prática no campo, especialmente em temas como automação, monitoramento de solo, manejo sustentável e processos de agregação de valor aos produtos. Busca de soluções [LEIA_TAMBEM]“O produtor precisa de soluções práticas, e muitas delas já existem dentro da universidade; só precisamos aproximar esses mundos”, ressaltou o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo. A Emater-DF já atua com pesquisa aplicada e validação de variedades da Embrapa, e agora teremos ainda mais condições de expandir esse trabalho.” Durante o evento de formalização do acordo, a reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, lembrou que a parceria representa uma oportunidade concreta de aproximar inovação, pesquisa e formação profissional. “Vivemos uma queda preocupante na procura por vagas no ensino superior, um fenômeno nacional”, apontou. “Parte disso decorre da falta de perspectiva dos jovens. Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação”. Durante a solenidade, além de técnicos da Emater-DF, professores da UnB e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e parlamentares, estiveram presentes o vice-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) Paulo Freitas Nunes, e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges.   *Com informações da Emater-DF

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Dados do Hospital de Base mostram que quedas matam mais que ferimentos por armas de fogo

Quando se fala em casos graves que levam à morte no pronto-socorro de hospitais do Distrito Federal, é comum imaginar acidentes de trânsito ou ferimentos por armas de fogo. No entanto, o grande vilão da sala vermelha do Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), são as quedas. Apesar de frequentemente subestimados, esses acidentes, desde escorregões em casa até quedas simples na rua, representam risco significativo, especialmente pelos impactos na cabeça que podem causar lesões graves. Entre pessoas idosas, o risco é ainda maior. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Centro de Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos. Um terço das vítimas era mulher. Telecilia Leite Borges, 72 anos, moradora de Redenção do Gurgueia (PI), conta que escorregou enquanto puxava água com um rodo e não se lembra do momento da queda, apenas de acordar no chão. Após dois dias de dor de cabeça, buscou atendimento em uma cidade próxima, fez tomografia e foi liberada. Dias depois, com perda de força na perna esquerda, caiu novamente e machucou os joelhos. O filho, morador do Distrito Federal, levou a mãe para o Hospital de Base, onde ela foi internada com hemorragia cerebral e passou por cirurgia. “Estou me sentindo muito melhor. Assim que me liberarem, estou pronta para ir para casa”, relata. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos | Foto: Divulgação/IgesDF A dificuldade em identificar rapidamente um traumatismo craniano é um dos principais desafios no atendimento a vítimas de queda, explica o cirurgião-chefe do Centro de Trauma do HBDF, Rodrigo Caselli. Após qualquer queda com impacto na cabeça, ele recomenda observar sinais de alerta como dores intensas, tonturas, desmaios, vômitos e convulsões. Entre idosos, o risco é ainda mais elevado, já que lesões graves podem surgir mesmo sem sintomas imediatos. O cirurgião orienta que toda pessoa idosa que bater a cabeça seja levada ao hospital. “É melhor descobrir que não há nada de errado do que esperar e ter uma situação muito pior depois”, alerta. Quedas que matam Os dados mostram que quedas causaram mais mortes do que ferimentos por arma de fogo no Pronto-Socorro do HBDF. Entre as 166 mortes registradas em 2023 na Sala Vermelha, por casos de alta gravidade, 33 foram resultantes de quedas, 26 decorrentes de colisões ou quedas de motocicletas, 22 por atropelamentos, 17 por quedas de grande altura e 13 por perfuração por arma de fogo. Segundo o especialista, o alto índice de letalidade das quedas está relacionado aos impactos na cabeça que podem levar a lesões sérias. Das 95 pessoas atendidas por queda ao longo de 2023, 66 apresentaram traumatismo craniano fechado. “Nossas maiores causas de morte são hemorragia e traumatismo craniano. A gente tem um serviço preparado e organizado para atender o paciente de forma muito rápida. Então nós conseguimos salvar a pessoa que está sangrando, mas é mais difícil salvar a pessoa que bateu a cabeça”, afirma. Prevenção Como grande parte das quedas ocorre dentro de casa, nem sempre é possível preveni-las totalmente. Caselli reforça o uso de equipamentos de proteção por quem anda de skate, patins, patinete ou similares. “Às vezes, são quedas bobas, mas elas acontecem muito rápido por causa das rodas, o que aumenta a força do impacto e, consequentemente, o risco”, detalha. Também é recomendado instalar barras de apoio em banheiros e áreas de risco, especialmente em imóveis onde vivem pessoas idosas. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF)

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Governador Ibaneis Rocha e primeira-dama recepcionam estudantes do programa Pontes para o Mundo

O retorno dos estudantes ao Brasil marcou o encerramento da primeira edição do Pontes para o Mundo, programa de intercâmbio internacional criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Na chegada de parte do grupo ao Aeroporto Internacional de Brasília, formado por 27 alunos e dois servidores da Secretaria de Educação (SEEDF), o governador Ibaneis Rocha e a primeira-dama Mayara Noronha Rocha estiveram presentes para recepcionar os participantes após cerca de 17 semanas de imersão no Reino Unido. “Eu tô aqui quase em lágrimas”, admitiu Ibaneis Rocha. “A emoção das famílias e desses adolescentes é uma coisa que nos inspira muito a continuar com programas importantes como esse, que dão oportunidade desses adolescentes conhecerem o mundo e terem novas experiências que vão engrandecê-los para o resto das suas vidas”, disse. O governador Ibaneis Rocha recepcionou grupo de intercambistas do programa Pontes para o Mundo, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília, nesta sexta (5) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Durante a recepção, o chefe do Executivo reforçou a importância da continuidade do programa nos próximos anos. “O fato da gente dar essa oportunidade é muito bom. Então é pedir a Deus que aqueles que me seguirem no governo e me sucederem continuem com esse programa de imensa importância”. Para o próximo ano, já estão confirmadas 400 vagas e a expansão para outros países. A ideia do GDF é também transformar em um programa permanente. Idealizadora e madrinha do Pontes para o Mundo, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha destacou a importância estratégica do programa para o futuro dos estudantes. “Hoje em dia não é mais luxo, é uma necessidade preparar nossos estudantes para se relacionarem com profissionais do mundo. É através desse tipo de programa que a gente vai conseguir expandir e sair do nosso quadradinho para o mundo afora e, ao mesmo tempo, trazer investimento, tecnologia e ensinamento do mundo para dentro do Distrito Federal. Eu tenho um super orgulho desse programa que veio para revolucionar”, completou.   Recepção calorosa A recepção celebrou o sucesso da iniciativa, que ofereceu vivência internacional gratuita a jovens do Distrito Federal. Ao todo, 101 estudantes viajaram ao exterior nesta primeira edição, passando por instituições de ensino de países de língua inglesa — Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte — onde tiveram contato direto com práticas educacionais que fortalecem tanto a formação acadêmica quanto o domínio do inglês. O programa, idealizado para ir além das salas de aula, proporcionou aos participantes uma rotina diversificada, combinando aprendizado formal com atividades culturais, visitas técnicas e experiências de convivência que estimulam a autonomia, a adaptação e a visão de mundo. Durante todo o período, os estudantes também contaram com suporte socioemocional e com cobertura completa de deslocamento, alimentação e hospedagem. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância do programa para a vida dos estudantes. “Os meninos que estão desembarcando hoje não são os mesmos que embarcaram em setembro. Eles adquiriram autonomia, independência, autoestima elevada e proficiência na língua inglesa, falando muito bem, fluentes e apaixonados pelo o que eles viram”, afirmou. “A gente quer que eles tenham essa perspectiva de ter outros espaços para eles atuarem, trabalharem e viverem”. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "Os meninos que estão desembarcando hoje não são os mesmo que embarcaram em setembro. Eles adquiriram autonomia, independência, autoestima elevada e proficiência na língua inglesa" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Transformação de vida A chegada de grupo ao Brasil simboliza o início de uma nova jornada para os jovens que vivenciaram o intercâmbio. É o que espera Felipe Berg, 16 anos, estudante CED 6 de Ceilândia e morador do Pôr do Sol, que esteve em Chester, na Inglaterra. “É uma oportunidade única para qualquer estudante do Distrito Federal. Essa experiência já está mudando minha vida. Primeiramente, porque eu não tinha o inglês como segunda língua. Eu estudo russo. Mas esse intercâmbio foi um motivo para eu conseguir realmente aprender, falar e desenvolver o inglês. Acho que essa experiência vai abrir portas para bolsas em universidades internacionais”, comemorou. Ivonildes Botelho, cabeleireira: "Esse projeto foi um sonho realizado. Ele sempre sonhou em estudar fora do país, mas financeiramente eu não me via em condição de mandar ele" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A mãe de Felipe, a cabeleireira Ivonildes Botelho, 47, concordou que a experiência transformou o filho. “Esse projeto foi único. Abriu asas para ele voar. Ele não é mais a mesma pessoa. Ele amadureceu muito, muito mesmo. Ele está vindo transbordando em tudo”, disse. “Esse projeto foi um sonho realizado. Ele sempre sonhou em estudar fora do país, mas financeiramente eu não me via em condição de mandar ele”, completou. Sobre a sensação de rever o filho, ela disse: “É muita ansiedade, mas também muita gratidão. Essa vaga foi um presente de Deus. Foram dias muito difíceis. Eu senti falta dele em tudo”. Para Hugo Gaudino, 17, estudante do CEM Elefante Branco, na Asa Sul, a viagem foi a realização de um sonho. Ele estudou em Warwickshire, na Inglaterra. “Mudou a minha vida inteira ir para Inglaterra. Foi uma experiência muito boa. Fiquei muito feliz e ainda estou muito feliz e grato”, comentou. Hugo Gaudino, estudante do CEM Elefante Branco: "Mudou a minha vida inteira ir para Inglaterra. Foi uma experiência muito boa. Fiquei muito feliz e ainda estou muito feliz e grato" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ele disse que pretende dar continuidade a experiência internacional. “Eu pretendo cursar fora do Brasil teatro musical. Quero continuar trabalhando e, um dia, talvez, ajudar outras pessoas igual a mim, estudantes de escola pública. Acho que levantar a voz é uma das coisas que mais me motivam”, acrescentou. A mãe de Hugo, a professora Giselda da Silva, 49, disse que preparou o filho a vida inteira para essa experiência. “Eu treinei o Hugo para ser livre. Então ele se divertiu muito, viveu experiências novas e fez amizades com vários adolescentes internacionais da idade dele. E já está com planos de voltar. Eu, como mãe, quero que ele voe”.

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Zoológico de Brasília comemora 68 anos com programação especial e experiência inédita de imersão em aviário

Inaugurado em 6 de dezembro de 1957, antes mesmo da inauguração da cidade, o Zoológico de Brasília completa 68 anos neste sábado (6) e comemora a data com uma programação gratuita que se estende durante todo o final de semana. Entre as novidades, o público passa a contar com um aviário de imersão — o primeiro do tipo no espaço — que permite observar de perto 15 espécies brasileiras, incluindo aves e jabutis, em um ambiente compartilhado e pensado para educação, conservação e lazer. A visitação ao novo atrativo ocorre de quarta a domingo, das 9h30 às 15h, em grupos de até dez pessoas, com pausa no horário de almoço. Consolidado como referência nacional em pesquisa, conservação da fauna e da flora e educação ambiental, o Zoológico de Brasília é também um lugar de memória afetiva para muitos brasilienses. O diretor-presidente do equipamento público, Wallison Couto, ressaltou a importância da celebração e da entrega da nova atração. “Todo mundo passou pelo Zoo em algum momento da vida. Para nós, entregar esse aviário é colocar o espaço no patamar que ele merece: organizado, moderno e preparado para receber bem o público. O Zoológico também é política pública”, destacou. A visitação ao aviário ocorre de quarta a domingo, das 9h30 às 15h, em grupos de até dez pessoas, com pausa no horário de almoço | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A programação do aniversário inclui a abertura oficial do aviário nesta sexta-feira (5), além de brinquedos infláveis para as crianças no sábado (6) no Teatro de Arena e nova oportunidade de visitação ao aviário no domingo (7). As atividades se somam ao programa Lazer para Todos, que garante entrada gratuita ao Zoológico e ao Jardim Botânico aos domingos e feriados — datas que também contam com o programa Vai de Graça, que leva a gratuidade do transporte coletivo para dar ainda mais acesso aos espaços para a população. Tipo Jurassic Park Responsável por conduzir parte das atividades educativas, o tratador Davi Dantas, 29, explicou que o espaço também permite abordar temas como conservação, reprodução de espécies ameaçadas e combate ao tráfico de animais. “É legal ter esse momento interativo, porque as pessoas vão reconhecer espécies nativas do Brasil e as que estão ameaçadas de extinção. Focar na educação ambiental é fundamental, especialmente com as crianças, que acabam ensinando os próprios pais e têm mais chances de garantir um futuro melhor para o planeta”, observou. Ao entrar no aviário, o guia já assimila a experiência ao famoso filme Jurassic Park, que também conta com um ambiente de imersão de voadores — mas com os ancestrais das aves, que são os dinossauros. Para as famílias que visitaram o novo espaço, a experiência foi um verdadeiro enriquecimento. A pequena Alice Rocha Staciarini, de 8 anos, saiu encantada: “Eu amei demais, porque aprendi mais sobre ciências e os animais. É muito legal ver eles soltos e de pertinho”. O irmão dela de 12 anos, Matheus Rocha Staciarini, também aprovou a atividade: “Foi muito boa. Eu aprendi sobre as aves, que gostam de ficar em lugares diferentes e quase não mexem umas com as outras. A que eu mais gostei foi a arara vermelha”. A programação do aniversário inclui a abertura oficial do aviário nesta sexta-feira (5), além de brinquedos infláveis para as crianças no sábado (6) no Teatro de Arena e nova oportunidade de visitação ao aviário no domingo (7) [LEIA_TAMBEM]Para as famílias, o espaço se mostrou uma oportunidade de aprendizado e contato com a natureza em meio à rotina urbana. A pedagoga Kelly Keithy Rocha Rezende, 36, é mãe dos irmãos Staciarini e também elogiou a experiência: “É interativo, educativo e dá às crianças a chance de vivenciar de perto algo que na cidade grande não é comum. Traz cultura, ciência e biologia também. Em tempos de tanta tela, esse contato com a natureza é muito importante”. O aposentado Aroldo Soares da Silva, 66, levou os netos Giovana, de 8 anos, e Ian, de 2 anos, para conhecer o aviário. Ele afirmou que é mais uma opção para os avós e pais que querem entreter a criançada. “É uma experiência diferenciada. Os meninos gostaram demais, acho que as araras e o pássaro alma-de-gato foram os favoritos. É mais uma atividade para passear e aprender em família.”

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Cerrado Tech leva três dias de ciência, games e imersão tecnológica a Sobradinho

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) leva oportunidades e conhecimento às regiões administrativas com a realização do Cerrado Tech 2025. De sexta (5) a domingo (7), o Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, recebe o festival gratuito que conecta ciência, tecnologia, empreendedorismo e experiências imersivas. Para participar, é necessário doar 1 kg de alimento e retirar os ingressos pelo Sympla. Fruto de parceria entre a Secti-DF e a OSC Líderes do Brasil, a iniciativa reforça o compromisso da pasta em democratizar o acesso à informação e aproximar estudantes, famílias e jovens talentos das oportunidades que moldam o futuro do DF.  O festival democratiza o acesso à informação e à tecnologia | Foto: Divulgação/Secti Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, “levar tecnologia para perto das pessoas é transformar oportunidades em realidade. O Cerrado Tech mostra que a inovação não precisa estar distante. Nosso compromisso é abrir portas, inspirar jovens e fortalecer o ecossistema que impulsiona o Distrito Federal.” Com uma programação vibrante, o público poderá vivenciar oficinas práticas, desafios tecnológicos e atrações interativas que estimulam criatividade e aprendizado. Um dos grandes destaques é a presença do divulgador científico Sergio Sacani, criador do Space Today (@spacetoday), que participa dos três dias com bate-papos sobre astronomia e exploração espacial. O evento também oferece Planetário 360°, arena gamer, simuladores, realidade virtual, oficinas de robótica, programação, inteligência artificial e atividades focadas em sustentabilidade e economia circular, proporcionando experiências únicas para todas as idades. O público poderá vivenciar oficinas práticas, desafios tecnológicos e atrações interativas O festival inclui o hackathon Cerrado Tech, reunindo jovens talentos e entusiastas da tecnologia em torno de cinco desafios voltados ao futuro do Distrito Federal. As equipes contarão com mentorias especializadas e suporte técnico para transformar ideias em soluções reais. Os três melhores projetos serão reconhecidos com prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, estimulando novas iniciativas capazes de gerar impacto na região. A expectativa é reunir até 3 mil participantes durante os três dias. [LEIA_TAMBEM]Programação Sexta-feira (5) 14h — Palestras "Como começar na tecnologia"; "Mulheres na ciência e tecnologia"; e "Empreendedorismo digital para Jovens" 14h30 — Workshops "Programação para iniciantes"; "Design de games"; e "Criação de conteúdo digital" 16h — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Sábado (6) 14h30 — Workshops "Robótica educacional"; "Inteligência artificial básica"; "Web design responsivo"; "Como construir carreira em TI sem faculdade"; e "O futuro dos games e do metaverso" 16h30 — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Domingo (7) 14h30 —  Workshops "Criatividade digital com IA"; "Games"; e "Economia circular e inovação sustentável" 16h30 — Bate-papo com o influenciador Sérgio Sacani Cerrado Tech 2025 Dias: De 5 a 7 de dezembro Horário: Das 14h às 19h Local: Estacionamento do Estádio Augustinho Lima Entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento por dia *Com informações da Secti-DF

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