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Lançado edital com 104 oportunidades de imóveis em diversas regiões do Distrito Federal

O novo edital de licitação da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) oferece 104 oportunidades de compra de imóveis em diversas regiões administrativas do DF. O Edital nº 21/2025 reúne opções para diferentes perfis de interessados, com lotes residenciais, comerciais e mistos em localidades como Jardim Botânico, Riacho Fundo II, Sobradinho e Ceilândia. A licitação será realizada no dia 19 de dezembro. O edital completo está disponível no site da Terracap. O prazo para depósito da caução se encerra em 18 de dezembro, em qualquer agência do BRB. Já a entrega das propostas ocorrerá no dia 19 de dezembro, das 9h às 10h, no auditório da sede da Terracap, com a opção de envio pelo sistema on-line no mesmo horário. O certame contará com transmissão ao vivo pelo canal da Terracap no YouTube. Residencial das Sucupiras O Residencial das Sucupiras é um dos destaques do edital. O empreendimento oferece uma estrutura completa de lazer, com campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, salão de festas, espaço gourmet, espaço fitness, quiosques com churrasqueira e estacionamento para visitantes, itens que reforçam o bem-estar dos moradores e o potencial de valorização da região. Localizado a poucos minutos da Ponte JK e do Lago Sul, o complexo privilegia o conceito de viver bem, combinando conforto, natureza e qualidade de vida. A licitação será realizada no dia 19 de dezembro. O edital completo está disponível no site da Terracap | Foto: Divulgação/Terracap Neste edital, estão disponíveis 16 unidades no Sucupiras, com metragens mínimas de 420 m² e valores iniciais de R$ 317 mil. A entrada mínima é de R$ 15,8 mil, com possibilidade de parcelamento do saldo em até 240 meses. Outras oportunidades Em Samambaia, o edital reúne o maior número de oportunidades, com 26 itens disponíveis. A região oferece lotes de uso misto, adequados para comércio, serviços, atividades institucionais e empreendimentos industriais. O Riacho Fundo II também se destaca, com lotes mistos destinados a comércio, serviços, uso institucional e industrial. Os terrenos têm valores a partir de R$ 78,5 mil, com entradas de apenas R$ 3,9 mil e financiamento possível em até 180 meses. Em Ceilândia, o edital apresenta 25 oportunidades, com lotes comerciais a partir de R$ 40,7 mil, uma opção atrativa para quem busca instalar ou ampliar negócios em uma das regiões mais dinâmicas do Distrito Federal. Alguns cuidados são necessários para participar da licitação. Veja o passo a passo:[LEIA_TAMBEM] Leia atentamente o edital disponível no site da Terracap; Escolha o imóvel; Preencha a proposta de compra – disponível no site da Terracap; Recolha a caução, correspondente a 5% do valor do lote, que funciona como exigência para habilitação na licitação. Atenção: O valor deve ser recolhido em uma agência do BRB, mediante depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap, necessariamente em nome do próprio licitante ou pelo seu legítimo procurador até o dia 18 de dezembro. A não apresentação da procuração implica na desclassificação automática do licitante. A licitação ocorrerá no dia subsequente, 19 de dezembro; Entregue a proposta. Há duas opções: dirigir-se à Terracap e depositar o documento devidamente preenchido, assim como o comprovante de pagamento de caução, na urna da Comissão de Licitação, no dia 19 de dezembro, entre 9 e 10h, ou optar pela proposta on-line. Neste caso, a proposta e o comprovante de caução também devem ser enviados eletronicamente no mesmo dia e horário. É dever do licitante atentar para todas as cláusulas do edital, em especial a que se refere à possível incidência do pagamento de taxa de Outorga Onerosa de Alteração de Uso (Onalt) ou do Direito de Construir (Odir). Para os licitantes preliminarmente classificados, a documentação exigida no edital deve ser entregue por meio da plataforma on-line, acessando o site, no menu Serviços, opção Requerimento on-line; por meio do endereço eletrônico da Comissão de Licitação: copli@terracap.df.gov.br; assim como no atendimento da Terracap, das 7h às 19h.​   *Com informações da Terracap

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O perigo por trás de um 'simples remédio'

Quem vê a aposentada Maria das Dores*, 69 anos, caminhando tranquilamente pelo shopping, não imagina o que ela carrega consigo: uma longa e silenciosa relação com a automedicação. Moradora de Ceilândia há quase 48 anos, ela criou vínculos com os farmacêuticos da região e, ao longo da vida, recorreu a eles sempre que aparecia alguma dor ou incômodo. A facilidade de acesso e a crença de que “um remedinho nunca faz mal” acabaram abrindo espaço para um comportamento que hoje Maria reconhece como prejudicial. A aposentada lembra que o hábito começou ainda na juventude, com comprimidos para dores de cabeça, garganta e cólica. Com o tempo, vieram as crises na coluna e, depois, a prática se estendeu aos cuidados com os filhos. O episódio mais grave ocorreu quando ela desenvolveu herpes zóster. Sem procurar atendimento médico, buscou orientação diretamente na farmácia. “O farmacêutico me indicou uma pomada e outros medicamentos. Depois, acabei tendo uma paralisia facial e comecei a tomar ainda mais remédios. Quando vi, estava cercada por cartelas e frascos”, relembra. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil está entre os países que mais praticam automedicação | Fotos: Divulgação/IgesDF A ficha caiu quando o filho a questionou sobre a quantidade de medicamentos que ela consumia. “Hoje eu sei que é perigoso, mas ainda tenho dificuldade de controlar. Tenho hipertensão, que é a única doença diagnosticada, mas ao menor sintoma já procuro um remédio”. Perigo silencioso A história de Maria não é exceção. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil está entre os países que mais praticam automedicação, um comportamento incentivado pela facilidade de compra, pela pressão do dia a dia e pela crença de que determinados remédios são inofensivos. O clínico e gastroenterologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Álvaro Modesto, alerta que a prática pode trazer efeitos colaterais graves, mascarar sintomas importantes e atrasar diagnósticos. “Cada organismo reage de um jeito. Um medicamento que funciona para um familiar ou vizinho pode ser perigoso para outra pessoa. Além disso, aliviar um sintoma não significa resolver o problema. Ele pode até se agravar por estar sendo escondido com o controle dos sintomas sem descobrir a causa”, afirma. Entre os riscos mais comuns estão as interações medicamentosas, quando um remédio anula ou potencializa o efeito do outro, as lesões no fígado e nos rins, especialmente relacionadas ao uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e a resistência antimicrobiana, causada pelo uso inadequado de antibióticos. O clínico e gastroenterologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Álvaro Modesto, alerta que a prática pode trazer efeitos colaterais graves, mascarar sintomas importantes e atrasar diagnósticos No caso de pessoas idosas, o risco é ainda maior. “Nessa fase da vida, o metabolismo fica mais lento e os efeitos dos remédios tendem a ser mais intensos. Vale lembrar também que os idosos geralmente já fazem uso de medicação diária para doenças crônicas como hipertensão e diabetes. A combinação inadequada pode gerar tonturas, quedas, confusão mental e até internações”, explica Álvaro. O que o paciente deve fazer O especialista reforça que, ao primeiro sinal de sintomas, o ideal é procurar atendimento médico para avaliação correta. A automedicação só é segura em casos muito específicos e com limite definido por profissionais, como o uso pontual de analgésicos leves ou antitérmicos. Recomendações principais: · Nunca iniciar um medicamento sem orientação profissional. · Não usar indicação de vizinhos, familiares ou internet. · Guardar e tomar medicamentos apenas com prescrição atualizada. · Evitar misturar remédios sem avaliação médica. · Fazer acompanhamento regular para controle das doenças crônicas. Hoje, Maria das Dores tenta reescrever essa história. Apesar da dificuldade em abandonar o hábito, ela segue orientações médicas e, aos poucos, reduz a dependência emocional dos medicamentos. “Estou aprendendo que nem tudo precisa de remédio. Às vezes, o que eu precisava mesmo era de cuidado e atenção”. *Nome fictício para preservar a identidade da paciente. **Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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GDF autoriza construção da primeira UBS de Arniqueira, orçada em R$ 12 milhões

A comunidade de Arniqueira está prestes a receber um dos equipamentos públicos mais esperados desde a criação da 33ª Região Administrativa: a sua primeira Unidade Básica de Saúde (UBS). O Governo do Distrito Federal anunciou oficialmente a construção da UBS Tipo II, um modelo mais completo e estruturado, capaz de ampliar o atendimento à população e fortalecer a atenção primária em saúde — porta de entrada de milhares de famílias no Sistema Único de Saúde (SUS). A obra será executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimento de aproximadamente R$ 12 milhões, valor disponibilizado por meio de recursos da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). O convênio que autoriza o início das etapas de contratação foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta segunda-feira (1º), selando o compromisso do GDF com a expansão dos serviços públicos em Arniqueira. Telma Rufino, administradora regional da cidade, destacou que a construção da UBS representa uma das maiores conquistas de sua gestão. “O Papai Noel chegou mais cedo este ano e trouxe um presente gigantesco para toda a nossa comunidade. Esta Unidade Básica de Saúde vai atender a todos, sem distinção, e melhorar profundamente a vida das famílias de Arniqueira. Investir em saúde é investir no dia a dia do cidadão. Iniciamos o mês natalino com um presente de grandeza ímpar. Agradeço imensamente ao governador Ibaneis Rocha por tornar esse sonho possível”, ressaltou. Arniqueira ganhará sua primeira Unidade Básica de Saúde, no valor de aproximadamente R$ 12 milhões | Imagens: SES-DF Mais estrutura e serviços A futura UBS de Arniqueira será do tipo II, considerada uma categoria intermediária e adequada a regiões com grande densidade populacional. Essa tipologia oferece estrutura mais ampla, permitindo abrigar duas ou mais equipes de Saúde da Família, além de equipes multiprofissionais com atuação nas áreas de enfermagem, assistência social, odontologia, nutrição, psicologia, farmácia e outras especialidades ligadas à atenção primária. [LEIA_TAMBEM]O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância da nova unidade de saúde para Arniqueira e o valor histórico dessa entrega para a cidade. “A implantação da UBS Tipo II em Arniqueira representa um avanço significativo para a região e conta com a participação da Novacap, em convênio com a Terracap e a Secretaria de Saúde. Por ser uma unidade de porte Tipo II, poderá operar com duas equipes de Atenção Básica, ampliando a capacidade de atendimento à população. Ficamos muito felizes em contribuir com esse projeto, que aproxima os serviços de saúde da comunidade e fortalece uma rede mais eficiente e humanizada no Distrito Federal.” A nova unidade contará com dezenas de consultórios, salas de procedimentos, sala de observação, farmácia, espaços administrativos, área de acolhimento e salas destinadas ao atendimento continuado. Trata-se de uma estrutura pensada para atender de maneira integral às necessidades dos moradores, garantindo qualidade, resolutividade e prevenção. Localização e início das obras A UBS terá cerca de 1,4 mil m² de área coberta e ficará instalada em parte do terreno onde funcionava a antiga sede da Administração Regional de Arniqueira, com área total de 5,8 mil m². A escolha do local se deu pela acessibilidade e pela capacidade de atender, com eficiência, a população distribuída entre o Areal, ADE, SHA e condomínios adjacentes. A nova UBS ficará instalada em parte do terreno onde funcionava a antiga sede da Administração Regional de Arniqueira O próximo passo será a abertura do processo licitatório conduzido pela Novacap, que definirá a empresa responsável pela construção. A previsão é que as obras tenham início no primeiro semestre de 2026. O prazo estimado para conclusão é de 24 meses, permitindo que a unidade seja inaugurada no início de 2028, caso não haja imprevistos. Um avanço histórico para a região A construção da UBS representa um marco histórico para Arniqueira, que há anos demanda uma estrutura pública de saúde adequada ao seu crescimento populacional. Atualmente, grande parte dos moradores precisa se deslocar para outras regiões administrativas para receber atendimento básico, o que sobrecarrega outras unidades e aumenta o tempo de espera por serviços essenciais. Com a chegada da UBS Tipo II, Arniqueira passará a contar com um equipamento moderno, confortável e acessível — oferecendo condições dignas para o atendimento de crianças, adultos, idosos e famílias que dependem diretamente da rede pública. A nova unidade também será fundamental para ações preventivas, vacinação, acompanhamento de gestantes, vários tipos de programas, além de cuidados continuados e atividades de promoção da saúde. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fortalecimento da atenção primária e com a melhoria contínua da infraestrutura pública, garantindo que Arniqueira avance em qualidade de vida com saúde, proteção social e mais dignidade e conforto para seus moradores. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Feira de Artesanato “Raízes do Entorno”

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Cinco novos termos de adoção fortalecem ações do programa Adote uma Praça no Jardim Botânico

Na manhã desta segunda-feira (1º), foram assinados cinco novos termos de adoção referentes ao programa Adote uma Praça, iniciativa coordenada pela Secretaria de Projetos Especiais do Distrito Federal (Sepe-DF). As adoções foram formalizadas pela Associação dos Moradores do Condomínio Ville de Montagne (Amorville), que assumiu a manutenção de áreas públicas localizadas no Jardim Botânico. O ato contou com a presença do secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira; do administrador regional do Jardim Botânico, Aderivaldo Martins Cardoso; e do representante da associação, Silvio Avelino da Silva. Os termos firmados abrangem a adoção de um ponto de encontro comunitário (PEC) e dois parquinhos infantis, ambos implantados pelo próprio condomínio, além da manutenção de duas áreas verdes. A associação também informou que pretende avançar com a implantação de uma quadra poliesportiva, ampliando as opções de lazer oferecidas à comunidade. Caráter público das áreas adotadas Durante a assinatura, o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, destacou que as áreas adotadas seguem sendo públicas, independentemente de quem assume a manutenção. Os termos firmados abrangem a adoção de um ponto de encontro comunitário (PEC) e dois parquinhos infantis, ambos implantados pelo próprio condomínio, além da manutenção de duas áreas verdes | Foto: Divulgação/Sepe-DF “Mesmo quando a adoção é realizada por um condomínio, como no caso da Amorville, a legislação garante que as áreas seguem sendo públicas e de uso livre pela população. O programa Adote uma Praça organiza a manutenção desses espaços, mas não altera sua natureza: eles continuam disponíveis para toda a sociedade. A iniciativa da associação demonstra como a cooperação entre comunidade e governo fortalece o cuidado e melhora a qualidade de vida. Cada termo assinado representa um compromisso real com a preservação dos espaços públicos e com o acesso da sociedade a áreas mais seguras, bem cuidadas e acolhedoras.” Compromisso da comunidade Representando a Amorville, Silvio Avelino da Silva ressaltou a importância do termo para dar segurança jurídica às ações de manutenção realizadas pelo condomínio. “Essa adoção representa um passo fundamental para termos segurança jurídica na manutenção dos espaços que utilizamos. A partir desse termo, podemos cuidar adequadamente das áreas públicas, garantindo conservação dos dois parquinhos infantis, da PEC e das áreas verdes; e já temos planos de avançar, com a implantação de uma quadra poliesportiva. Para nós, o maior benefício é justamente essa segurança para executar o trabalho de manutenção e melhoria de forma contínua e organizada.” Programa Adote uma Praça Atualmente, o programa conta com 108 termos de parceria vigentes, firmados com empresas, associações e pessoas físicas. Esses acordos ampliam a capacidade de manutenção urbana do Distrito Federal e fortalecem a participação social na conservação dos espaços públicos. *Com informações da Secretaria de Projetos Especiais do Distrito Federal (Sepe-DF)

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Seent promove Feira de Artesanato “Raízes do Entorno”

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Vigas da nova ponte erguida entre Guará e Núcleo Bandeirante são içadas

As vigas que vão sustentar a nova ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas nesta segunda-feira (1º). A construção da travessia faz parte da obra de duplicação do trecho, executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), com investimento de mais de R$ 12,5 milhões, incluindo aditivo. A estrutura passará por cima do Córrego Vicente Pires e será composta por dez vigas de concreto armado, totalizando 40 metros de extensão. “O içamento das vigas marca um avanço decisivo nesta obra, que vai transformar a mobilidade entre o Guará e o Bandeirante”, enfatiza o titular da pasta, Valter Casimiro. “Estamos superando um dos momentos mais complexos da construção com total segurança e precisão técnica. A cada etapa concluída, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal em entregar uma infraestrutura moderna, eficiente e preparada para atender à demanda crescente da população.” As vigas da ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A nova ponte vai receber o fluxo de veículos no sentido Guará–Núcleo Bandeirante, enquanto a estrutura existente será responsável pelo tráfego no sentido oposto. Segundo o engenheiro da SODF e executor do contrato, Luiz Antônio Mundim, a liberação da passagem vai desafogar mais um ponto de engarrafamento na região, gerando conforto aos motoristas e fluidez ao trânsito. “Há um ano abrimos a via duplicada provisoriamente e o resultado foi positivo, deu uma desafogada muito boa no trânsito tanto de manhã como no final da tarde. Com a ponte liberada, vamos ter outro aumento no conforto. Eu mesmo, que moro em Samambaia, passo por aqui duas, três vezes por semana, e vejo que melhorou muito, ficou outra coisa”, afirma Mundim. Após a instalação das vigas, haverá a construção do tabuleiro da ponte, por onde os carros passarão, também em concreto armado, seguida da pavimentação. [LEIA_TAMBEM]Em funcionamento desde o ano passado, a pista duplicada tem 1,2 km de extensão e está localizada entre a Avenida Contorno, no Guará II, e a interseção com a DF-079, a Estrada Parque Vicente Pires (EPVP), na altura da Quadra 03 do Park Way. O trajeto atende quem acessa a DF-079, rumo à EPVP e à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), além de outras quadras do Guará, Águas Claras, Núcleo Bandeirante, Setor Habitacional Bernardo Sayão, Arniqueiras e Park Way. Quem utiliza o trecho diariamente nota os benefícios gerados pela duplicação da via. “Ajudou bastante. Antigamente era só uma via e, com o aumento da população que passa aqui, tinha muito engarrafamento. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido”, afirma o motorista Israel Gonçalves, 41 anos, morador do Polo de Modas. O motorista Israel Gonçalves é um dos beneficiados pela duplicação da pista: "Ajudou bastante. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido" A analista de sistemas Wendy Fernandes, 48, também utiliza a duplicação para chegar em casa, em Águas Claras, com maior agilidade. Ela conta que, mesmo em horário de pico, os engarrafamentos diminuíram e os motoristas ganharam tempo na rotina. “Passo aqui toda semana. Antes demorava 40 minutos do fim do Guará até em casa, agora está bem mais rápido”, comenta. O projeto também engloba a construção de 2,5 km de calçadas e 3,5 km de ciclovias, além de serviços de drenagem, com abertura de novas bocas de lobo, instalação de manilhas de concreto e construção de bacias de detenção. Além disso, foram instaladas 82 luminárias de LED no trecho da duplicação, com investimento de R$ 422.598,81 por parte da Companhia Energética de Brasília (CEB).

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