Projeto Librando Tech promove inclusão digital e acessibilidade com capacitação em Libras aplicada à tecnologia
A tecnologia tem se tornado uma importante ferramenta de transformação social, aproximando pessoas, ampliando oportunidades e criando novos caminhos para a inclusão. Com esse propósito, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Superar e Ilustrar Mestrias, busca conectar acessibilidade e conhecimento tecnológico para pessoas interessadas em desenvolver novas habilidades. Serão 1,5 mil vagas disponíveis, com programação composta por 20 oficinas, que somam 200 horas de capacitação e produção de 26 podcasts educativos sobre os temas trabalhados. As atividades em formato online têm duração de cinco meses e os participantes terão acesso a conteúdos relacionados à Libras aplicada à tecnologia, inclusão digital, inovação e tecnologias assistivas, fortalecendo a preparação para novas oportunidades profissionais. Os participantes terão acesso a conteúdos relacionados à Libras aplicada à tecnologia, inclusão digital, inovação e tecnologias assistivas, fortalecendo a preparação para novas oportunidades profissionais | Foto: Divulgação / Secti-DF “Investir em capacitação tecnológica também significa investir em oportunidades. Quando unimos inovação, acessibilidade e educação, conseguimos construir caminhos para que mais pessoas participem da transformação digital e tenham novas possibilidades de crescimento profissional”, destaca o secretário da Secti-DF, Rafael Vitorino. Além da formação, o projeto utiliza plataformas digitais, recursos de acessibilidade e metodologias inclusivas de ensino, tornando o aprendizado mais democrático e acessível. A iniciativa representa mais um avanço nas ações apoiadas pela Secti-DF para fortalecer a inclusão digital no Distrito Federal. Por meio de parcerias estratégicas, a Secretaria amplia o alcance de projetos que aproximam a população da tecnologia, estimulam a inovação e contribuem para a construção de um ambiente mais acessível, conectado e preparado para os desafios do futuro. Serviço Librando Tech Período das aulas: 20/7 a 4/12 Horário: 19h às 21h Inscrições: librandotech.com.br Inscrições: 30/6 a 27/11 *Com informações da Secti/DF
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Reciclotech se torna lei no Distrito Federal e fortalece a inclusão digital e a sustentabilidade
O Distrito Federal deu mais um passo importante na construção de uma cidade mais sustentável e conectada. O Reciclotech, programa desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), foi transformado em lei, consolidando uma política pública voltada para a logística reversa, o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos e a inclusão digital. A iniciativa estabelece diretrizes para recolhimento, recondicionamento e destinação adequada de computadores e outros dispositivos eletrônicos, ampliando o alcance de uma ação que já vem gerando resultados concretos. Programa já capacitou cerca de 3 mil pessoas em todo o DF, com registro de 5,9 mil computadores recondicionados e doados | Foto: Divulgação/Secti-DF “Transformar o Reciclotech em lei significa garantir que uma política pública que já entrega resultados possa continuar crescendo e alcançando mais pessoas” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Criado para enfrentar dois grandes desafios da sociedade atual — o descarte incorreto de resíduos eletrônicos e a desigualdade no acesso à tecnologia —, o Reciclotech transforma equipamentos que poderiam ser descartados em ferramentas de aprendizado, capacitação e novas oportunidades. O programa une sustentabilidade e inovação ao recuperar computadores, formar profissionais e levar tecnologia para quem mais precisa. [LEIA_TAMBEM]Os números mostram a dimensão do impacto. Desde o início da iniciativa, mais de 5,9 mil computadores foram recondicionados e doados, quase 3 mil pessoas foram capacitadas e mais de 3 mil toneladas de resíduos eletrônicos tiveram destinação correta no DF. Além disso, o projeto conta com uma rede de pontos de entrega voluntária (PEVs), fortalecendo a participação da população no processo de descarte consciente. Com a transformação em lei, o Reciclotech ganha continuidade e segurança para ampliar suas ações, fortalecendo uma política de economia circular em que os resíduos deixam de ser apenas um problema ambiental e passam a gerar benefícios sociais. “Transformar o Reciclotech em lei significa garantir que uma política pública que já entrega resultados possa continuar crescendo e alcançando mais pessoas”, reforça o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Estamos falando de um projeto que une sustentabilidade, formação profissional e inclusão digital, mostrando que a inovação tem valor quando melhora a vida das pessoas.” *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Fornecimento de energia suspenso em quatro regiões do DF nesta quinta-feira (18)
Nesta quinta-feira (18), haverá a interrupção programada do fornecimento de energia em áreas de Brazlândia, Itapoã, Lago Norte e Park Way para que equipes executem serviços de melhoria, modernização da rede elétrica e poda de árvores. Em Brazlândia, a interrupção está prevista das 9h às 15h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. O desligamento afetará o Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Gleba 03, lotes 443 e 444. No Itapoã, o desligamento ocorrerá das 10h às 16h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. A interrupção afetará a Fazendinha, na Quadra 01, conjuntos A, B, C, D e L. No Lago Norte, o fornecimento de energia será interrompido das 10h às 16h para obras de melhoria e modernização da rede elétrica. As áreas atingidas serão o Setor de Mansões Lago Norte, Trecho 01, Quadra 01, conjuntos A, B, C, D, E, F, G, H, I, J e N; Trecho 02, chácaras 13, 16, 24-H e 26-A; e Trecho 03, Chácara 05. No Park Way, o fornecimento de energia ficará suspenso das 10h às 16h para a realização de poda de árvores. O serviço abrangerá o Setor de Mansões Park Way (SMPW) Quadra 12, Conjunto 01, Lote 01, e a Quadra 13, Conjunto 02, nas chácaras 17-A, 17-B, 29C, 30, 31, 33, 34, 35, 37, 38, 39, 40, 40-D e 44. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Doadores regulares de sangue terão prioridade em campanhas de vacinação do DF
Quem doa sangue regularmente no Distrito Federal passa a ter um benefício a mais: prioridade no acesso às campanhas públicas de vacinação. A Lei nº 7.911, sancionada pela governadora Celina Leão na terça-feira, 16 de junho de 2026, e publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (17), assegura que doadores regulares sejam incluídos nos grupos prioritários antes da abertura da vacinação para o público em geral. A iniciativa é do deputado distrital Pepa. Doadores regulares serão incluídos nos grupos prioritários antes da abertura da vacinação para o público em geral Regulamentação ainda está por vir A lei entra em vigor imediatamente, mas sua aplicação prática depende de regulamentação pelo Poder Executivo do GDF, que definirá os critérios operacionais para implementação da prioridade, os mecanismos de integração entre os bancos de dados dos hemocentros e as eventuais campanhas que vinculem doação de sangue às ações de vacinação. Enquanto a regulamentação não é publicada, os procedimentos operacionais das campanhas de vacinação seguem os fluxos atualmente vigentes. Como funciona na prática Para comprovar a condição de doador regular e acessar a prioridade, o cidadão poderá apresentar: → Carteira de doador; → Declaração emitida por hemocentro; ou → Outro documento oficial válido expedido por entidade de saúde reconhecida. Como obter comprovante de doações no Hemocentro de Brasília Doadores que precisam comprovar seu histórico de doações realizadas na Fundação Hemocentro de Brasília podem solicitar o documento presencialmente, na recepção da unidade, mediante apresentação de identidade com foto. O atendimento funciona de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília
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Investimento de R$ 32,1 milhões vai viabilizar mais de 5 mil cirurgias de ginecologia e otorrino no DF
O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou, nesta quarta-feira (17), um investimento de R$ 32,1 milhões para ampliar a oferta de cirurgias eletivas nas áreas de ginecologia e otorrinolaringologia na rede pública de saúde. A medida permitirá a contratação de 5.098 procedimentos, sendo 2.081 histerectomias e 3.017 cirurgias otorrinolaringológicas, com o objetivo de reduzir filas e acelerar o acesso da população aos atendimentos especializados. Durante cerimônia no Palácio do Buriti, a governadora Celina Leão também assinou a reformulação do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas). “Estamos lançando dois editais importantes, um de ginecologia e outro de otorrino, para que possamos atacar as filas de cirurgias que estavam nessas duas especialidades”, comentou a chefe do Executivo. “Com essas duas contratações, ultrapassamos as 20 mil cirurgias dentro do Opera DF. Dessas, a rede privada já operou cerca de 6 mil.” “Com essas duas contratações, ultrapassamos as 20 mil cirurgias dentro do Opera DF. Dessas, a rede privada já operou cerca de 6 mil", ressaltou a governadora Celina Leão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa integra a estratégia do GDF de ampliar a capacidade assistencial por meio do programa Opera DF, que acelera a realização de cirurgias eletivas e reduzindo o tempo de espera dos pacientes. O programa já viabilizou a contratação de mais de 20 mil cirurgias e ajudou a elevar em 50% a produção global de procedimentos, com investimento acumulado de R$ 90,7 milhões na rede privada conveniada. “Nosso objetivo é reduzir tempo de espera e ter um prazo factível para esses pacientes. Nós tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje, está em torno de nove dias. Tínhamos um tempo de espera que ultrapassava um ano para cirurgia de hérnia. Estamos com 50 dias agora”, afirmou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Ginecologia Na área de ginecologia, o edital prevê investimento de R$ 14,5 milhões em 2.081 histerectomias — cirurgias de retirada do útero indicadas em casos como miomas, endometriose grave, sangramentos intensos e outras condições clínicas. Os procedimentos estão divididos entre: -1.581 histerectomias abdominais totais; -348 histerectomias vaginais; -127 histerectomias videolaparoscópicas; -25 histerectomias subtotais. Otorrinolaringologia Na especialidade de otorrinolaringologia, o investimento será de R$ 17,6 milhões, destinado à contratação de 3.017 cirurgias. Entre os procedimentos contemplados estão: -1.342 septoplastias reparadoras não estéticas; -1.129 adenoamigdalectomias; -293 amigdalectomias; -253 adenoidectomias. Essas cirurgias atendem principalmente pacientes com dificuldades respiratórias, obstruções nasais, infecções recorrentes e outras condições que impactam diretamente a qualidade de vida. “Estamos lançando dois editais importantes, um de ginecologia e outro de otorrino, para que possamos atacar as filas de cirurgias que estavam nessas duas especialidades” Governadora Celina Leão Novo Pdpas Durante a solenidade, a governadora também assinou o decreto que reformula o Pdpas, ampliando a atuação do programa dentro da Secretaria de Saúde. Criado para descentralizar recursos financeiros, o instrumento dá mais autonomia às unidades de saúde para realizar manutenções, pequenos reparos, adequações estruturais, compras emergenciais de insumos e contratação de serviços de forma mais ágil. Com a reformulação, o programa passa a fortalecer não apenas hospitais e unidades maiores, mas também superintendências regionais de saúde, unidades de referência distrital e unidades básicas de saúde (UBSs), ampliando a capacidade de resposta da rede assistencial. O decreto também prevê capacitação específica para os gestores responsáveis pela execução orçamentária. “Colocar esse recurso lá na ponta, na mão do gestor, que está todos os dias cuidando daquela unidade básica de saúde, é realmente cuidar do paciente. Se quebrar uma torneira, não tem que fazer ofício, já tem o dinheiro em caixa para comprar. Tem algum reparo de manutenção, compra de equipamento simples, ou está faltando um filtro? A pessoa pode comprar. Eu tenho certeza de que a descentralização desse recurso vai empoderar ainda mais o nosso Sistema Único de Saúde e dar mais recursos para ele”, comentou Celina Leão.
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Capacitação reúne mais de 100 profissionais para fortalecer gestão do BPC e do Cadastro Único no DF
Reunir as equipes que atuam no atendimento de Cadastro Único no Distrito Federal para tirar dúvidas e fazer atualização das normas foi o intuito da reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) na sexta-feira (12) com mais de 100 pessoas, incluindo funcionários da instituição parceira, servidores e gestores da área. A meta foi viabilizar um espaço para ouvir os colaboradores e esclarecer dúvidas sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que recentemente passou por mudanças. Representantes do INSS e do MDS participaram do encontro, que proporcionou debates com foco local e federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Sedes-DF é a gestora do Cadastro Único no Distrito Federal, pré-requisito para que o cidadão possa receber o BPC. Além de equipes da Sedes-DF, a capacitação contou com representantes do INSS e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). “Convidamos representantes do INSS e do MDS, porque um operacionaliza a concessão e o acompanhamento do benefício, e o outro faz a gestão enquanto governo federal”, explicou a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Thaís Mandarino. “Por isso, optamos por chamar as duas áreas, para tirar as dúvidas, apresentar o benefício, elucidar algumas mudanças que foram feitas e impactam diretamente a concessão e na gestão do benefício, capacitando toda a nossa equipe.” “Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A ideia de fazer um momento de explanação e de perguntas e respostas abordando o BPC, lembrou a gestora, surgiu por demanda da própria equipe. “A cada dois meses são realizadas ações de formação com os servidores da coordenação e rotineiramente com a equipe da OSC [Organização da Sociedade Civil] Mãos Solidárias, responsável pelo atendimento nos postos do Cadastro Único no DF”, detalhou A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, reforçou: “Investir na formação contínua das equipes é fundamental para garantir um atendimento cada vez mais qualificado à população. Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade”. Temas [LEIA_TAMBEM]Entre os tópicos abordados no encontro, destacaram-se dúvidas relacionadas à composição familiar e o atendimento em domicílio, que recentemente se tornou uma exigência. Outro questionamento foi a mudança do cálculo de renda para concessão do BPC e o desligamento voluntário, que era elaborado somente pela Sedes e agora pode ser operacionalizado pelo INSS. Thaís Mandarino enfatizou que transmitir as dúvidas e dificuldades é também uma forma de auxiliar o governo a entender como a prática funciona no dia a dia e o impacto das alterações na legislação. “Nós operacionalizamos e eles normatizam e fazem a gestão, então é um espaço aberto para sanar as dúvidas, porque às vezes a legislação não é tão clara, tem as interpretações”, pontuou. O diretor de Gestão de Benefícios Assistenciais do MDS, Hernany Gomes de Castro, falou sobre a importância da relação de proximidade entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal: “Essa relação interfederativa, é fundamental, porque a União não consegue, sozinha, alcançar e atender todo mundo. Essa convergência de esforços se desdobra, em última instância, na melhoria da qualidade do atendimento para a população”. Benefício de Prestação Continuada O BPC é um direito previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) que garante um salário mínimo por mês à pessoa idosa e à pessoa com deficiência (PcD) de qualquer idade, mediante comprovação de ser de família de baixa renda. Para saber mais sobre como realizar todo o processo, procure informações junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência ou acesse o site da Sedes-DF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Distrito Federal bate recorde e alcança 56 mil cirurgias feitas em um ano
O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas. O resultado é fruto de um esforço concentrado para reduzir as filas de espera por procedimentos cirúrgicos na capital federal. A dedicação, expressa especialmente por meio de programas como o Opera DF, aponta o caminho a ser percorrido: o programa permite que cirurgias mais simples sejam feitas na rede privada parceira, abrindo espaço para que procedimentos complexos sejam realizados nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). O último recorde, de 46 mil cirurgias atendidas na rede pública, tinha sido alcançado em 2019. “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas. Então, a gente consegue com isso atacar a fila das cirurgias, deixar a nossa rede para alta complexidade e reduzir o tempo de espera”, destacou a governadora Celina Leão, em evento no Palácio do Buriti. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, comemorou a marca alcançada. “Nós sabemos que mais resultados virão. Eu não poderia deixar de agradecer a todos os servidores da saúde, porque nós alcançamos um recorde histórico de cirurgias na rede. Esse recorde não veio de maneira aleatória. Nós temos um time comprometido dentro dos nossos centros cirúrgicos com projeto, com ferramentas de controle e os resultados têm aparecido. É importante colocar que esses resultados repercutem diretamente para a população. Nós queremos reduzir o tempo de espera. É inadmissível ter paciente aguardando há vários anos por uma cirurgia. E eu, como médico de formação e gestor, fiz o juramento de tentar buscar o melhor para os nossos pacientes. Nós temos feito isso com compromisso e seriedade dentro da Secretaria de Saúde”, celebrou. Governadora Celina Leão: “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao desafogar a rede pública, o Opera DF permite reduzir o tempo de espera de pacientes que aguardam por uma intervenção cirúrgica. “O OperaDF nada mais é do que colocar luz em procedimento cirúrgico, ou seja, um projeto revisitado constantemente, que melhora a eficiência e eficácia dos nossos centros cirúrgicos e atrela a cirurgia de menor complexidade para a rede privada. O Opera DF é tudo isso. Então, nós mapeamos todos os nossos centros cirúrgicos e iniciamos um modelo de gestão, que reduz etapas para trazer mais eficiência e eficácia. E isso tem repercutido num acréscimo de cirurgias mensal. Nós temos observado a curva aumentando, mês a mês." Apesar do pouco tempo, os resultados já são sentidos pela população. “Tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje, está em torno de nove dias. Nós tínhamos um tempo de espera que ultrapassava dois anos para cirurgia de hérnia; agora, são 50 dias”, exemplificou Juracy. Programa Logo no lançamento do Opera DF, em outubro de 2025, a SES-DF contratou sete hospitais e três empresas de anestesia para executar milhares de cirurgias eletivas de diversas especialidades na rede pública e complementar. À época, foram beneficiados pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos em urologia, cirurgia geral, cirurgia vascular e cirurgia de cabeça e pescoço. Na abertura do programa, foram contratados nove mil procedimentos. Os hospitais contratados devem fazer consultas antes e após as cirurgias, realizar a avaliação prévia com cardiologista, oferecer o acompanhamento pré-anestésico e dispor de equipamentos, insumos e curativos pós-operatórios e eventuais biópsias, além de internação pós-operatória, caso necessário. O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas Os editais são elaborados conforme a nova lei de compras públicas, a 14.133/2021, e se beneficiam da experiência obtida pela pasta em contratações anteriores. A iniciativa recebeu a aprovação do Conselho de Saúde do Distrito Federal e as empresas passam por avaliação técnica, administrativa e jurídica antes da assinatura do contrato com o poder público. Os pacientes contemplados pelo Opera DF já são acompanhados pela rede pública e são encaminhados para cirurgia conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. Além dos procedimentos, por meio do Opera DF, a Secretaria de Saúde contratou serviços de anestesiologia. Com as 5 mil horas de plantões já adquiridas, é possível viabilizar o funcionamento das salas cirúrgicas dos hospitais da própria pasta, nos três turnos, e atender pacientes adultos e pediátricos.
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Com apoio da FAPDF, GDF participa de lançamento do Hub de Inovação Aeroespacial
O Hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB) foi lançado oficialmente nesta terça-feira (16), durante o evento SpaceBR Show 2026, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A iniciativa tem a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, com objetivo de ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. Apresentado em um dos maiores eventos do setor espacial da América Latina, o hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. A proposta é criar um ambiente colaborativo para o desenvolvimento de projetos de alta complexidade, com foco em áreas como defesa, uso de dados espaciais, inteligência artificial e governo digital. Hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais | Foto: Divulgação/FAPDF A iniciativa alinha-se a uma trajetória já consolidada da UnB em pesquisas e missões aeroespaciais. Com infraestruturas física e digital modernas, a universidade tem desenvolvido estudos em sistemas propulsivos, incluindo motores de foguete produzidos por manufatura aditiva em metal e propulsores elétricos a plasma pulsado. Também se destacam missões reais como a AlfaCrux, primeira missão satelital inteiramente brasiliense, financiada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da FAPDF, e o Serpens, desenvolvido em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Na cerimônia de lançamento, estiveram presentes representantes das instituições parceiras, entre eles Leonardo Souza, fundador da Ideia Space; Lucas Fonseca, CEO da Airvants; José Vagner Vidal, CEO do Instituto Start; Jeferson Rodrigues de Freitas, representante institucional da Saipher ATC; e Daniel Rosa, diretor da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Também participaram Douglas Silveira, chefe de Comunicação da FAPDF; Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB); Leila Maria Garcia Fonseca, coordenadora de Estudos Estratégicos e Novos Negócios da AEB; e Renato Borges, diretor do PCTec/UnB. A missão brasiliense AlfaCrux, 100% financiada pela fundação, colocou Brasília em evidência no cenário espacial brasileiro ao demonstrar a capacidade de nossas instituições de desenvolver tecnologia de ponta e formar talentos para o setor aeroespacial. “O Hub nasce justamente para ampliar esse legado, fortalecendo a conexão entre universidade, governo e iniciativa privada e posicionando o Distrito Federal como um dos principais polos de inovação aeroespacial do país”, destaca o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Segundo o professor Renato Borges, diretor do Parque Tecnológico da UnB, o Distrito Federal reúne condições singulares para liderar esse movimento. “Nosso hub foi concebido não como um parque industrial tradicional, mas como um ambiente estratégico de articulação tecnológica e inovação cooperativa em áreas essenciais para o futuro do país”, afirma. Rodrigo Leonardi ressaltou: “O Hub representa um ponto de encontro do ecossistema espacial, não apenas do Distrito Federal, mas de forma articulada com o restante do país e com organizações no exterior. Ele tem potencial para atrair, de maneira dinâmica, os atores necessários para esse ecossistema, como governo, academia e iniciativa privada. A partir de agora, o desafio é traduzir essa visão em resultados, em oportunidades para estudantes, professores, investidores e para a economia local, fortalecendo Brasília como um importante polo aeroespacial”. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta também prevê programas de aceleração, inovação aberta e espaços para experimentação regulatória de novas soluções aeroespaciais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech A estrutura prevista inclui laboratórios especializados, estação de comando e controle, espaços de coworking, áreas para prototipagem e testes, plataformas de dados geoespaciais, simuladores computacionais, laboratório de cibersegurança e infraestrutura de supercomputação. Além da UnB, da FAPDF e da AEB, estão entre os parceiros nacionais empresas e instituições como Saipher ATC, Instituto Start, Ideia Space e Airvants. A iniciativa também prevê cooperação internacional com a Universidade de Vigo, na Espanha; a Universidade de Nottingham, no Reino Unido; a Alén Space, do grupo GMV; e a UARX, também da Espanha. A atuação da FAPDF contribui para fortalecer iniciativas que ampliam a capacidade de produção de conhecimento e impulsionam áreas consideradas prioritárias para o futuro da capital federal. O lançamento ocorreu logo após o painel “Parques Tecnológicos: Construindo Novas Fronteiras de Inovação no Brasil”, dentro da programação do SpaceBR Show 2026, que vai até esta quinta-feira (18), no Expo Center Norte, em São Paulo, e reúne autoridades, pesquisadores, empresas, startups, investidores e especialistas ligados à economia espacial. Serviço SpaceBR Show 2026 Data: até quinta-feira (18) Local: Expo Center Norte, Pavilhão Azul Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 — Vila Guilherme, São Paulo (SP) Inscrições: SpaceBR Show. *Com informações da FAPDF
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