Ministério da Saúde reconhece segurança, agilidade e humanização de três UPAs do DF
O Ministério da Saúde qualificou com certificação as unidades de pronto atendimento (UPAs) Ceilândia I, Recanto das Emas e São Sebastião, reconhecimento concedido às unidades que cumprem requisitos relacionados à estrutura, equipes, equipamentos, capacidade assistencial e organização dos processos de cuidado. Na prática, a certificação confirma que os serviços administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) atendem aos padrões nacionais de qualidade e fortalecem a capacidade de oferecer um atendimento mais seguro, ágil e resolutivo aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). UPA de Ceilândia I destaca-se como a unidade com maior volume de atendimentos do Distrito Federal | Fotos: Divulgação/IgesDF Mais do que um reconhecimento técnico, a qualificação atesta que as unidades cumprem os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde para garantir assistência de qualidade e organização dos serviços de urgência e emergência. "A qualificação demonstra que nossas unidades atendem aos critérios técnicos exigidos para oferecer uma assistência cada vez mais segura, resolutiva e humanizada" Eliane Abreu, diretora-presidente do IgesDF Para receber a certificação, as UPAs precisam comprovar o atendimento a exigências relacionadas à estrutura física, disponibilidade de equipamentos, composição das equipes, capacidade operacional e organização dos fluxos assistenciais. O reconhecimento também permite o recebimento de incentivo financeiro complementar para o custeio das unidades, contribuindo para fortalecer continuamente a estrutura, as equipes e a assistência oferecida à população. Para a diretora-presidente do IgesDF, Eliane Abreu, a conquista representa um avanço importante para a rede pública de saúde do Distrito Federal e beneficia diretamente quem utiliza os serviços. "A qualificação demonstra que nossas unidades atendem aos critérios técnicos exigidos para oferecer uma assistência cada vez mais segura, resolutiva e humanizada", destaca Eliane Abreu. "Mais do que um reconhecimento institucional, esse resultado representa um benefício direto para a população, porque fortalece a capacidade de investimento na rede e permite aprimorar continuamente a estrutura, os processos assistenciais e a qualidade do atendimento prestado aos usuários do SUS." Na UPA do Recanto das Emas, a gerente Idê Ingrid avalia que o reconhecimento consolida uma trajetória de fortalecimento da assistência prestada à comunidade "Isso representa uma importante validação do trabalho desenvolvido pela equipe e contribui para fortalecer a capacidade de atendimento da unidade" Idê Ingrid, gerente da UPA do Recanto das Emas De acordo com a coordenadora de Habilitação e Credenciamento do IgesDF, Bianca Barbieri, o reconhecimento reforça o papel estratégico das unidades dentro da Rede de Atenção às Urgências. "A qualificação envolve não apenas aspectos estruturais, mas também a adoção de boas práticas assistenciais, o impacto positivo na humanização do cuidado, a capacitação permanente das equipes e o fortalecimento da gestão do cuidado. Isso resulta em um atendimento mais acolhedor e centrado no usuário", pontua. O superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, avalia que o resultado representa um avanço importante para a rede de urgência e emergência do Distrito Federal. "A conquista reflete o compromisso com a melhoria dos serviços e reafirma a busca por uma assistência marcada pela eficiência, qualidade e segurança para os pacientes", destaca. Além do reconhecimento assistencial, a qualificação permite o recebimento de incentivo financeiro complementar do Ministério da Saúde para o custeio das unidades. Conforme as portarias publicadas em 18 de junho no Diário Oficial da União (DOU), os recursos financeiros integram o Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde — Grupo de Atenção Especializada, a ser incorporado ao limite financeiro da Média e Alta Complexidade (MAC) do Distrito Federal. Para o gerente da UPA de São Sebastião, Marcelo Martins, a certificação prestigia um trabalho construído com dedicação e responsabilidade Impacto direto para os usuários Para quem procura atendimento nas UPAs, a qualificação representa a consolidação de unidades estruturadas para prestar assistência de urgência e emergência com segurança, equipes capacitadas e processos organizados de acordo com os padrões nacionais de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde. "É uma conquista muito importante para todos os profissionais que se dedicam a oferecer um bom atendimento à população" Marcelo Martins, gerente da UPA de São Sebastião Nas regiões atendidas pelas três UPAs qualificadas, esse reconhecimento ganha relevância adicional. As unidades funcionam como importantes portas de entrada para pacientes que necessitam de atendimento imediato, auxiliando na estabilização dos casos e na articulação com os demais serviços da rede pública. Em áreas com alta demanda assistencial, esse papel é decisivo para garantir mais agilidade e eficiência no cuidado. Na UPA Ceilândia I, unidade com maior volume de atendimentos do Distrito Federal, a gerente Graziela Ferreira avalia que a qualificação representa o reconhecimento do esforço realizado diariamente pelas equipes. "Trabalhamos no dia a dia para manter o que é preconizado pelo Ministério da Saúde, levando um bom atendimento aos usuários do SUS. Essa certificação valida o trabalho que desenvolvemos diariamente em benefício da população", explica. Para o gerente da UPA de São Sebastião, Marcelo Martins, a certificação prestigia um trabalho construído com dedicação e responsabilidade. "É uma conquista muito importante para todos os profissionais que se dedicam a oferecer um bom atendimento à população", ressalta. Já no Recanto das Emas, a gerente Idê Ingrid destaca que o reconhecimento consolida uma trajetória de fortalecimento da assistência prestada à comunidade. "Isso representa uma importante validação do trabalho desenvolvido pela equipe e contribui para fortalecer a capacidade de atendimento da unidade", ressalta. Trabalho contínuo [LEIA_TAMBEM] De acordo com Bianca Barbieri, coordenadora de Habilitação e Credenciamento do IgesDF, as UPAs de Sobradinho e Samambaia também progrediram no processo de qualificação junto ao Ministério da Saúde e já tiveram seus relatórios técnicos aprovados. "Agora aguardamos a publicação das portarias ministeriais. Na sequência, as unidades receberão uma nova visita técnica para avaliação do atendimento pediátrico, etapa necessária para a conclusão do processo de qualificação. Esse avanço fortalece a Rede de Atenção às Urgências e Emergências do Distrito Federal e amplia o acesso da população a serviços cada vez mais seguros e qualificados", explica. Bianca também destaca que o Ministério da Saúde já sinalizou o início do processo de qualificação da UPA do Núcleo Bandeirante. Com isso, o Distrito Federal caminha para consolidar a qualificação das seis UPAs pioneiras da rede, fortalecendo ainda mais a assistência prestada à população e reafirmando o compromisso com a melhoria contínua dos serviços de urgência e emergência. *Com informações do IgesDF
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Em reforço à Campanha do Agasalho do GDF, IgesDF lança Cabide Solidário
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026 instituída pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente, por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o cabide solidário nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Doações podem ser entregues nos pontos de coleta até 10 de julho | Foto: Divulgação/IgesDF “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF Até 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação. “Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas”, afirma a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos.” Cabide Solidário Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades terão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra”, resume a gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira. “Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente.” Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues reforça: “Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”. *Com informações do IgesDF
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UPA de Ceilândia I se prepara para manter reconhecimento nacional por qualidade e segurança
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia I, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), receberá nos dias 9 e 10 de junho a segunda visita de manutenção da certificação concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), processo que avalia padrões de qualidade, segurança assistencial e organização dos serviços de saúde. Em um universo de mais de 700 UPAs em funcionamento no Brasil, apenas 24 conquistaram a certificação. Entre elas está a unidade de Ceilândia, primeira do Centro-Oeste a alcançar o reconhecimento e que segue entre os serviços de pronto atendimento reconhecidos nacionalmente pela organização dos processos, segurança do paciente e gestão assistencial. Legenda Como parte da preparação para a avaliação, gestores e lideranças do IgesDF participaram, nesta terça-feira (2), de uma reunião estratégica realizada no auditório do PO700, sede administrativa do instituto. O encontro reuniu representantes de diversas áreas para alinhar ações, reforçar boas práticas e consolidar o compromisso institucional com a melhoria contínua. Durante a abertura do evento, a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, destacou que o processo representa mais do que uma certificação. “A acreditação representa muito mais do que um reconhecimento externo. É a evidência de uma organização que investe em segurança, excelência, padronização e valorização dos profissionais”, ressalta. Segundo ela, o crescimento do instituto passa necessariamente pela capacidade de pensar grande e construir estratégias que fortaleçam todas as unidades da rede. A importância desse movimento também foi ressaltada pelo vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. “Iniciativas de preparação e qualificação são fundamentais para uma unidade que atende diariamente um grande volume de pacientes e que desempenha papel estratégico na assistência à população do Distrito Federal”, destaca. Gestão integrada em prol do resultado Responsável por conduzir o encontro, o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, lembrou que a avaliação vai além da verificação de documentos e protocolos. “A acreditação é um processo de amadurecimento organizacional que incentiva a aprendizagem contínua, a padronização de práticas e o fortalecimento da cultura da qualidade de todos os setores que fazem parte do instituto”, afirma. “A acreditação representa muito mais do que um reconhecimento externo. É a evidência de uma organização que investe em segurança, excelência, padronização e valorização dos profissionais” Eliane Abreu, presidente do IgesDF Clayton também ressaltou que a UPA de Ceilândia I ocupa posição de destaque no cenário nacional e que a manutenção da certificação representa apenas mais uma etapa de um planejamento maior, que prevê avanços futuros nos níveis de reconhecimento da unidade e da rede. O diretor de Atenção à Saúde (Diase), Edson Gonçalves, destacou que a experiência construída na UPA de Ceilândia I tem servido como referência para outras unidades. “Considerada a UPA de maior complexidade e volume assistencial da rede, a unidade demonstra que é possível alcançar elevados padrões de qualidade mesmo diante dos desafios de uma demanda intensa. A consolidação da acreditação fortalece o caminho para que outras UPAs avancem no mesmo processo”, frisa. A diretora de Infraestrutura, Logística e Obras (Dilog), Barbara Santos, ressaltou a importância da capacidade de transformar boas práticas em processos replicáveis. “A padronização da comunicação, dos fluxos de trabalho e da gestão documental permite que experiências bem-sucedidas sejam compartilhadas entre as unidades, fortalecendo a assistência prestada em toda a rede”, reforça. Para o superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, o reconhecimento é resultado do empenho coletivo das equipes. “Mais do que um reconhecimento formal, a acreditação deve ser percebida pelos usuários na qualidade do atendimento recebido, refletindo o compromisso dos profissionais em oferecer uma assistência segura, eficiente e acolhedora”, completa. Às vésperas da nova visita dos avaliadores, a mobilização das equipes reforça um compromisso que vai além da manutenção da certificação. Segundo a gerente da UPA de Ceilândia I, Graziele de Faria, o objetivo é consolidar uma cultura permanente de qualidade. “Em Ceilândia, esse compromisso continua sendo renovado todos os dias, por profissionais que transformam qualidade em cuidado e planejamento em resultados concretos para quem mais precisa”, finaliza. *Com informações do IgesDF
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Com pesquisas de avaliação, UPAs transformam experiências dos pacientes
Ouvir quem utiliza os serviços é fundamental para aprimorar a assistência na rede pública. Com esse propósito, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implantou o Net Promoter Score (NPS) nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF, fortalecendo a cultura de avaliação contínua e ampliando a participação dos pacientes no aperfeiçoamento dos serviços. A metodologia, amplamente usada no setor privado, mede a satisfação do usuário e permite identificar aspectos que precisam de ajustes. “Trazer o NPS para o contexto da saúde pública é reconhecer que o paciente tem papel central no processo de cuidado. A percepção dele direciona nossas prioridades e nos ajuda a evoluir de forma consistente”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. O objetivo é compreender toda a vivência do usuário, desde a chegada até a alta, reforçando a confiança na capacidade da rede pública de oferecer um atendimento acolhedor e eficiente. “Queremos mostrar que nossas unidades têm condições de entregar uma assistência qualificada, humana e resolutiva”, conclui. A metodologia, amplamente usada no setor privado, mede a satisfação do usuário e permite identificar aspectos que precisam de ajustes | Fotos: Divulgação/IgesDF Como funciona O NPS é aplicado diariamente por meio de formulários físicos, preenchidos beira-leito pelos auxiliares de humanização, e por QR Code disponível nas unidades. Esses profissionais passam por capacitações frequentes, visitas técnicas e reciclagens, garantindo uniformidade e sensibilidade na abordagem. A experiência da aplicação dos questionários começou com o projeto piloto no Hospital Cidade do Sol (HSol), em fevereiro de 2024. Nas UPAs, os formulários começaram a ser preenchidos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia I em abril do mesmo ano e, nas outras unidades, a partir de agosto. A avaliação contempla diferentes dimensões da assistência, como tempo de espera, triagem, alimentação, estrutura física, atenção multiprofissional, vigilância, recepção, respeito e clareza das informações. “Cada detalhe observado pelos usuários nos direciona a melhorias importantes. São percepções que fazem diferença no ambiente e no cuidado”, explica Leonardo Maciel, chefe do Núcleo de Experiência do Paciente. Os resultados do NPS são categorizados da seguinte forma: Promotores (muito satisfeitos, notas 9 e 10), Neutros (satisfeitos, notas 7 e 8) e Detratores (insatisfeitos, notas de 0 a 6). A leitura do NPS classifica a instituição em diferentes zonas de qualidade: de encantamento, de excelência, de qualidade, em aperfeiçoamento e até de crítica. A avaliação contempla diferentes dimensões da assistência, como tempo de espera, triagem, alimentação, estrutura física, atenção multiprofissional, vigilância, recepção, respeito e clareza das informações Resultados que inspiram avanços Desde que iniciaram a implementação, as unidades já mostram evolução significativa. Duas UPAs alcançaram a zona de encantamento, três estão na excelência, sete permanecem na zona de qualidade e apenas uma ainda se encontra em aperfeiçoamento. A meta é que, até dezembro de 2025, todas estejam, no mínimo, na zona de qualidade. A partir das avaliações, melhorias foram implementadas em fluxos de atendimento, entrega de refeições, acolhimento na recepção e vigilância. “O indicador legitima percepções e nos ajuda a transformar impressões em relatórios que orientam ações precisas”, destaca Leonardo. Os dados alimentam o método FCA (Fato, Causa e Ação), que direciona estratégias e correções. Relatos reforçam o cuidado centrado na pessoa A participação dos usuários demonstra o quanto a iniciativa tem sido recebida com respeito e valorização. Nas UPAs, os depoimentos reforçam o impacto positivo. “Todos foram atenciosos e respeitosos. Em especial, Neto e Elisângela. Agradecemos por cada cuidado”, conta Rodrigo de Araújo Silvino, da UPA Riacho Fundo. “A equipe Humanizar me ajudou durante todo o atendimento, sempre prestativa”, destaca Jhessica Isabel Coelho Souza, da UPA Gama. “A Dra. Giovanna, o enfermeiro Álvaro e as técnicas Alessandra e Daiane foram extremamente atenciosos”, avalia Talita Daniele da Silva Rios, da UPA Riacho Fundo. “A equipe é muito preparada e demonstra grande sensibilidade. O Dr. Ravier explicou tudo com clareza e atenção”, completa Ederlâncio Lucas da Silva, da UPA Vicente Pires. Esses relatos reforçam o impacto da escuta qualificada e de um cuidado centrado na pessoa atendida. O olhar das equipes Desde que iniciaram a implementação, as unidades já mostram evolução significativa. Duas UPAs alcançaram a zona de encantamento, três estão na excelência, sete permanecem na zona de qualidade e apenas uma ainda se encontra em aperfeiçoamento A implantação do NPS também trouxe engajamento interno. As unidades passaram a discutir resultados e propor soluções de forma colaborativa. “As equipes entenderam que o NPS é uma ferramenta de apoio. As iniciativas de acolhimento têm surgido cada vez mais de dentro das próprias unidades”, afirma Leonardo. Entre os avanços percebidos estão comunicação mais clara, cordialidade e maior eficiência nas etapas do atendimento. Próximos passos O método também tem sido aplicado em outras unidades administradas pelo IgesDF. No Hospital de Base (HBDF), os questionários estão sendo aplicados no Centro de Infusão, no Centro de Trauma e nos ambulatórios de oncologia e hematologia desde abril de 2025. [LEIA_TAMBEM]Já no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o NPS tem sido coletado junto às pacientes atendidas no Centro Obstétrico e na maternidade. A experiência tem sido muito positiva e marcado equipes e pacientes. “Minha filha nasceu empelicada e nem eu nem os médicos acreditávamos. A equipe colocou uma música gospel, apagou as luzes e deixou apenas uma iluminando a hora do nascimento. Nunca vou esquecer. A médica chorou junto comigo. Minha gratidão a todos”, relata Elisangela Domingos da Silva. Diante dos bons resultados, o IgesDF planeja expandir o NPS para 100% do HRSM até julho de 2026 e para o Hospital de Base (HBDF) até dezembro do mesmo ano. O plano inclui melhorias estruturais, fortalecimento da comunicação interna e consolidação de uma cultura de cuidado centrada no paciente. “Queremos construir uma saúde pública cada vez mais humana, eficiente e transparente. Quando ouvimos o usuário e transformamos sua fala em ação, damos um salto de qualidade e reforçamos a confiança da população”, conclui Leonardo Maciel. *Com informações do IgesDF
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